Apesar de parecer recente, a fibra óptica é uma tecnologia utilizada há bastante tempo. Em 1988, foi empregada em larga escala ao cruzar o Oceano Atlântico, interligando América e Europa com conexões de alta velocidade. Entretanto, somente no século XXI ela ganhou destaque, passando a ser gradativamente mais usada por empresas dos mais variados setores. Nesse sentido, determinados mitos sobre fibra óptica também se tornaram comuns, fazendo com que novos usuários ainda desconfiem da eficiência e da segurança dessa tecnologia. Sendo assim, apresentaremos a seguir alguns dos principais mitos e verdades a respeito dessa tecnologia, que tem sido responsável pela troca de informações ao redor do mundo. Continue a leitura e saiba mais! 1. A fibra óptica é mais cara Mito! É comum que, antes de se popularizar, uma tecnologia superior seja mais cara. Isso aconteceu com os computadores, smartphones e com a própria internet. Por outro lado, conforme a demanda cresceu, os custos caíram e hoje é possível encontrar a fibra óptica por valores muito mais acessíveis. Falando em custos, sua durabilidade permite gastar menos com manutenção, compensando o investimento feito. Além disso, a tecnologia da fibra óptica também ajuda na economia de energia, já que utiliza a luz para transmitir dados. 2. É mais segura e eficiente Verdade! Cabos de fibra óptica figuram como alternativa mais segura do que cabos tradicionais — compostos de cobre, visto que utilizam luz na transmissão de dados. Além de não superaquecerem, isso gera um menor risco de incêndio do que aqueles que se valem da eletricidade para essa tarefa. A eficiência também está ligada ao fato de não serem afetados por ventos, chuva ou questões ambientais semelhantes, possibilitando um tráfego de dados com menor degradação da própria estrutura. No fim das contas, a conexão se torna mais estável e a estrutura dura mais tempo. 3. A instalação é mais complexa Mito! Esse mito também é oriundo da época em que a fibra óptica era uma tecnologia nova e desconhecida. Há anos, as conexões eram realmente mais complexas e demandavam muito mais especialização do que hoje. Entretanto, a tecnologia passou por diversas atualizações ao longo do tempo, de modo que atualmente as conexões são mais práticas. Além disso, peso e diâmetro são menores, o que facilita a sua instalação. Assim, diversos profissionais preferem, inclusive, contar com a fibra óptica em sua infraestrutura. 4. É ambientalmente mais correta Verdade! A fibra óptica consiste em um tipo de instalação mais amigável para o meio ambiente. Como se não bastasse a transmissão de dados via luz, ela é composta por um material encontrado em quantidade muito maior no planeta. Isso ajuda a evitar incêndios ou outros desastres relacionados à eletricidade. Desse modo, seu uso garante segurança e é um tanto quanto menos nocivo para a natureza do que instalações com cabos de cobre. 5. Instalações do tipo são impossíveis de hackear Mito! A ideia de que é impossível hackear instalações com fibra óptica existe porque conexões de cobre permitem a captação de sinais eletromagnéticos, possibilitando o acesso às informações ali transmitidas. Isso não acontece em conexões de fibra óptica, visto que elas mantêm os sinais dentro dos cabos sob qualquer cenário. Porém, ainda com essa segurança, as instalações que utilizam fibra óptica podem ser invadidas. A questão é que, nesse caso, seria preciso fazer contato físico com o cabo, notando-se ”apenas” uma segurança maior em relação às tradicionais. 6. Internet por fibra óptica é mais rápida Verdade! A principal opção à fibra óptica são as tradicionais redes UTP, que normalmente permitem uma conexão com velocidade de até 100Mbps, dependendo das especificações do cabo. Uma alternativa é a tecnologia dos cabos CAT6 que, apesar de ser mais rápida que as redes UTP, não se tornou tão popular. Nesse cenário, as redes de fibra óptica vencem novamente ao permitirem conexões mais rápidas do que as vistas nos dois tipos citados anteriormente. É possível alcançar até 50 Gbps, uma velocidade bastante superior. Isso significa que é teoricamente possível transmitir dados a uma velocidade bem acima da média. Entretanto, as operadoras que contam com fibra óptica na sua infraestrutura ainda entregam velocidades semelhantes às encontradas nas instalações tradicionais. Dentro do contexto, a expectativa é que haja um aprimoramento no uso das redes de fibra óptica. Enquanto as tradicionais estão no limite, as transmissões via luz ainda guardam uma enorme potência a ser explorada. 7. Os cabos são mais frágeis por serem de vidro Mito! O vidro dos cabos de fibra óptica é composto por sílica ultrapura. Isso significa muita resistência a pressão e temperaturas pouco amigáveis. Sua resistência à tração, por exemplo, é superior a 42 t/cm² — maior do que a dos cabos tradicionalmente empregados. Outro aspecto da proteção contra danos encontrada em cabos de fibra óptica é a presença do Kevlar no revestimento, conferindo uma resistência superior à do aço. Na instalação, entretanto, é fundamental tomar cuidados específicos. Ao cortar um fio, por exemplo, o técnico não deve danificar o núcleo de vidro. Além disso, nesse momento, sujeiras podem atrapalhar a qualidade da conexão, já que interferem nos feixes de luz transmitidos. 8. Não sofre com interferências eletromagnéticas Verdade! Cabos de fibra óptica contam com um revestimento que dá mais resistência à deterioração do que os tradicionais. Além disso, não deixam escapar sinais eletromagnéticos para o meio externo, não transmitem dados com eletricidade e têm o núcleo de vidro protegido por materiais isolantes. A vantagem aqui é que essas instalações disponibilizam uma segurança maior em relação às redes tradicionais, já que invasores não podem usar vazamentos de sinal para ter acesso a dados — seria necessário chegar até o núcleo da fibra para isso. Portanto, a fibra óptica tende a ser uma tecnologia muito mais difundida com os mitos sobre sua tecnologia sendo desvendados, e o seu potencial explorado pelas grandes empresas, gerando cada vez mais vantagem para os usuários. Entendeu quais são os mitos sobre fibra óptica e tudo que essa tecnologia pode oferecer? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Então, entre em contato conosco …
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Abrint: PPPs já usam redes neutras para competir na banda larga
A utilização de redes neutras para compartilhamento de infraestrutura não é uma iniciativa apenas das grandes operadoras. Segundo a Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint), as Prestadoras de Pequeno Porte (PPPs) também estão seguindo por esse caminho para alcançar clientes em diversos pontos do país. A entidade aponta que o compartilhamento de infraestrutura não é algo novo no mercado e que a novidade com a rede neutra é o compartilhamento do segmento de rede que chega até o usuário, o que otimiza os investimentos e aumenta a concorrência de banda larga no Brasil, já que os fornecedores de internet podem alugar a capacidade dessa rede e cobrir cidades inteiras sem a necessidade de investir com rede própria. Rede neutra no DF Um exemplo apontado pela entidade é o da MCD Telecom. “Nós já estamos fazendo esse serviço tem dois anos. Foi em Águas Lindas de Goiás que adquiri uma operação em FTTH e conquistei muitos clientes que migraram para a fibra através da minha rede para oferecerem internet com melhor qualidade”, aponta Wesley Gonçalves, sócio administrador da MCD Telecom. A região, na qual a empresa se instalou, possuía apenas rede em rádio. Neste contexto, os provedores regionais passaram a utilizar a fibra da MCD Telecom sem precisar investir para ter a própria rede. Hoje, o negócio está presente em Brazlândia, Riacho Fundo II, Santa Maria e Paranoá, todas cidades do Distrito Federal, além de Luziânia, em Goiás, sendo 22 PPPs como clientes e mais de 6 mil usuários finais. O consumidor final geralmente não sabe que está conectado em uma rede neutra, pois o serviço é transparente, inclusive o atendimento, instalação e suporte técnico são feitos pelo provedor contratado. “A única coisa que fazemos é disponibilizar o uso da rede e cobrar as exigências da Anatel, como link dedicado, equipamentos homologados, licença de SCM e que os técnicos que vão trabalhar estejam com os devidos equipamentos de segurança”, explica Wesley. Através das redes neutras também é possível oferecer serviços de televisão. Segundo Wesley, oferecer uma boa transmissão de TV é um problema quando se trata de condomínios, já que há dificuldade para a passagem de cabos de antena. “Colocando a televisão via IP, junto com o serviço de internet, facilita muito para os parceiros que vão atender o cliente final, já que podem oferecer um pacote de serviços mais completo”, finaliza. Fonte: Teletime
Estudo SCM x SVA: Levantamento de informações
O Ministério das Comunicações, está realizando um estudo de modelagem de custos dos provedores regionais de Internet que vai subsidiar as decisões do governo relativas à apuração da base de cálculo de tributos incidentes sobre a receita dos provedores regionais, bem como subsidiar evidências de diferenciação do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) e da conexão à internet como um Serviço de Valor Adicionado (SVA), compondo assim a oferta de banda larga. O estudo vai identificar quais são os percentuais apurados correspondentes da receita que pode ser atribuída a cada uma dessas atividades, SCM e SVA. Para o levantamento e tratamento dessas informações, a ABRINT contratou o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) que vai atuar como assistente técnico, interagindo tanto com os associados, quanto com o Ministério das Comunicações e a consultoria por esse contratada para a realização do trabalho. O IBPT irá acompanhar junto ao Ministério das Comunicações as informações prestadas e contextualizará formalmente os critérios de metodologia sobre apuração do custo das empresas. Ainda no escopo desse trabalho, serão identificadas oportunidades de pleitos tributários nos âmbitos federal e estadual, inclusive por conta do recente reconhecimento de atividade essencial. Informações necessárias O trabalho a ser realizado pelo IBPT depende necessariamente da coleta de um conjunto suficientemente amplo de dados relacionados à receita, despesas, custos e investimentos dos provedores regionais. A ABRINT esclarece que, independente do regime tributário, práticas fiscais ou, da estrutura societária adotada pelo provedor de diferenciação da prestação dos serviços, ou seja, se em empresas distintas ou não, ou mesmo em empresas com objetos sociais compartimentados de acordo com a mão de obra específica alocada, o objetivo principal da coleta de dados é a análise das informações que corroborem o volume de recursos (insumos) financeiros apresentados para a garantia dos serviços necessários à prestação do SCM e do SVA. Assim, nesse momento, gostaríamos de contar com a sua colaboração para prestar as seguintes informações ao IBPT: 1) Envio de Livro Diário1 dos últimos 5 anos, em Excel ou conversível para Excel, ou ainda, arquivo texto (não em PDF), contendo os seguintes dados e, se possível com essas colunas (não necessariamente na mesma ordem). Se for em partida Simples (apenas 1 débito ou 1 crédito em cada linha), conforme exemplo apresentado no Anexo 1, será preferível: A – Número do ID do lançamento contábil – Esse campo evidencia número sequencial do registro no sistema. Essa informação é importante porque, mesmo que a empresa apresenta mais de um registro com o mesmo valor, na mesma data, o ID (sequencial) será sempre diferente. Portanto, garante a consistência e confiabilidade nas análises; B – Data – Necessário apenas a data do registro no lançamento no livro diário. C – Descrição do lote (se houver) – O lote identifica características do registro, como por exemplo: (a) encerramento e abertura do exercício; (b) folha de pagamento; (c) financeiro; (d) estoques; etc; D – Código Conta – Código completo da conta, de acordo o plano de contas do exercício; E – Descrição da Conta – Descrição da conta, de acordo o plano de contas do exercício; F – Histórico do lançamento; G – Valor do lançamento a débito; H – Valor do lançamento a crédito. Para mais informações entre em contato com o Helton Posseti, Gerente de comunicação e relacionamento institucional da ABRINT, helton.posseti@abrint.com.br Fonte: Abrint
Dia da Internet Segura
Hoje é comemorado o Dia da Internet Segura(Safer Internet Day). Inegavelmente todos precisam acessar a internet. E provavelmente você conhece alguém que já tenha sido vítima de um golpe, de exposição da sua imagem, invasão de conta ou até roubo de senha. As ameaças que circulam pela internet são muitas e vão desde links maliciosos com promoções falsas, até links de notícias sensacionalistas. O objetivo é sempre o mesmo: atrair ou enganar os usuários. A partir daí o atacante age conforme os seus interesses, que pode ser executar fraudes, roubar dados, acessar computadores, disseminar vírus e malwares, etc. Atualmente existem diversos tipos de cibercrimes sendo praticados na internet. Muitos criminosos se valem do anonimato para praticar atos ilegais, como enviar links de páginas falsas, intimidar pessoas ou compartilhar conteúdo ilegal. Por isso no Dia da Internet Segura vamos abordar sobre alguns dos fatores que comprometem a segurança de quem navega na Internet. Phishing Phishing é um dos crimes virtuais mais comuns praticados na internet. No primeiro trimestre do ano passado, o número de ataques de phishing cresceu 250% e o índice registrado foi o maior da história desde que o Grupo de Trabalho Anti-Phishing (APWG) iniciou a série histórica em 2004 da Phishing Activity Trends. O aumento estrondoso de casos é atribuído ao modelo de pulverização, em que um usuário infectado é usado para enviar phishing para toda a sua rede de contatos. O grande avanço nos números de phishing executados anualmente é preocupante. A falta de conhecimento e educação cibernética torna os usuários da web em vítimas vulneráveis e suscetíveis a estes ataques. Enquanto os fraudadores se especializam cada vez mais, elaborando campanhas únicas (em que vários usuários recebem e-mails com um assunto em comum), campanhas direcionadas (dirigidas para um alvo específico), campanhas de credenciais (focada no roubo de login e senha), entre outras. Segundo dados do APWG, o número de campanhas de phishing únicas em 2016 também saltou de pouco menos de 100 mil em janeiro para quase 230 mil em fevereiro e março. Ransomware Outro tipo de ataque de phishing que cresceu foi o de sequestro de dados, chamado de ransomware. Em 2016 os casos de ransomware quadruplicaram e devem dobrar, segundo levantamento da Beazley. De acordo com o estudo, a sofisticação acelerada dos ataques favorece a escolha de alvos mais críticos. Após o bloqueio dos dados, os criminosos fazem suas demandas de resgate com base no valor dos arquivos que eles criptografaram no ataque. Como o número de atacantes em ascensão, é fundamental adotar um comportamento seguro e lúcido durante a navegação web. Fonte: El Pescador
O que é CTO? – Glossário do Provedor
O que é CTO? São tantas siglas quando se começa a trabalhar com telecomunicações ou com redes ópticas. Neste post iremos abordar alguns tópicos importante sobre este equipamento essencial: O que é ? Para que serve? O que é CTO? Esta sigla significa Caixa de Terminação Óptica. Para que serve? A Caixa de Terminação Óptica foi projetada especialmente para Provedores de Internet(ISP) e Operadoras para distribuição de cabeamento Drop em campo. Ideal para conectar o cabo AS-80, ASU ou FIG 8 nas fibras Drop para que seja possível o atendimento ao usuário final. Utilizada para acomodação de fusões ópticas, proteger as emendas ópticas por fusão e de instalação necessária para a construção da rede óptica Fttx. A 2 Flex Telecom possui vários modelos para melhor lhe atender. Caixas completas com conectores com polimento UPC e APC e caixas vazias para montar do seu jeito. Caixa de Terminação Óptica para 8 conexões; Completa SC/APC; Completa SC/UPC; Vazia sem splitter e sem conector; Caixa de Terminação Óptica para 16 Conexões; CTO Dual; Vazia sem splitter e sem conector; Completa SC/APC; Completa SC/UPC; Veja neste POD Cast a CTO 16FO Dual É importante que a CTO possua amplo espaço interno para as fusões e acomodação do splitter óptico em seu interior. Evitando a atenuação.
Como utilizar o Switch PoE Reverso Giga Plus em Telecomunicações
Aprenda neste post como utilizar o Switch PoE Reverso Giga Plus em Telecomunicações (dados e energia). Através do chaveamento das portas com o jumper é possível torná-las ativas. Todas as portas tem o seu funcionamento em Gigabit Ethernet 10/10/1000Mbps com portas RJ45 PoE. Todas as suas portas podem ser selecionadas como ativas através de um jumper. Usando os jumpers na placa do Switch PoE Reverso Giga Plus pode-se torna-las passivas. Deixando os jumpers fora da placa ou na configuração passiva com um só pino. Conta ainda com uma chave seletora para a função Vlan que isola a comunicação de todas portas, exceto da porta 1 com as demais. Tornando a porta 1 em Uplink obrigatória, quando a chave está em Vlan/On). Um grande diferencial é uma outra chave seletora para saída 12VDC em seu conector P4, tornando possível ligar o switch com uma fonte 48VDC e qualquer porta RJ45 e obter 12VDC em seu P4 para ligar uma ONU ou até mesmo uma câmera 12VDC. Clique no link e conheça sobre o produto. Veja o video no Youtube Tipos de configurações: 1- Tipo de configuração: PoE Isolado Porta 1 (Jumper Off) – Recebendo link Gigabit Ethernet sem PoE. Desta forma energia não volta pela porta 1 evitando queima de equipamentos que não possuem porta PoE passiva. Portas 2 ~ 7 (Jumper Off) – Recebendo fonte PoE Gigabit Ethernet da casa de clientes. Porta 8 (Jumper Off) – Enviando link Gigabit Ethernet sem PoE para o próximo switch. Desta forma cada switch tem apenas a tensão fornecida pelas fontes nas casas dos assinantes, tornando fácil identificação de possíveis problemas isolados. 2. Tipo de configuração: PoE Ativo Out 8 Porta 1 (Jumper Off) – Recebendo link Gigabit Ethernet sem PoE. Desta forma a energia não volta pela porta 1 evitando queima de equipamentos que não possuem porta PoE passiva. Portas 2 ~ 7 (Jumper Off) – Recebendo fonte PoE Gigabit Ethernet da casa de clientes. Porta 8 (Jumper On) – Enviando link Gigabit Ethernet e PoE para o próximo switch. Desta forma cada switch tem a tensão fornecida pela fontes nas casas dos clientes e alimenta o próximo pela porta 8 em modo cascata de dados e PoE. 3- Tipo de configuração: PoE Ativo Out 1 e 8 Porta 1 (Jumper On) – Recebendo link Gigabit Ethernet com PoE. Desta forma a energia volta pela porta 1 podendo ligar equipamentos que possuem porta PoE passiva tais como radio entre outros. Portas 2 ~ 7 (Jumper Off) – Recebendo fonte PoE Gigabit Ethernet da casa de clientes. Porta 8 (Jumper On) – enviando link Gigabit Ethernet e PoE para o próximo switch. Desta forma cada switch tem a tensão fornecida pela fontes nas casas dos clientes e alimenta o próximo pela porta 8 em modo cascata de dados e PoE. 4- Tipo de configuração: PoE Ativo Esquina Porta 1 (Jumper On) – Recebendo link Gigabit Ethernet com PoE. Desta forma a energia volta pela porta 1 podendo ligar equipamentos que possuem porta PoE passiva tais como radio entre outros. Portas 2 ~ 5 (Jumper Off) – Recebendo fonte PoE Gigabit Ethernet da casa de clientes. Porta 6 ~ 8 (Jumper On) – enviando link Gigabit Ethernet e PoE para o próximo switch. Desta forma cada switch tem a tensão fornecida pela fontes nas casas dos clientes e alimenta o próximo pela porta 6, 7 e 8 em modo cascata de dados e PoE.
Fim do IPv4: LACNIC solicita aos provedores que acelerem migração para o IPv6
A LACNIC pede para que os provedores de Internet acelerem a implementação do IPv6 em suas redes, pois está próximo o Fim do IPV4. Desde 2005 a comunidade trabalha para a capacitar os provedores ao novo protocolo IPv6, e a partir de 2019, vem discutindo políticas públicas para favorecer a implementação e aproximar as entidades. Recentemente, a RIPE-NCC anunciou que seus espaços de endereços IPv4 já foram totalmente designados e faz agora uma chamada para acelerar a implementação do IPv6. De acordo com a LACNIC, na América Latina e Caribe a implementação do IPv6 é de 20%, percentual inferior ao nível de implementação global que hoje atinge 30%. Por isso a LACNIC alerta a importância de acelerar a implementação do IPv6 com mais urgência. Em fevereiro de 2017, as informações sobre o comportamento das redes foram analisadas e previsto o fim do IPv4(dos blocos) para metade de 2020. Portanto, corresponde aos vários atores envolvidos tomarem medidas efetivas para a implementação do IPv6. Mesmo que os operadores de redes e os que prestam serviços de acesso à Internet (ISP) desempenham um papel fundamental na implementação, outros atores, como as redes acadêmicas, escritórios governamentais e empresas em geral, também participam ativamente. LACNIC em 2017, 2018 e 2019 dedicou esforços para transmitir a relevância estratégica da implementação do IPv6, aproximando-se dos tomadores de decisões em operadores, reguladores, universidades e entidades governamentais responsáveis por políticas públicas do setor para favorecer o entendimento dessa implementação, e estamos convencidos de que será essencial manter esse diálogo com atores não técnicos nos próximos anos. Fonte: LACNIC
O que é U(Unidade de medida para rack)?
O que é U? Como funciona? Onde é usada? Neste post vamos abordar sobre esta unidade de medida nos rack para Servidor . O que é U? “U” ou “RU” nada mais é que uma unidade de medição aplicada aos racks de equipamentos, servidores DIOs, switches e outros dispositivos montados em racks de 19 polegadas(482,60mm). Onde cada rack unit equivale a 1,75 polegadas (44,45mm). Os DIOS, OLTs e outros hardwares são projetados para serem montados em rack 19 polegadas. São fabricados em múltiplos de 1,75 polegadas e especificados em múltiplos de unidades de rack, geralmente 1U, 2U, 3U ou 4U. Unidade Dimensão (L x A x P) 1U 19″ x 1.75″ x 17.7″ 19″ x 1.75″ x 19.7″ 19″ x 1.75″ x 21.5″ 2U 19″ x 3.5″ x 17.7″ 19″ x 3.5″ x 20.9″ 19″ x 3.5″ x 24″ 3U 17.1″ x 5.1″ x 25.5″ 4U 19″ x 7″ x 17.8″ 19″ x 7″ x 26.4″ 5U 19″ x 8.34″ x 19.67″ 19.1″ x 8.75″ x 26.4″ 6U 19″ x 10.5″ x 19.5″ 7U 17″ x 12.2″ x 19.8″ Racks são projetados para conter equipamentos desses tamanhos. Os orifícios nas flanges de montagem de racks são organizados em grupos de três, e esse agrupamento de três buracos também é chamado de unidade de rack. A unidade de rack(U) é considerada dimensão máxima em equipamentos em Telecomunicações . Os dispositivos são muitas vezes feitos ligeiramente menores do que o valor U especificado para permitir um pouco de espaço. Um dispositivo 2U na realidade mede 3,44 polegadas de altura, em vez do múltiplo de 3,5 polegadas de 1,75. O tamanho da unidade de rack está baseado na especificação padrão para os rack definida em EIA-310.
O que é o Serviço de Valor Agregado (SVA)?
Entenda neste post o que é o Serviço de Valor Agregado (SVA). Em síntese, a Anatel define como Serviço de Valor Agregado (SVA) toda e qualquer prestação de serviço, que seja auxiliar às atividades de telecomunicações. Por exemplo, o SVA mais conhecido é o serviço de conexão à internet, que é prestado pelos provedores. Além do acesso à internet, os provedores também fornecem as contas de e-mail, o armazenamento de dados na nuvem, entre outros aplicativos. Bom, agora você já sabe que o SVA é um serviço atrelado a um um outro serviço de telecomunicação e, assim, ele não é o serviço de telecomunicações propriamente dito. Por esse motivo, o SVA não está sujeito às regulamentações e fiscalizações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Já está claro que o SVA não é um serviço de telecomunicações, sendo uma espécie de “suporte” para o SCM. Fazer essa distinção é fundamental, para compreender a contabilidade e os tributos que incidem sobre as empresas de telecom. Portanto, entender qual é o tipo de serviço prestado é o primeiro passo para se identificar os tributos que serão recolhidos. Incidências tributárias sobre o SVA A Lei Complementar (LC) 116/2003 institui quais empresas estão sujeitas à cobrança do Imposto Sobre Serviço (ISS), pago aos municípios. Entretanto, o SVA não consta no anexo da LC 116/2003 como uma prestação de serviços e, por isso, a ele não se aplica a emissão de notas fiscais municipais. Nesse caso, cabe apenas a emissão de recibo ou de fatura de recibo para cobrança do destinatário/cliente. Importante destacar que os contribuintes optantes pelo Simples Nacional devem fazer a aplicação correta das receitas de SVA, constantes no anexo III, da LC 116/2003. Contudo, eles precisam excluir o percentual relativo ao ISS, uma vez que esse tributo não é incidente. Fonte: Prevista
ISPs adicionam 250 mil clientes em junho e lideram em fibra óptica
A Anatel divulgou na última semana os dados de junho do mercado nacional de banda larga fixa. Os números da agência reguladora mostram que, se os demais serviços de telecomunicações encolheram no mês, o mesmo não aconteceu na conexão de internet. Junho terminou com 33,94 milhões de clientes de banda larga fixa no país, mais um recorde. Houve adição de 212,54 mil acessos, o que representa expansão de 0,63%. As operadoras de grande porte (Claro, Oi, Sky, TIM e Vivo) somavam 22,25 milhões de clientes. O conjunto das grandes terminou o mês com saldo negativo em 37,73 mil adições, após encolherem, juntas, 0,17% PUBLICIDADE O grupo dos ISPs – cujos números oscilam bastante mês a mês em função da subnotificação – por sua vez adicionou 250 mil clientes, expansão de 2,19%, para 11,68 milhões. MARKET SHARE Dentre as grandes, apenas Claro e TIM adicionaram mais clientes do que desligaram. A Claro conectou 23,92 mil casas e terminou com 9,75 milhões de usuários (+0,25%). A TIM, por sua vez, adicionou 8,76 mil, encerrando junho com 623 mil clientes (+1,43%). Oi, Sky e Vivo perderam clientes, e terminaram o mês respectivamente com 4,98 milhões (-0,22%), 226,11 mil (-0,84%) e 6,66 milhões (-0,85%). Entre as prestadoras de pequeno porte (PPP), Algar (com 678 mil) e Brisanet (com 468 mil) são as maiores. A Brisanet foi a que mais adicionou clientes: 25,6 mil no mês. Quando o assunto é fibra óptica, a tecnologia que mais cresce no país, os PPPs têm 48,7% do share. A Vivo vem em seguida, com 22,7%. Depois a Oi, com 12,4%. Em números absolutos, significa que os pequenos são responsáveis por mais de 8 milhões de conexões em fibra, enquanto a Vivo tem 2,98 milhões, e a Oi, 1,62 milhões. Fonte: Ponto ISP