Participaremos pela segunda vez da ABRINT, o maior encontro de ISPs da América Latina. Com foco nos provedores regionais de internet, o evento reúne várias empresas que impulsionam o networking, gerando vários negócios. O evento também promove diversas palestras, debates e workshops. A programação contempla os temas mais relevantes e atuais setor com a participação de palestrantes influentes no segmento. 26/05/2022 à 28/05/2022 SÃO PAULO EXPO – 1,5, Rod. dos Imigrantes – Vila Água Funda, 04329-900. Convidamos a todos os clientes e parceiros a visitarem nosso stand nº 171. ADQUIRA SEU INGRESSO: CLIQUE AQUI Te esperamos por lá!!
Arquivos do autor:2flex
EXPOISP – Brasília/DF
Iremos participar da EXPOISP DE BRASÍLIA – DF. A EXPOISP Expedição, pela 2ª vez em Brasília, leva o mercado ISP até você! Os principais Provedores de Internet e Operadoras Regionais do Brasil se conectam na EXPO ISP para gerar novos negócios e fortalecer o networking entre todos os setores do mercado de Telecomunicações. O evento promove palestras e reúne os principais profissionais, empresas e especialistas em ISP para apresentar as principais tendências e avanços do setor, contribuindo na formação dos participantes e preparando-os para novas e maiores oportunidades de crescimento. A EXPO ISP promove um dia com excelentes oportunidades de conhecimento e novos negócios para profissionais que desejam projetar novos implementos em suas empresas. De norte a sul, a demanda por banda-larga de qualidade aumenta exponencialmente, esteja preparado! SE INSCREVA NO SITE DO EVENTO: CLIQUE AQUI Te esperamos por lá!!
ABRAMULTI
Iremos participar da Abramulti Interactive Live com o compromisso de levar cada vez mais conhecimento e networking para todos os provedores de internet. Belo Horizonte se tornará a Capital Nacional das Telecomunicações. Venha participar conosco em um ambiente de negócios, conteúdos exclusivos, novidades tecnológicas e muito entretenimento. 31/03/2022 e 01/04/2022 Expominas – Av. Amazonas, 6200 – Gameleira, Belo Horizonte – MG, 30510-000, Brasil. Convidamos a todos os clientes e parceiros a visitarem nosso stand nº 30. SE INSCREVA NO SITE DO EVENTO: CLIQUE AQUI Te esperamos por lá!!
FTTH Meeting – Porto Velho/RO
A FTTH Meeting é um encontro regional de provedores de acesso à Internet. Evento que reúne os principais operadores regionais do mercado de acesso a Internet por banda larga. O evento é composto de: Feira/Exposição: Feira desenvolvida para a promoção de produtos/serviços do mercado de Internet e telecomunicações, em resumo é uma exposição que conecta diretamente clientes e fornecedores; Networking: Ambiente de networking para convivência, compartilhamento e troca de experiências entre os principais players do mercado; Palestras e Painéis de Debate: Conteúdo de alto nível e grande importância para o mercado de acesso à Internet; Rodadas e Sessões de Negócios: Reunimos clientes e fornecedores, utilizando metodologias e ferramentas específicas para identificar e conectar oportunidades de negócios, parcerias e acordos comerciais. Encontro de Líderes – As principais lideranças do mercado de Internet e telecomunicações realizam sessões de networking e troca de experiências. Happy-Hour com Show de Prêmios – A parte final do evento conta com sorteio de prêmios, chopp e sorteios de prêmios especiais. Vale lembrar que cada empresa participante do ISP Meeting Business terá acesso gratuito ao Programa de Inclusão Profissional (patrocinado) por meio do qual poderá treinar e certificar suas equipes técnicas de redes ópticas e redes WiFi indoor. No dia 27/09/2022 o evento acontecerá em PORTO VELHO – RO e a 2Flex estará presente demonstrando todo o portifólio de produtos. Convidamos a todos os clientes e parceiros para visitarem nosso stand. Endereço: L’Acordes Hotel, Rodovia BR-364 8250, Aeroclube – RO 76811-738 Horário: 09h às 18h. INSCREVA-SE NO SITE DO EVENTO: CLIQUE AQUI Fonte
Falta de chips causa paralisação parcial em 12% das fábricas de eletroeletrônicos
Escassez mundial de chips causa atrasos ou interrupções de produção em quatro a cada dez fábricas de produtos eletrônicos, como tevês, notebooks e celulares. A exemplo do que acontece nas montadoras de automóveis, a escassez mundial de chips causa atrasos ou interrupções de produção em quatro a cada dez fábricas de produtos eletrônicos, como tevês, notebooks e celulares, do Brasil. Segundo sondagem feita no mês passado pela Abinee, associação que representa a indústria nacional de aparelhos eletroeletrônicos, 12% dos fabricantes do setor tiveram que parar parte da produção no mês passado por falta de componentes eletrônicos. É o maior registro desde que, em fevereiro, a pesquisa começou a acompanhar o impacto da falta desses insumos no mercado. Situação mais comum, 32% das empresas relatam atrasos na produção e na entrega dos produtos ao cliente. Diferente das montadoras de carros, setor mais afetado pela falta de chips produzidos, principalmente, por fornecedores de Taiwan, nenhuma fábrica de aparelho eletrônico teve até agora que parar completamente a produção no Brasil. Entre os fabricantes de produtos que contêm semicondutores, houve, no entanto, aumento de 55%, em maio, para 71%, em junho, nos relatos de dificuldade na aquisição do insumo no mercado. Ainda que o setor tenha sido menos afetado do que a cadeia de produção automotiva pela escassez de chips no mundo, os componentes eletrônicos fornecidos pela Ásia tornaram-se o principal material em falta na indústria de eletroeletrônicos, onde também há grande dificuldade na aquisição de cobre e materiais plásticos, e 26% das empresas estão com estoques de componentes e matérias-primas em nível considerado abaixo do normal. A maior parte das empresas do setor (42%) trabalha com a previsão de o abastecimento de chips voltar ao normal apenas em meados do ano que vem. O retrato revelado pela sondagem da Abinee mostra ainda que, como resultado da combinação de escassez, aumento das tarifas de frete, tanto marítimo quanto aéreo, e desvalorização cambial, a pressão vinda do aumento de custo dos componentes é apontada como acima do normal por quase todos fabricantes do setor: 93% dos entrevistados. Fonte: Infomoney
ABRINT participou do webinar Como Monetizar a Oferta de Serviços de Telecom com SD-WAN Seguro
A ABRINT participou do webinar Como Monetizar a Oferta de Serviços de Telecom com SD-WAN Seguro, Ontem, 22, a ABRINT participou do evento Como Monetizar a Oferta de Serviços de Telecom Com Sd-Wan Seguro, promovido pela InfraROI. Na ocasião, a conselheira Cristiane Sanches expôs as principais preocupações no cenário pós pandemia para as PPPs e apresentou dados da evolução de setor. “Enquanto outros países estão na casa de 52% de média de penetração de banda larga, no Brasil falamos de 75%. E quando a gente olha as expectativas da OIT, da ONU, com relação à inclusão digital no mundo para 2025, nós estamos falando desses 75%. O Brasil está muito bem no quesito inclusão digital, mas ainda existem desafios, não só conseguir alcançar áreas rurais e áreas remotas, como também garantir segurança para nossas redes” afirmou. Monetização e criação de valor para provedores Cristiane explicou que criar valor para o ISPs deve ser algo constante. Pra ela, não basta apenas fornecer serviços de banda larga para os clientes, é preciso pensar em soluções adequadas ao mundo atual. Uma das soluções para monetizar os serviços é garantir uma experiência diferenciada para o usuário do serviço, ou então suprir uma necessidade relacionada à segurança de redes, em especial voltado às pessoas jurídicas que ainda possuem falhas de seguranças internas que podem colocar em risco toda uma operação. Outra possiblidade apontada por Sanches são as iniciativas de segurança em si, muitas das quais atreladas ao Grupo de Trabalho de segurança da ANATEL. Segurança de redes Para Sanches, os provedores tem estado cada vez mais atentos aos problemas de segurança, uma vez que, no passado recente, houve ataques a terceiros usando redes de rádio dos próprios provedores. Sendo assim, as soluções para evitar crimes cibernéticos começou de dentro pra fora e hoje, diversos provedores já oferecem soluções de segurança para pessoas físicas. Além disso, Sanches comentou que as políticas de cibersegurança ainda estão em estágio muito iniciais no Brasil, ao contrário do que se observa em países europeus, por exemplo. Teletrabalho A conselheira lembrou que o período de homeoffice pode apresentar diversas vulnerabilidades para os usuários. “Não basta termos uma VPN instalada e achar que isso é suficientemente seguro para utilizar as redes naquela empresa, de forma alguma. A gente tem um conjunto de elementos que envolvem armazenamento de dados, transferência desses dados, e os dispositivos removíveis, que também geram situações de potencial vulnerabilidade e potencial incidente de segurança. (…) É preciso conscientizar o funcionário” Explicou Sanches. Para assistir a íntegra do evento, clique aqui.
Pandemia faz consumo da internet dobrar no Brasil
Pandemia faz consumo da internet dobrar no Brasil. A quantidade de horas que os brasileiros passam na internet trabalhando de casa praticamente dobrou em decorrência da pandemia da Covid-19. Com o aumento, novos requerimentos de segurança e infraestrutura passam a ser necessários, conforme frisou Clayton Cruz, presidente da Amdocs para América Latina e Caribe, em coletiva de imprensa realizada, de forma virtual, nessa terça 11/05. A Amdocs apresentou dados de uma pesquisa realizada com consumidores de dez países, incluindo o Brasil, sobre o comportamento do usuário desde o início da pandemia. O incremento do uso da internet implica em desafios para os provedores. No caso do Brasil, o número de horas de uso da internet para trabalho de casa — que a pesquisa denominou WFH, do inglês working for home — passou de 3h41m por dia antes da Covid-19 para 6h44m por dia, um aumento de três horas. Um comportamento semelhante foi observado no México. O volume de aumento é maior que o identificado globalmente de cerca de duas horas diárias — passando de 3h4m para 4h59m. A pesquisa considerou tanto uso de redes fixas quanto móveis. Durante a pandemia, os consumidores passaram a ficar mais exigentes com relação à velocidade da internet em casa, além da cobertura do Wi-Fi e estabilidade de conexão. Para os entrevistados do Brasil, a maior preocupação no período foi a desconexão dos serviços de internet (50%), perda de informação (28%) e ataques cibernéticos (19%). Questionados sobre os cenários de internet para trabalhar em casa passada a pandemia, brasileiros e mexicanos afirmaram que o cenário WFH deve permanecer. Com relação a serviços agregados que poderiam ter em casa, após a Covid-19, 56% dos brasileiros responderam serviços de segurança, 47% de nuvem e 38% controle da casa pela internet. Para Clayton Cruz, todas essas demandas representam oportunidade para as empresas prestadoras de serviço de internet. “Eu tenho acompanhando o aumento dos ISPs, que estão chegando aonde as operadoras não chegam de forma mais rápida e com preços competitivos. Essa pesquisa carimba e mostra o caminho a ser seguido; e mostra a necessidade de democratizar a banda larga. Mas tem de levar a banda larga com qualidade e isso não é só se conectar; é se conectar e ter qualidade boa”, destacou. A dica para os IPSs é seguir o rumo que estão tomando. “O Brasil tem muito a ser coberto por banda larga. Você pode levar banda larga fixa via móvel com torre, também tem casos que você vai levar fibra ótica e também tem o híbrido, com operadoras e ISPs levando fibra ótica até um ponto e fazendo a ultima milha com alguma tecnologia de radio”, apontou. “Os achados da pesquisa confirmam a necessidade da conectividade e que tenha boa qualidade e que ISPs possam também trazer segurança. Uma oportunidade é eles começarem a completar portfolio com serviços agregados, como cloud”, completou. O consumo de streaming também aumentou durante a pandemia, mas não chegou a dobrar no Brasil: foi de 2,5 horas para 3h43m. Nesse quesito, o Brasil ficou abaixo do aumento médio global de aproximadamente duas horas. Já com relação à compra de conteúdo online, como filmes, músicas e jogos, o Brasil e o México registraram altos porcentuais de incremento — 71% e 76%, considerando melhorias de contratos e novas compras —, acima da média global de 53%. Fonte: Abranet
O que é Ataque DDoS?
O que é Ataque DDoS? Você que atua no segmento de provedores de internet já ouviu falar sobre Ataque DDoS, Distributed Denial of Service Attack ou ataque de negação de serviço distribuído, é um tipo de ataque que visa inviabilizar a utilização de uma rede. Esse tipo de ataque aproveita os limites de capacidade específicos que se aplicam a todos os recursos de rede. Representando um dos maiores problemas modernos de segurança. Estima-se que o número de ataques desse modelo aumentou 180% apenas em 2019, e a tendência é que continue crescendo. Mas o que realmente acontece com as suas redes em um ataque DDoS, por que ele ocorre e como mitigá-lo na sua empresa? Então, continue lendo este artigo e confira as informações dos tópicos a seguir. O que é Ataque DDoS? Quais são seus principais objetivos? O que é Ataque DDoS? Os ataques DDoS consistem em tentativas mal-intencionadas de floodar um serviço, fazendo múltiplos acessos para que o tráfego elevado exponha os limites do servidor de quem oferece o serviço, causando inatividade. O ataque DDoS envia múltiplas solicitações para o recurso Web invadido com o objetivo de exceder a capacidade que o site tem de lidar com diversas solicitações, impedindo seu funcionamento correto. Entre os alvos comuns de ataques DDoS estão: Sites de compras virtuais Cassinos on-line Provedores de Internet Empresas ou organização que dependa do fornecimento de serviços on-line A principal maneira de cometer esse tipo de ataque é pela sobrecarga. Hackers programam robôs para multiplicarem os acessos a um determinado serviço, a fim de fazer com que ele pare. Ataques DDoS funcionam devido a natureza da infraestrutura da web. São como um engarrafamento, que bloqueia uma estrada e impede que o tráfego normal e legítimo feito pelos seus clientes chegue ao destino final, seja ele um site, aplicação ou serviço. Quais são seus principais objetivos? Embora todos os ataques DDoS funcionem de maneira parecida ao que citamos no tópico anterior, existem várias formas de fazer os servidores de um negócio parar, prejudicando o tempo de resposta de um provedor. Abaixo, você conhece as estratégias mais populares utilizadas por hackers para desencadear um ataque DDoS. Ataque à camada de aplicação Trata-se do estilo mais simples e comum de ataque DDoS. O ataque à camada 7, a sétima camada do modelo de OSI, tem como objetivo esgotar os seus recursos. A ação é direcionada às camadas onde páginas na web são geradas e entregues, começando com solicitações HTTP. Esse modelo de ataque tem bastante popularidade, afinal de contas a execução de solicitações HTTP é uma tarefa barata. De quebra, trata-se de algo muito difícil de defender, pois identificar o tráfego como mal intencionado leva tempo. Inundação de HTTP Um ataque de flood, ou inundação, é semelhante ao ato de apertar a tecla F5 em um navegador constantemente. Trata-se de um grande número de solicitações HTTP inundando um servidor. Esse ataque pode ser tão simples quanto um grupo de pessoas mal intencionadas acessando a URL de modo frequente, ou tão complexo que é capaz de envolver o uso de inúmeros bots. Ataques de protocolo Outro método comum para atacar um servidor é o ataque de protocolo. Esses são ataques de exaustão, provocando interrupções em serviços e consumindo toda a capacidade disponível para aplicações web ou até recursos intermediários, como firewalls e balanceadores de carga. Com isso, é importante se prevenir contra ciberataques. Acompanhe mais materiais em nosso blog, clique aqui (www.2flex.com.br).
Rede de fibra óptica submarina que liga o Brasil a Europa começa a operar em julho
Rede de fibra óptica submarina que liga o Brasil a Europa começa a operar em julho a obra custou R$ 1 bilhão, tem 6,2 mil quilômetros e permite reduzir em até 50% o tempo de resposta na transmissão de dados; tecnologia melhora a qualidade de streaming, dá suporte ao 5G e beneficia gamers. Pouco mais de seis meses desde que começou a ser instalalado, um novo cabo submarino de fibra óptica de alta capacidade ligando o Brasil à Europa começará a operar até julho. A tecnologia permite reduzir em até 50% o tempo de resposta na transmissão de dados – conhecido como latência – e beneficiará milhões de jogadores de games e consumidores de streaming, além de impactar negócios digitais, serviços em nuvem, bancos eletrônicos e mídia de entretenimento. Com investimento seja de cerca de R$ 1 bilhão, a rede EllaLink será a primeira a ligar diretamente o Brasil ao continente europeu, já que, até agora, a conexão de cabos de fibra óptica entre eles passava pelos Estados Unidos. Ao todo, serão 6,2 mil quilômetros de cabos que vão conectar a capital cearense Fortaleza à cidade de Sines, em Portugal. A inovação terá equipamentos para estender a transmissão de dados no país até São Paulo e Rio de Janeiro e a Lisboa, Madri e Marselha, no outro lado do Atlântico. O cabo começou a ser instalado em Fortaleza em dezembro, ocasião em que foi ancorado na areia da Praia do Futuro e levado por um navio até um ponto de encontro no oceano onde se juntou a outro cabo transportado por uma embarcação que saiu de Sines. Ancoragem de cabos em Sines, Portugal Foto: Divulgação Mergulhadores auxiliaram a fixar os cabos no fundo do oceano, o que podia chegar a quase 5 mil metros de profundidade. A conexão foi concluída em março. Desde então, testes vêm sendo conduzidos para que a estrutura comece a funcionar ainda em junho. GAMES No caso de games, a melhora na transmissão de dados tende a ser decisiva em partidas online, nas quais milésimos de segundos podem determinar ganhadores e perdedores. Em jogos populares como Fortnite, League of Legends e Starcraft, a conexão dos cabos de fibra óptica poderá ser uma vantagem crucial em confrontos equilibrados, segundo Vicent Gatineau, diretor de marketing e de vendas da EllaLink, empresa cuja sede está localizada em Dublin, na Irlanda. Gamers serão beneficiados com a velocidade de transmissão de dados Foto: Kevork Djansezian / Getty Images “Se imaginarmos dois jogadores, um brasileiro e um europeu, numa partida online mirando no mesmo alvo e ao mesmo tempo, o diferenciador entre ganhar e perder será quem o atinge primeiro, e isso é determinado pela latência”, explica o executivo. Somente no Brasil estima-se que há mais de 67 milhões de praticantes de games, segundo pesquisa encomendada pela Brasil Game Show (BGS) ao Instituto Datafolha em agosto do ano passado. O segmento movimenta em torno de R$ 8 bilhões por ano. Ancoragem do cabo de fibra óptica na Praia do Futuro, em Fortaleza Foto: Divulgação O novo cabo também vai atender a uma demanda recente de consumo por parte de clientes que antes eram limitados às telecomunicações e às OTTs, plataformas de distribuição de conteúdos pela internet, como empresas de streaming. A rede ainda almeja acabar com necessidades de interconectividade de longo prazo de comunidades de pesquisa e educação da Europa e da América Latina. A Ellalink, cujo principal acionista é o fundo de ações europeu Marguerite, vem recebendo aportes para fornecer à comunidade científica dados precisos em tempo real sobre as condições do fundo do mar ao longo da rota do cabo. Mapa mostra conexão da rede de fibra óptica que liga o Brasil à Europa Foto: Divulgação “Agora estão surgindo vários clientes pequenos, querendo acessar diretamente serviços que demandam alta capacidade, e isso gera um efeito em todo o ecossistema, com disseminação de grande quantidade de data centers, grandes e pequenos, fora dos EUA”, afirmou Gatineau. Fonte: Época
O que é e como escolher o melhor cabo drop
Cabo Drop! O que é? Por onde anda? O que come? Você que atua no segmento de provedores de internet que oferecem fibra óptica para os seus clientes deve se preocupar em garantir um serviço da mais alta qualidade. Para tanto, algo essencial é o cabo drop, que é o responsável por fazer com que o serviço de internet chegue até o usuário. Dessa forma, é de extrema importância saber o que é e como escolher o melhor cabo drop. Afinal, assim, é possível garantir uma conexão confiável, segura e econômica. Então, continue lendo este artigo e confira as informações dos tópicos a seguir. Quais são os tipos de cabos existentes? Qual o melhor cabo óptico Drop? Quais são os tipos de Drop existentes? Em redes de fibra óptica, existem dois modelos de cabo drop mais comuns que são usados para conectar o provedor de internet ao seu negócio. Veja quais são eles: Cabo Óptico de Uso Geral Conhecido ainda pela sigla COG, esse modelo de cabo drop é, principalmente, utilizado em instalações verticais, a exemplo das tubulações, onde é comum que passem diversos cabos e não exista fluxo de ar. O COG é o indicado nessas situações porque se mantém mais protegido, assim, os riscos de ser danificado ou mesmo roubado são mínimos. Portanto, pode ser usado não só na instalação da internet de prédios comerciais, como também residenciais. Low Smoke Zero Halogen O modelo de cabo drop LSZH é mais uma opção para instalações verticais. Possui o diferencial de acarretar pouca ou mesmo nenhuma fumaça em caso de incêndio. Com isso, além de contribuir com a segurança de toda a instalação, as chances de ocorrer intoxicação são reduzidas. Esses dois tipos disponibilizam segurança e eficiência redobradas se forem escolhidas as suas versões dielétrica ou metálica. A primeira é fabricada de modo a não conduzir energia elétrica, sendo adequado para dutos, onde existem demais cabos. Enquanto isso, os metálicos, por terem metal em sua composição e conduzirem energia elétrica, são recomendados para locais onde não dividam o espaço com outros cabos. Tanto o cabo drop COG quanto o LSZH contam com diferentes variações, inclusive, em relação ao tipo de atrito. Dessa forma, eles podem ser com atrito reduzido ou atrito normal. Qual o melhor cabo óptico Drop? Já que o drop tem como função levar a fibra óptica até a residência ou empresa do seu cliente, é preciso escolher o melhor modelo. Afinal, a sua qualidade interfere diretamente na rapidez da internet oferecida para os usuários e, por consequência, no seu grau de satisfação em relação ao seu serviço. Além disso, o drop deve ter garantia de segurança, não só no momento da instalação, como também ao longo do tempo. Agora que você entende a importância do cabo drop, conheça os produtos da 2 Flex Telecom, que possuem a mais alta qualidade. Inclusive, quando se fala de cabo drop, já que o produzido pela 2 Flex apresenta o modelo de fibra óptica G657A, o melhor do mercado. Com isso, os serviços do provedor de internet contam com maior segurança e durabilidade. Para saber mais, clique aqui (www.2flex.com.br).