Nesse post vamos explicar TODAS as diferenças entre um conector ORIGNAL 2FLEX e um CÓPIA. Em alguns casos, o conector cópia não terá todas essas diferenças, mas listamos todas as desconformidades do produto, que são: • TAMPA: Conforme mostrado na imagem, os produtos originais de conector APC e UPC possuem tampas opacas. Já as cópias APC utilizam tampa verde e as UPC tampa trasnparente. • CORPO: Na carcaça do produto original há a palavraPlaca de “TC-1”, mas não na cópia. • PLACA DE COBERTURA: Os conectores originais utilizam uma placa de cobertura grande, enquanto as cópias utiliza uma placa de cobertura pequena. • RANHURA: O conector original não possui um design especial sob a placa de cobertura, há um design elevado na parte inferior da placa de cobertura da cópia e um design mais amplo na ranhura em V perto do ferrolho. • SULCO: O comprimento do sulco da cauda e do ferrolho original é diferente da cópia, sendo a cópia tendo o sulco menor e o ferrolho maior. • MANUAL: As instruções do produto original é no tamanho de papel A4, enquanto a cópia é no tamanho de papel A5. • CLIPE DE PRESSÃO: O clipe de pressão original é plano, diferente da cópia que é arredondado. • GABARITO: O gabarito original é embalado em um saco selado com um clipe de cabo de fibra óptica sobressalente e panos de limpeza. Na cópia, não há acessórios. O gabarito original tem as pontas para abrir o conector na sua face superior e na sua face inferior o sulco dele é plano e não chanfrado. Fique atento para sempre adquirir produtos de qualidade para a sua rede. Conte conosco para isso! Para saber mais, clique aqui (www.2flex.com.br).
Arquivos da tag:Telecom
FTTH Meeting – Porto Velho/RO
A FTTH Meeting é um encontro regional de provedores de acesso à Internet. Evento que reúne os principais operadores regionais do mercado de acesso a Internet por banda larga. O evento é composto de: Feira/Exposição: Feira desenvolvida para a promoção de produtos/serviços do mercado de Internet e telecomunicações, em resumo é uma exposição que conecta diretamente clientes e fornecedores; Networking: Ambiente de networking para convivência, compartilhamento e troca de experiências entre os principais players do mercado; Palestras e Painéis de Debate: Conteúdo de alto nível e grande importância para o mercado de acesso à Internet; Rodadas e Sessões de Negócios: Reunimos clientes e fornecedores, utilizando metodologias e ferramentas específicas para identificar e conectar oportunidades de negócios, parcerias e acordos comerciais. Encontro de Líderes – As principais lideranças do mercado de Internet e telecomunicações realizam sessões de networking e troca de experiências. Happy-Hour com Show de Prêmios – A parte final do evento conta com sorteio de prêmios, chopp e sorteios de prêmios especiais. Vale lembrar que cada empresa participante do ISP Meeting Business terá acesso gratuito ao Programa de Inclusão Profissional (patrocinado) por meio do qual poderá treinar e certificar suas equipes técnicas de redes ópticas e redes WiFi indoor. No dia 27/09/2022 o evento acontecerá em PORTO VELHO – RO e a 2Flex estará presente demonstrando todo o portifólio de produtos. Convidamos a todos os clientes e parceiros para visitarem nosso stand. Endereço: L’Acordes Hotel, Rodovia BR-364 8250, Aeroclube – RO 76811-738 Horário: 09h às 18h. INSCREVA-SE NO SITE DO EVENTO: CLIQUE AQUI Fonte
O que é U(Unidade de medida para rack)?
O que é U? Como funciona? Onde é usada? Neste post vamos abordar sobre esta unidade de medida nos rack para Servidor . O que é U? “U” ou “RU” nada mais é que uma unidade de medição aplicada aos racks de equipamentos, servidores DIOs, switches e outros dispositivos montados em racks de 19 polegadas(482,60mm). Onde cada rack unit equivale a 1,75 polegadas (44,45mm). Os DIOS, OLTs e outros hardwares são projetados para serem montados em rack 19 polegadas. São fabricados em múltiplos de 1,75 polegadas e especificados em múltiplos de unidades de rack, geralmente 1U, 2U, 3U ou 4U. Unidade Dimensão (L x A x P) 1U 19″ x 1.75″ x 17.7″ 19″ x 1.75″ x 19.7″ 19″ x 1.75″ x 21.5″ 2U 19″ x 3.5″ x 17.7″ 19″ x 3.5″ x 20.9″ 19″ x 3.5″ x 24″ 3U 17.1″ x 5.1″ x 25.5″ 4U 19″ x 7″ x 17.8″ 19″ x 7″ x 26.4″ 5U 19″ x 8.34″ x 19.67″ 19.1″ x 8.75″ x 26.4″ 6U 19″ x 10.5″ x 19.5″ 7U 17″ x 12.2″ x 19.8″ Racks são projetados para conter equipamentos desses tamanhos. Os orifícios nas flanges de montagem de racks são organizados em grupos de três, e esse agrupamento de três buracos também é chamado de unidade de rack. A unidade de rack(U) é considerada dimensão máxima em equipamentos em Telecomunicações . Os dispositivos são muitas vezes feitos ligeiramente menores do que o valor U especificado para permitir um pouco de espaço. Um dispositivo 2U na realidade mede 3,44 polegadas de altura, em vez do múltiplo de 3,5 polegadas de 1,75. O tamanho da unidade de rack está baseado na especificação padrão para os rack definida em EIA-310.
Você sabe o que é o PTT?
PTT significa Ponto de Troca de Tráfego. O ponto de troca de tráfego (PTTs) é um conceito importante para a qualidade e eficiência da Internet em qualquer país ou região. E para o sucesso dos negócios dos provedores regionais de Internet. Apesar de ser uma “estrutura interna” da Internet, ele afeta a todos os usuários. Em geral a Internet é organizada hierarquicamente: Na primeira camada, existem os provedores internacionais chamados Tier1, que trocam dados entre si e têm acesso a toda rede mundial sem pagar; Na segunda camada, há os grandes provedores nacionais que têm acesso limitado a Internet e devem se tornar clientes daqueles provedores da primeira camada; Por fim, há os provedores regionais e finalmente os usuários locais. Sem os pontos de troca de tráfego, os provedores regionais dependeriam de se conectar diretamente aos provedores da primeira camada, para todas as trocas de dados, provavelmente a um custo muito maior, com um serviço pior e de maior latência. Graças aos PTTs, eles podem trocar tráfego aqui mesmo, com custos menores, redução do valor pago aos provedores estrangeiros e diminuição da latência. Em um país continental como o Brasil, a importância dos PTTs é ainda maior, sendo necessário ainda mais PTTs para que os provedores regionais possam distribuir o tráfego e levar conexão para cidades fora dos centros metropolitanos.
Aneel quer mudar regra do preço do poste usado pelas teles
Aneel quer mudar regra do preço do poste usado pelas teles Para a agência de energia elétrica o aumento dos litígios quanto ao preço de referência estabelecido há quatro anos, que está em R$ 3,80 por poste, demonstra que essa questão está mal resolvida. A consulta pública lançada hoje, 26, pela Aneel e Anatel com propostas de revisão da atual norma conjunta ( norma 4) que regulamenta a ocupação dos postes de energia elétrica pelas operadoras de telecomunicações pretende também rever o preço acertado em 2014, de R$ 3,19, que, corrigido pelo IGPM está agora em R$ 3,80 por ponto de fixação no poste. Conforme a atual regra, os postes podem receber entre quatro a seis cabos de telecomunicações. E o mesmo grupo econômico só pode ocupar um desses pontos. Mas, conforme a Aneel, nas principais cidades há casos de nove a 20 cabos ocupando os postes, o que compromete a segurança do sistema. E, na avaliação das duas agências, o preço pelo compartilhamento está mal resolvido. Conforme o diretor-geral da Aneel, André Pepitone, tem aumentado o número de litígios entre as operadoras de telecom e as concessionárias de energia elétrica que precisa ser resolvido pela comissão de negociação. “O preço praticado por ponto de fixação não é regulado, é de livre negociação, mas estabelece um preço de referência único para todo o país, o que leva a dinâmica de compartilhamento a um círculo vicioso”, diz um trecho do texto da consulta pública. Conforme Pepitone, a comissão de arbitragem foi acionada 80 vezes em 2016, 140 vezes no ano passado e 182 vezes até setembro deste ano. E a disputa do preço envolveu 168 casos. Os demais processos forma negativas de ocupação, dificuldades de assinatura de contrato ou questionamentos sobre cláusulas contratuais. Tarifa de energia Segundo Pepitone, do dinheiro recolhido pelas distribuidores de energia elétrica com o aluguel dos postes, parte dele é distribuído aos consumidores, sob a forma de redução tarifária da energia elétrica. Até hoje, disse ele, as elétricas recolheram R$ 1,2 bilhão com o aluguel de 9 milhões de postes que estão regularizados. Desse total, R$ 720 milhões foram usados para abater os custos de energia elétrica, o que implicou redução de 0,4% na tarifa da energia elétrica. Pelas regras da Aneel, 60% do preço do poste alugado deve ser direcionado para a modicidade tarifária e 40% é apropriado pelas empresas. Pepitone afirmou que esta participação não será tratada nesta norma. A expectativa da agência é que após a regularização total de 9 milhões de postes, o recolhimento pelo aluguel para as operadoras de telecom suba para R$ 4 bilhões, com impacto de 1,2% na redução da tarifa de energia. Fonte: Telesíntese
Convidamos você para participar do Encontro de provedores em Niterói
Convidamos você para participar do Encontro de provedores em Niterói. A 2 Flex Telecom marca presença no Encontro Regional de Provedores em Niterói. Que ocorrerá no dia 14 de agosto em Niterói. Queremos te convidar a participar deste evento que irá agregar valor a sua empresa com muitas informações.
Como organizar o estoque
Chegou uma entrega de mercadorias. Três pedidos saíram. Quem é responsável por receber o material? Quem preparou e embalou a encomenda? Aprenda a ter controle de estoque com um passo a passo de 7 dicas e um guia para começar agora mesmo. Uma atividade mais sensível para lojas, pequenas indústrias e empresas de comércio eletrônico. A gestão de inventário permite economizar tempo e dinheiro. A falta de controle nessa atividade pode provocar prejuízos com perdas de mercadorias, extravio e deterioração. Falta de processo e manuais de procedimentos atrapalham mais. Uma vez iniciada a caminhada nessa direção, os resultados vão aparecer, em termos de corte de gastos com perdas e visão mais clara do giro de estoque, equilíbrio com o ritmo de vendas e rentabilidade da empresa. Começar não é difícil. Vamos lá? O que é controle de estoque? O controle de estoque é o procedimento adotado para registrar, fiscalizar e gerir a entrada e saída de mercadorias e produtos em uma indústria ou comércio. O controle de estoque deve ser utilizado tanto para matéria-prima, mercadorias produzidas ou mercadorias vendidas. No registro de itens você precisa se preocupar com as classificações em diferentes critérios. De informações básicas (como marca, tipo, cor, tamanho, opcionais, acessórios, variações), a dimensões e características físicas (para armazenar), passando preço de custo e de venda, volume acumulado, ciclo de vida (ou prazo de validade) e informações dos fornecedores, quando aplicável, entre outros itens. Fiscalizar diz respeito a ações de controle para evitar perdas e extravio. A gestão de todas essas informações incorpora ainda a medição de indicadores, como giro de estoque, além de otimizar investimentos em mercadorias armazenadas, buscar o equilíbrio com o ritmo de vendas, projetar volume de vendas e de pedidos a fornecedores, definir velocidade de produção e renovação, além de entregar informação estratégica sobre o que está vendendo mais e o que tem menos procura. 7 passos para controlar seu estoque Registrar e controlar tudo isso não é fácil, a gente sabe. A qualidade da gestão dessa parte da vida da empresa está ligada ao tipo de recurso que você usa. Lápis e caderno podem até funcionar para uma empresa pequena com poucos itens guardados. Com o tempo, você provavelmente vai precisar de planilhas e outros recursos para as diferentes partes dessa ação. Vamos falar de algumas delas. 1. Crie padrões e regras para organizar o estoque O espaço onde você armazena as mercadorias precisa ser organizado e limpo. Estabeleça também normas, como horários para movimentação de mercadorias, ações necessárias antes e depois da chegada ou saída de bens. 2. Defina processos e responsabilidades Relatórios de inventário, indicadores, fluxos de entrada e saída, organização física, atualização de informações… As diferentes etapas e tarefas associadas à gestão e controle do estoque precisam estar definidas, com responsáveis por cada uma. 3. Desenhe o fluxo de entrada e saída Construa um fluxograma ou apenas escreva o passo a passo de cada entrada e saída de mercadorias. Quanto mais clareza você tiver sobre responsabilidades, mais simples você consegue resolver problemas. 4. Controle com rigidez Identifique tudo o que você tem armazenado, seguindo os padrões que definiu previamente. Garanta também controle sobre entradas e saídas, contando com os responsáveis por cada etapa. 5. Defina datas e períodos para compras Selecione fornecedores de confiança e programe pedidos. Escolher parceiros comerciais é decisivo para reduzir riscos de ficar na mão. Bons fornecedores ainda permitem negociar prazos de pagamento. Antecipar pedidos por demandas previsíveis ajuda a conseguir condições melhores de negociação. Deixar para solicitar tudo na última hora dá margem para cobrança de preços mais salgados. 6. Defina volume mínimo e máximo para cada produto Ter um item de determinado produto é muito ou pouco? E 100 itens? Isso depende de cada caso, da procura, dos fornecedores, de sazonalidades etc. Para calcular, considere a velocidade da rotatividade (giro de estoque), o preço pago e economia de escala em caso de pedidos de quantidades maiores, prazo de entrega de seu fornecedor e tempo entre o recebimento da mercadoria e a distribuição para seu cliente final. Você quer o equilíbrio, para não deixar de vender nem ficar com mercadoria parada. 7. Manter a operação e controle constantes Organizados os controles, é hora de trabalhar para fazer o processo rodar. Vale a pena verificar ganhos de produtividade e economia de recursos, com redução de perdas. Um estoque envolve diversos etapas que merecem muita atenção. Um melhor gerenciamento do estoque em um negócio é recomendado contratar algum software para o controle de estoque. Existem diversas ferramentas, o importante é a escolha do programa mais adequado para seu negócio, isto é, levando em conta o segmento e o tamanho da empresa e quais as necessidade específicas ao grau de informatização do ambiente.