Você conhece o código de cores de fibras ópticas? Parece ser um algo fácil para os técnicos de fibras mais experientes, mas quem está começando no mundo do FTTx normalmente tem dificuldades para identificar as fibras de um cabo óptico. Como saber a organização das fibras, principalmente na sangria de um cabo de backbone onde várias fibras já estão “em funcionamento” e quebrar uma delas por engano pode resultar na queda do serviço de muitos clientes. Vamos primeiramente conhecer a sequência de cores das fibras ópticas apresentadas na tabela 1, abaixo: A primeira sequência de cores é a utilizada no Brasil e foi definida pela ABNT para todos os fabricantes nacionais na construção de seus cabos. A segunda sequência é conhecido como “padrão internacional”, foi definida por um instituto de normatização americano chamado EIA e é adotado por vários países e fabricantes de todo o mundo. Tão importante quanto conhecer a numeração das fibras, é conhecer como numerar corretamente os tubos loose dos cabos, que está apresentada na tabela 2. O padrão ABNT coloriu apenas os tubos 1 (verde) e 2 (amarelo) deixando os demais tubos do cabo todos com a cor branca ou natural. Num cabo por exemplo de 72 fibras temos 6 tubos loose e consequentemente haverá uma dificuldade maior em identificar e numerar todos os tubos se o cabo estiver no padrão ABNT; uma vez que somente os tubos 1 e 2 estarão coloridos e os outros 4 tubos com a cor branca.
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O que faz uma máquina de fusão?
É normal que haja dúvida sobre o que faz uma máquina de fusão Junto a esse questionamento, surgem outros, como o que é correto e quais são as vantagens da sua utilização. Se você também deseja saber qual é a melhor opção, continue lendo este artigo e confira os tópicos a seguir. • O que é ? • O que faz ? • Tipos de sistemas de emenda? O que é uma máquina de fusão? A máquina de fusão de fibra óptica é um dos equipamentos mais importantes para os provedores de internet que optaram pela construção de redes ópticas. O que faz uma máquina de fusão? A máquina de fusão de fibra óptica, como o próprio nome diz, ela é responsável por fazer a união das fibras, resultando em baixa perda nas emendas e emendas estáveis por longos períodos de tempo. Sendo indispensável para instalação e manutenção de redes ópticas internas e externas, pois oferece grande precisão e baixo custo de operação e manutenção. Por ser um aparelho bastante útil, é preciso alguns cuidados no seu manuseio para garantir que ele esteja sempre em boas condições de uso. Tipos de sistemas de emenda As máquinas de fusão trabalham com dois tipos básicos de sistemas de emenda: Alinhamento pelo núcleo: apresenta maior precisão no momento da fusão da fibra e uma perda menor que 0,05 dB em fusões de fibras de mesma construção. Porém, se as fibras apresentarem núcleos de tamanhos diferentes (fibra monomodo com fibra multimodo, por exemplo) ou núcleos excêntricos, a máquina poderá não executar a fusão e emitir um aviso acusando falha. Alinhamento pela casca: permite a fusão de fibras com núcleos diferentes, todavia, ocorrerá perdas de sinal óptico e atenuação no ponto de fusão por conta da não uniformidade do núcleo das fibras. Clique aqui (2flex.com.br) e conheça os produtos para Ftth da 2 Flex Telecom para seu provedor de internet.
Quando usar G.652 e G.657 em Redes Ópticas Passivas
Em todo o mundo, as tecnologias para redes de transporte geral e redes de acesso de banda larga estão avançando rapidamente. Entre elas, a tecnologia que aplica fibra monomodo fornece um meio de transmissão de alta capacidade que pode atender à crescente demanda por serviços de banda larga e alta velocidade. A experiência com a instalação e operação de redes monomodo baseadas em fibra é enorme e a recomendação ITU-T G.652, que descreve suas características, foi adaptada a essa experiência. No entanto, o uso específico em uma rede de acesso óptico impõe demandas diferentes de fibra , o que afeta suas características ideais de desempenho. As diferenças em relação ao uso na rede geral de transporte são devidas principalmente à rede de alta densidade de distribuição e cabos de queda na rede de acesso. O espaço limitado e as muitas manipulações exigem desempenho de fibra fácil de operar e baixa sensibilidade à flexão. Além disso, o cabeamento nos escritórios de telecomunicações lotados, onde o espaço é um fator limitante, deve ser melhorado de acordo. No entanto, certas áreas da rede geral de transporte também podem ser descritas como espaço limitado, onde o cabeamento otimizado por dobra pode ser vantajoso. O objetivo da Recomendação ITU-T G.657 é oferecer suporte a essa otimização, recomendando um desempenho de dobra fortemente aprimorado em comparação com os cabos e fibra ITU-T G.652 de modo único existentes. Isso é feito por meio de duas categorias de fibras monomodo, uma das quais, categoria A, é totalmente compatível com as fibras monomodo ITU-T G.652 e pode ser implantada em toda a rede de transporte geral e no acesso rede. A outra, categoria B, não é necessariamente compatível com a Recomendação ITU-T G.652, mas é capaz de baixos valores de perdas de macrobending a raios de curvatura muito baixos e destina-se à aplicação na rede de acesso dentro de edifícios ou perto de edifícios (por exemplo, fora do edifício riser cable). Essas fibras da categoria B são compatíveis com o sistema com as fibras ITU-T G.657.A (e ITU-T G.652.D) nas redes de acesso. Esta quarta edição da Recomendação ITU-T G.657 modifica, entre outras coisas, o uso de fibras da categoria A para todos os aplicativos (redes de acesso e redes de transporte em geral) onde as fibras ITU-T G.652.D são usadas, agora com características de flexão aprimoradas.
O que é uma rede de dados LAN ?
O que é uma rede de dados Lan? Neste post vamos esclarecer suas principais dúvidas sobre o assunto. Veja os tópicos que vamos abordar: O que é Principais tecnologias O que significa LAN? LAN (Local Area Network), ou Rede de Área Local, ou ainda simplesmente Rede Local, geralmente está localizada em um edifício, escritório, campus ou até mesmo em sua residência. Uma rede sem fio de uma empresa também faz parte da LAN. O que realmente limita a rede LAN é uma faixa de IP restrita à mesma, com uma máscara de rede comum. Possui conectividade em alta velocidade e sua característica principal é ser uma rede privativa, ou seja, alguém (pessoa ou organização) controla essa rede e o acesso a ela, em uma área geográfica limitada. Principais tecnologia de uma rede de dados Lan Principais tecnologias para redes LAN: Ethernet; IEEE 802.11 (WLAN – rede wireless local); É um dos escopos de redes mais populares e comuns. E conecta computadores, impressoras e outros dispositivos em redes domésticas e corporativas (Escolas, Empresas, Redes Domésticas, etc). Os principais meios de transmissão são os cabos de par trançado UTP e rede sem fio WI-FI. É limitada a algo entre centenas de metros e pouco quilômetros. Possui alta taxa de transferência de dados e uma quantidade limitada de usuários. Com custo de manutenção mais baixo do que os outros escopos de rede.
Qual a diferença entre UPC e APC?
Para quem está trabalhando com fibra óptica sempre vem este questionamento, qual o melhor polimento usar? Verde ou azul? APC ou UPC? Vejamos os conceitos básicos: O conector de polimento tipo UPC (Ultra physical Contact) possui polimento convexo, com uma superfície mais estreita do que o seu antecessor, o conector PC (Physical Contact). Comparando-se com seu antecessor, do tipo PC, o conector UPC proporciona uma taxa de retorno menor, já que o ponto de contato entre as duas fibras fica mais concentrado no centro. NO UPC toda a luz é refletida diretamente em direção à fonte de luz(emissor). Os padrões recomendam que a perda de retorno do conector UPC seja de -50dB ou superior. O APC (Angled Physical Contact) possui um corte angulado em 8º, que faz com que a perda de retorno (quantidade de luz que reflete de volta para a fonte de luz) seja ainda menor do que o conector UPC. No APC a luz é refletida em um ângulo, em comparação com a luz vinda do emissor. Isso causa algumas diferenças na perda de retorno, que é uma medida de luz refletida expressa como um valor negativo de dB (quanto maior o valor, melhor). Os padrões recomendam que a perda de retorno do conector APC deve ser de -60dB ou superior. Em geral, quanto maior a perda de retorno, melhor o desempenho do acoplamento dos conectores. Qual a diferença entre UPC e APC? A cor é a forma mais fácil de identificar e diferenciar cada tipo de conector: O conector APC sempre será da cor verde, enquanto o UPC será cor azul. No quesito desempenho, o conector APC terá um desempenho melhor do que o UPC, por conta da menor perda de retorno (ou seja, menos luz será espelhada e “devolvida” para a fonte emissora). APC é melhor que UPC? Não! O conector UPC possui um custo mais acessível e atende equipamentos como conversores de mídia, módulos SFP, OLT deve-se utilizar conectores com o polimento UPC, pois essas conexões normalmente possuem este tipo de polimento. E à maioria das aplicações convencionais menos sensíveis, como CATV, redes telecom, equipamentos ópticos, redes LAN e WAN e redes de processamento de dados. Quando o feixe de luz retorna exatamente no mesmo eixo do que os feixes incidentes (da ida), é possível que as luzes se colidam e cause uma “confusão” de sinal, e prejudique a qualidade do sinal óptico enviado. Já quando a luz retorna angulada, ela refletirá várias vezes no filamento da fibra. Sendo que, a cada vez que a luz reflete, há uma pequena refração pelo vidro. Portanto, até que esse feixe consiga atingir a fonte emissora, sua força já estará muito menor, provendo menor risco de interferir nos sinais ópticos incidentes. Além das aplicações convencionais que o UPC atende, os conectores APC também são indicados para aplicações mais complexas e sensíveis, como redes óticas passivas de alta velocidade e aplicações WDM que usarão vários comprimentos de onda via fibra monomodo e exigem sinalização de fibra óptica de alta precisão. Os conectores APC também são normalmente utilizados em aplicações ópticas passivas (PONs), devido ao fato de muitos desses sistemas também usarem sinais de RF para fornecer vídeo. Futuras redes óticas passivas de alta velocidade e outras aplicações WDM que usarão comprimentos de onda mais altos via fibra monomodo também provavelmente exigirão a perda de retorno reduzida. Atenção Os conectores APC e UPC nunca podem e não devem ser acoplados. Isso causa um desempenho ruim e pode destruir os dois conectores. A última coisa que você quer fazer é causar danos permanentes ao transmissor, especialmente com equipamentos monomodo de custo mais alto.
Conheça a Mini Caixa de Emenda Óptica SVT 12 fibras 2 Flex Telecom
Conheça a Mini Caixa SVT 12FO da 2Flex Telecom neste post. Ela é desenvolvida com polipropileno de alta resistência podendo assim suportar condições adversar, tais como vibração, impacto, a distorção do cabo de tração e as mudanças de temperatura fortes. Pode ser usada de forma aérea, subterrânea, montada em paredes ou dutos. Acompanha o produto a abraçadeira de metal perfurada e suporte para fixação aérea. Com a Mini Caixa SVT 12FO é possível fazer até 24 fusões ópticas em seu interior. Possui duas bandejas plásticas que no total podem acomodar 24 emendas de fibra. Fácil fechamento mecânico entre a cúpula e base através de um conjunto de abraçadeiras. Possui configuração unidirecional para até 4 cabos com diâmetro de 7 a 15mm. Com sistema de Vedação Termocontrátil (SVT). A caixa de emenda foi desenvolvida para proteger as emendas e fazer a distribuição ou concentração de cabos ópticos. A Caixa de Emenda Óptica SVT 12 fibras é completa com estes acessórios inclusos: • 12 Protetores de fusão óptica; • 04 Espaguete termocontrátil; • 04 Abraçadeira plástica; • 02 Suporte para fixação Aérea; • 02 Bandejas para acomodação das fibras; • 01 Fita Isolante; • 01 Papel laminado (Alta temperatura); • 01 Abraçadeira de metal perfurada; • 01 Clipe metálico; • 01 Tira de Lixa Ferro G-40; Conheça mais sobre este produto clicando no link (Mini Caixa SVT 12FO)
Future ISP Salvador
25º EDIÇÃO DO FUTURE ISP EXPEDIÇÃO – EM SALVADOR/BA O FUTURE ISP EXPEDIÇÃO é um evento regional composto por diversos eventos gratuitos organizados mensalmente pelo produtor do FUTURE ISP (o maior evento nacional de provedores e operadoras regionais, que ocorre no nordeste e em 2019 também em SP), e que abrange várias cidades de cada região do país, conforme calendário divulgado em nosso hotsite. Em 2018, nossos eventos regionais receberam efetivamente, mais de 8.000 participantes e nosso evento nacional, recebeu mais de 12.000 participantes, tendo um público total, maior que 20 mil participantes. Dezenas horas de palestras, workshops, consultorias e informações foram compartilhados gratuitamente entre nossos participantes e convidados. Os eventos do FUTURE ISP EXPEDIÇÃO duram um dia e sua agenda contempla palestras e painés de discussões com os maiores especialistas do setor de telecomunicações e provimento de acesso do país, expositores apresentando seus produtos e soluções, muita networking e informações, tudo de forma 100% gratuita. O público varia entre 300 e 1.000 pessoas, majoritariamente composto por diretores, gerentes e coordenadores das áreas de provimento de internet e telecomunicações. Para os profissionais do setor é uma grande oportunidade de ver de forma gratuita os melhores conteúdos, com foco nas necessidades de sua região, enquanto para as empresas do setor, há cotas de patrocínio que proporcionam o contato direto com um público selecionado e direcionado, proporcionando grande retorno em negócios sobre o investimento feito. Este evento é uma prévia do evento nacional FUTURE ISP. Maiores informações para nosso evento anual em www.futureisp.com.br;
Future ISP Olinda 2019
Nesta matéria do blog vamos falar sobre a participação na Future ISP Olinda 2019 que é um dos principais eventos tecnológicos no mercado nacional de provedores e operadoras regionais de telecomunicações do Brasil. O Congresso Future ISP desta vez sediado em Olinda. O CONGRESSO O FUTUREISP é um dos principais eventos tecnológicos no mercado nacional de provedores e operadoras regionais de telecomunicações do Brasil. O objetivo do FUTUREISP é reunir as forças do mercado e agregar às empresas e profissionais participantes um ambiente propício ao desenvolvimento de negócios, aprendizado e networking. EXPOSITORES São esperados cerca de 10.000 mil empresários no Centro de Convenções de Pernambuco. Seja um Expositor e aproveite as vantagens de estar no principal evento de Telecom do país. – Apresentação de portfólios: uma oportunidade única para as empresas mostrarem suas aplicações, serviços e soluções. – Oportunidade para conhecer os grandes players da indústria e entender melhor os seus papéis pela região. EXPEDIÇÕES O FUTUREISP EXPEDIÇÃO é um evento regional de incentivo e fomento ao mercado de telecomunicações nas diversas regiões do país. Com duração de um dia, cada evento promove painéis de discussão e palestras com os maiores especialistas do setor. (Evento Gratuito) 50 Palestras; 80 Personalidades; 12000 Visitantes; 110 Expositores; Vários parceiros regionais participaram deste evento que só temos a agradecer a cada um deles e em especial a H2I, TEC.WI, Filadelfia Info,Top Vendas, Rápido Infoshop, Power Network e TechNews. Temos certeza que o objetivo do evento foi cumprido. E foi desenvolvido muitos novos negócios, networking e muito aprendizado.
Fibra deve se tornar principal tecnologia de banda larga fixa no país em 2020
Acessos com a tecnologia vão superar os 30% de participação de mercado naquele ano, passando o xDSL, em franco declínio, e o cable modem, que perde clientes em ritmo mais lento, conforme levantamento da Teleco. Os acessos de banda larga fixa usando tecnologia de fibra óptica devem se tornar maioria no país em 2020, conforme cálculos feitos pela consultoria Teleco e divulgados no final de semana. A estimativa é que a fibra continue a ganhar mercado sobre o xDSL, que é usado principalmente pelas operadoras Telefônica e Oi. O cabo tende a perder espaço também, mas em um ritmo muito menor. O FTTx (fibra), que em 2016 equivalia a 6,5% dos acessos brasileiros, deve superar os 30% em 2020, um pouco mais que o xDSL e o cable modem. “Nos últimos 2 anos a fibra acumulou adições líquidas de 3,9 milhões de acessos, enquanto os acessos de pares metálicos (xDSL) encolheram em 1,1 milhão”, destaca a Teleco. Embora Telefônica e Oi estejam migrando clientes para a fibra, são os provedores regionais de acessos que estão disseminando a fibra óptica no Brasil. As chamadas operadoras competitivas terminaram 2018 responsáveis por 57% dos acessos em fibra. Enquanto Telefônica tinha 46% dos acessos xDSL e a Oi, 44%. “A Vivo ainda conseguiu compensar estas perdas com o crescimento dos acessos em fibra, o que não ocorreu com a Oi”, ressalta a consultoria. O interesse pela tecnologia FTTX parece conduzir as operadoras competitivas ao crescimento, e as operadoras tradicionais, à retração. Os ISPs foram responsáveis por 84% das 2,14 milhões de adições de 2018. Enquanto as demais perderam clientes apesar dos esforços em migrar para FTTH. O levantamento da Teleco na íntegra pode ser conferido aqui. Fonte: Telesíntese
22º EDIÇÃO DO FUTURE ISP EXPEDIÇÃO – NO RIO DE JANEIRO/RJ
A 2 Flex Telecom convida os parceiros e amigos provedores para participar do FUTURE ISP EXPEDIÇÃO. Que é um evento regional composto por diversos eventos gratuitos organizados mensalmente pelo produtor do FUTURE ISP (o maior evento nacional de provedores e operadoras regionais, que ocorre no nordeste e em 2019 também em SP), e que abrange várias cidades de cada região do país, conforme calendário divulgado em no site (Clique aqui). Em 2018, os eventos regionais receberam efetivamente, mais de 8.000 participantes e o evento nacional, recebeu mais de 12.000 participantes, tendo um público total, maior que 20 mil participantes. Dezenas horas de palestras, workshops, consultorias e informações foram compartilhados gratuitamente para os participantes e convidados. Os eventos do FUTURE ISP EXPEDIÇÃO duram um dia e sua agenda contempla palestras e painés de discussões com os maiores especialistas do setor de telecomunicações e provimento de acesso do país, expositores apresentando seus produtos e soluções, muita networking e informações, tudo de forma 100% gratuita. O público varia entre 300 e 1.000 pessoas, majoritariamente composto por diretores, gerentes e coordenadores das áreas de provimento de internet e telecomunicações. Para os profissionais do setor é uma grande oportunidade de ver de forma gratuita os melhores conteúdos, com foco nas necessidades de sua região, enquanto para as empresas do setor, há cotas de patrocínio que proporcionam o contato direto com um público selecionado e direcionado, proporcionando grande retorno em negócios sobre o investimento feito. Este evento é uma prévia do evento nacional FUTURE ISP. Maiores informações para nosso evento anual em www.futureisp.com.br; INFORMAÇÕES ADICIONAIS: HOTEL BRISA BARRAAv. Lúcio Costa, 5700 – Barra da TijucaRio de Janeiro – RJ, CEP: 22620-172TEL: (21) 3433-6600 Fonte: Future ISP