Nesse post vamos explicar TODAS as diferenças entre um conector ORIGNAL 2FLEX e um CÓPIA. Em alguns casos, o conector cópia não terá todas essas diferenças, mas listamos todas as desconformidades do produto, que são: • TAMPA: Conforme mostrado na imagem, os produtos originais de conector APC e UPC possuem tampas opacas. Já as cópias APC utilizam tampa verde e as UPC tampa trasnparente. • CORPO: Na carcaça do produto original há a palavraPlaca de “TC-1”, mas não na cópia. • PLACA DE COBERTURA: Os conectores originais utilizam uma placa de cobertura grande, enquanto as cópias utiliza uma placa de cobertura pequena. • RANHURA: O conector original não possui um design especial sob a placa de cobertura, há um design elevado na parte inferior da placa de cobertura da cópia e um design mais amplo na ranhura em V perto do ferrolho. • SULCO: O comprimento do sulco da cauda e do ferrolho original é diferente da cópia, sendo a cópia tendo o sulco menor e o ferrolho maior. • MANUAL: As instruções do produto original é no tamanho de papel A4, enquanto a cópia é no tamanho de papel A5. • CLIPE DE PRESSÃO: O clipe de pressão original é plano, diferente da cópia que é arredondado. • GABARITO: O gabarito original é embalado em um saco selado com um clipe de cabo de fibra óptica sobressalente e panos de limpeza. Na cópia, não há acessórios. O gabarito original tem as pontas para abrir o conector na sua face superior e na sua face inferior o sulco dele é plano e não chanfrado. Fique atento para sempre adquirir produtos de qualidade para a sua rede. Conte conosco para isso! Para saber mais, clique aqui (www.2flex.com.br).
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Rede de fibra óptica submarina que liga o Brasil a Europa começa a operar em julho
Rede de fibra óptica submarina que liga o Brasil a Europa começa a operar em julho a obra custou R$ 1 bilhão, tem 6,2 mil quilômetros e permite reduzir em até 50% o tempo de resposta na transmissão de dados; tecnologia melhora a qualidade de streaming, dá suporte ao 5G e beneficia gamers. Pouco mais de seis meses desde que começou a ser instalalado, um novo cabo submarino de fibra óptica de alta capacidade ligando o Brasil à Europa começará a operar até julho. A tecnologia permite reduzir em até 50% o tempo de resposta na transmissão de dados – conhecido como latência – e beneficiará milhões de jogadores de games e consumidores de streaming, além de impactar negócios digitais, serviços em nuvem, bancos eletrônicos e mídia de entretenimento. Com investimento seja de cerca de R$ 1 bilhão, a rede EllaLink será a primeira a ligar diretamente o Brasil ao continente europeu, já que, até agora, a conexão de cabos de fibra óptica entre eles passava pelos Estados Unidos. Ao todo, serão 6,2 mil quilômetros de cabos que vão conectar a capital cearense Fortaleza à cidade de Sines, em Portugal. A inovação terá equipamentos para estender a transmissão de dados no país até São Paulo e Rio de Janeiro e a Lisboa, Madri e Marselha, no outro lado do Atlântico. O cabo começou a ser instalado em Fortaleza em dezembro, ocasião em que foi ancorado na areia da Praia do Futuro e levado por um navio até um ponto de encontro no oceano onde se juntou a outro cabo transportado por uma embarcação que saiu de Sines. Ancoragem de cabos em Sines, Portugal Foto: Divulgação Mergulhadores auxiliaram a fixar os cabos no fundo do oceano, o que podia chegar a quase 5 mil metros de profundidade. A conexão foi concluída em março. Desde então, testes vêm sendo conduzidos para que a estrutura comece a funcionar ainda em junho. GAMES No caso de games, a melhora na transmissão de dados tende a ser decisiva em partidas online, nas quais milésimos de segundos podem determinar ganhadores e perdedores. Em jogos populares como Fortnite, League of Legends e Starcraft, a conexão dos cabos de fibra óptica poderá ser uma vantagem crucial em confrontos equilibrados, segundo Vicent Gatineau, diretor de marketing e de vendas da EllaLink, empresa cuja sede está localizada em Dublin, na Irlanda. Gamers serão beneficiados com a velocidade de transmissão de dados Foto: Kevork Djansezian / Getty Images “Se imaginarmos dois jogadores, um brasileiro e um europeu, numa partida online mirando no mesmo alvo e ao mesmo tempo, o diferenciador entre ganhar e perder será quem o atinge primeiro, e isso é determinado pela latência”, explica o executivo. Somente no Brasil estima-se que há mais de 67 milhões de praticantes de games, segundo pesquisa encomendada pela Brasil Game Show (BGS) ao Instituto Datafolha em agosto do ano passado. O segmento movimenta em torno de R$ 8 bilhões por ano. Ancoragem do cabo de fibra óptica na Praia do Futuro, em Fortaleza Foto: Divulgação O novo cabo também vai atender a uma demanda recente de consumo por parte de clientes que antes eram limitados às telecomunicações e às OTTs, plataformas de distribuição de conteúdos pela internet, como empresas de streaming. A rede ainda almeja acabar com necessidades de interconectividade de longo prazo de comunidades de pesquisa e educação da Europa e da América Latina. A Ellalink, cujo principal acionista é o fundo de ações europeu Marguerite, vem recebendo aportes para fornecer à comunidade científica dados precisos em tempo real sobre as condições do fundo do mar ao longo da rota do cabo. Mapa mostra conexão da rede de fibra óptica que liga o Brasil à Europa Foto: Divulgação “Agora estão surgindo vários clientes pequenos, querendo acessar diretamente serviços que demandam alta capacidade, e isso gera um efeito em todo o ecossistema, com disseminação de grande quantidade de data centers, grandes e pequenos, fora dos EUA”, afirmou Gatineau. Fonte: Época
Mitos e verdades sobre a fibra óptica
Apesar de parecer recente, a fibra óptica é uma tecnologia utilizada há bastante tempo. Em 1988, foi empregada em larga escala ao cruzar o Oceano Atlântico, interligando América e Europa com conexões de alta velocidade. Entretanto, somente no século XXI ela ganhou destaque, passando a ser gradativamente mais usada por empresas dos mais variados setores. Nesse sentido, determinados mitos sobre fibra óptica também se tornaram comuns, fazendo com que novos usuários ainda desconfiem da eficiência e da segurança dessa tecnologia. Sendo assim, apresentaremos a seguir alguns dos principais mitos e verdades a respeito dessa tecnologia, que tem sido responsável pela troca de informações ao redor do mundo. Continue a leitura e saiba mais! 1. A fibra óptica é mais cara Mito! É comum que, antes de se popularizar, uma tecnologia superior seja mais cara. Isso aconteceu com os computadores, smartphones e com a própria internet. Por outro lado, conforme a demanda cresceu, os custos caíram e hoje é possível encontrar a fibra óptica por valores muito mais acessíveis. Falando em custos, sua durabilidade permite gastar menos com manutenção, compensando o investimento feito. Além disso, a tecnologia da fibra óptica também ajuda na economia de energia, já que utiliza a luz para transmitir dados. 2. É mais segura e eficiente Verdade! Cabos de fibra óptica figuram como alternativa mais segura do que cabos tradicionais — compostos de cobre, visto que utilizam luz na transmissão de dados. Além de não superaquecerem, isso gera um menor risco de incêndio do que aqueles que se valem da eletricidade para essa tarefa. A eficiência também está ligada ao fato de não serem afetados por ventos, chuva ou questões ambientais semelhantes, possibilitando um tráfego de dados com menor degradação da própria estrutura. No fim das contas, a conexão se torna mais estável e a estrutura dura mais tempo. 3. A instalação é mais complexa Mito! Esse mito também é oriundo da época em que a fibra óptica era uma tecnologia nova e desconhecida. Há anos, as conexões eram realmente mais complexas e demandavam muito mais especialização do que hoje. Entretanto, a tecnologia passou por diversas atualizações ao longo do tempo, de modo que atualmente as conexões são mais práticas. Além disso, peso e diâmetro são menores, o que facilita a sua instalação. Assim, diversos profissionais preferem, inclusive, contar com a fibra óptica em sua infraestrutura. 4. É ambientalmente mais correta Verdade! A fibra óptica consiste em um tipo de instalação mais amigável para o meio ambiente. Como se não bastasse a transmissão de dados via luz, ela é composta por um material encontrado em quantidade muito maior no planeta. Isso ajuda a evitar incêndios ou outros desastres relacionados à eletricidade. Desse modo, seu uso garante segurança e é um tanto quanto menos nocivo para a natureza do que instalações com cabos de cobre. 5. Instalações do tipo são impossíveis de hackear Mito! A ideia de que é impossível hackear instalações com fibra óptica existe porque conexões de cobre permitem a captação de sinais eletromagnéticos, possibilitando o acesso às informações ali transmitidas. Isso não acontece em conexões de fibra óptica, visto que elas mantêm os sinais dentro dos cabos sob qualquer cenário. Porém, ainda com essa segurança, as instalações que utilizam fibra óptica podem ser invadidas. A questão é que, nesse caso, seria preciso fazer contato físico com o cabo, notando-se ”apenas” uma segurança maior em relação às tradicionais. 6. Internet por fibra óptica é mais rápida Verdade! A principal opção à fibra óptica são as tradicionais redes UTP, que normalmente permitem uma conexão com velocidade de até 100Mbps, dependendo das especificações do cabo. Uma alternativa é a tecnologia dos cabos CAT6 que, apesar de ser mais rápida que as redes UTP, não se tornou tão popular. Nesse cenário, as redes de fibra óptica vencem novamente ao permitirem conexões mais rápidas do que as vistas nos dois tipos citados anteriormente. É possível alcançar até 50 Gbps, uma velocidade bastante superior. Isso significa que é teoricamente possível transmitir dados a uma velocidade bem acima da média. Entretanto, as operadoras que contam com fibra óptica na sua infraestrutura ainda entregam velocidades semelhantes às encontradas nas instalações tradicionais. Dentro do contexto, a expectativa é que haja um aprimoramento no uso das redes de fibra óptica. Enquanto as tradicionais estão no limite, as transmissões via luz ainda guardam uma enorme potência a ser explorada. 7. Os cabos são mais frágeis por serem de vidro Mito! O vidro dos cabos de fibra óptica é composto por sílica ultrapura. Isso significa muita resistência a pressão e temperaturas pouco amigáveis. Sua resistência à tração, por exemplo, é superior a 42 t/cm² — maior do que a dos cabos tradicionalmente empregados. Outro aspecto da proteção contra danos encontrada em cabos de fibra óptica é a presença do Kevlar no revestimento, conferindo uma resistência superior à do aço. Na instalação, entretanto, é fundamental tomar cuidados específicos. Ao cortar um fio, por exemplo, o técnico não deve danificar o núcleo de vidro. Além disso, nesse momento, sujeiras podem atrapalhar a qualidade da conexão, já que interferem nos feixes de luz transmitidos. 8. Não sofre com interferências eletromagnéticas Verdade! Cabos de fibra óptica contam com um revestimento que dá mais resistência à deterioração do que os tradicionais. Além disso, não deixam escapar sinais eletromagnéticos para o meio externo, não transmitem dados com eletricidade e têm o núcleo de vidro protegido por materiais isolantes. A vantagem aqui é que essas instalações disponibilizam uma segurança maior em relação às redes tradicionais, já que invasores não podem usar vazamentos de sinal para ter acesso a dados — seria necessário chegar até o núcleo da fibra para isso. Portanto, a fibra óptica tende a ser uma tecnologia muito mais difundida com os mitos sobre sua tecnologia sendo desvendados, e o seu potencial explorado pelas grandes empresas, gerando cada vez mais vantagem para os usuários. Entendeu quais são os mitos sobre fibra óptica e tudo que essa tecnologia pode oferecer? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Então, entre em contato conosco …
O que é CTO? – Glossário do Provedor
O que é CTO? São tantas siglas quando se começa a trabalhar com telecomunicações ou com redes ópticas. Neste post iremos abordar alguns tópicos importante sobre este equipamento essencial: O que é ? Para que serve? O que é CTO? Esta sigla significa Caixa de Terminação Óptica. Para que serve? A Caixa de Terminação Óptica foi projetada especialmente para Provedores de Internet(ISP) e Operadoras para distribuição de cabeamento Drop em campo. Ideal para conectar o cabo AS-80, ASU ou FIG 8 nas fibras Drop para que seja possível o atendimento ao usuário final. Utilizada para acomodação de fusões ópticas, proteger as emendas ópticas por fusão e de instalação necessária para a construção da rede óptica Fttx. A 2 Flex Telecom possui vários modelos para melhor lhe atender. Caixas completas com conectores com polimento UPC e APC e caixas vazias para montar do seu jeito. Caixa de Terminação Óptica para 8 conexões; Completa SC/APC; Completa SC/UPC; Vazia sem splitter e sem conector; Caixa de Terminação Óptica para 16 Conexões; CTO Dual; Vazia sem splitter e sem conector; Completa SC/APC; Completa SC/UPC; Veja neste POD Cast a CTO 16FO Dual É importante que a CTO possua amplo espaço interno para as fusões e acomodação do splitter óptico em seu interior. Evitando a atenuação.
O que é polimento em fibra óptica?
Saber qual conector óptico usar para instalação ou manutenção da em redes de fibra óptica é um pré-requisito para qualquer técnico por causa do polimento.Os conectores, splitter’s e pactch coords possuem diferentes tipos de polimento. Neste post, explicaremos os tipos de polimentos e o que eles mudam no desempenho dos conectores. Polimento? O que é isso? Polimento é o tipo de acabamento que o conector óptico possui em sua extremidade. É a maneira como é polido o ferrolho. O ferrolho é a estrutura que fará a transferência luminosa em um conector. Todos os conectores são machos. Os ferrolhos são estruturas cilíndricas ou cônicas que são inseridos nos conectores ópticos. PC (Physical Contact – contato físico) O polimento PC possui um formato convexo, onde há contato físico entre os conectores, o que ocasiona um menor retorno da luz. A perda de retorno nesse tipo de conector é em torno de -40dB, tendo sua aplicação em taxas até 1Gbps. SPC (Super Physical Contact – super contato físico) Já o conector Super Physical Contact (SPC) é uma evolução tecnológica sobre os conectores PC, no qual as superfícies são polidas com melhor acabamento e permitem maior precisão no contato entre os conectores. Nesse caso, a perda de retorno foi reduzida, ficando em torno de -45dB. UPC (Ultra Physical Contact – ultra contato físico) No polimento UPC também há contato físico entre os conectores, porém seu polimento possui um ângulo mais agudo, visando que apenas o núcleo da fibra faça o contato físico. Sua perda de retorno é ainda menor, ficando em torno de -55dB, tendo sua aplicação em taxas até 2,5Gbps. APC (Angled Physical Contact – contato físico com ângulo) No polimento APC há contato físico entre os conectores, porém seu polimento possui um corte num ângulo de 8˚, proporcionando uma conexão ainda mais firme e precisa entre dois polimentos. É o modelo mais recente e devido ao encaixe a perda é muito baixa, em torno de até -65dB.
Você conhece o código de cores de fibras ópticas?
Você conhece o código de cores de fibras ópticas? Parece ser um algo fácil para os técnicos de fibras mais experientes, mas quem está começando no mundo do FTTx normalmente tem dificuldades para identificar as fibras de um cabo óptico. Como saber a organização das fibras, principalmente na sangria de um cabo de backbone onde várias fibras já estão “em funcionamento” e quebrar uma delas por engano pode resultar na queda do serviço de muitos clientes. Vamos primeiramente conhecer a sequência de cores das fibras ópticas apresentadas na tabela 1, abaixo: A primeira sequência de cores é a utilizada no Brasil e foi definida pela ABNT para todos os fabricantes nacionais na construção de seus cabos. A segunda sequência é conhecido como “padrão internacional”, foi definida por um instituto de normatização americano chamado EIA e é adotado por vários países e fabricantes de todo o mundo. Tão importante quanto conhecer a numeração das fibras, é conhecer como numerar corretamente os tubos loose dos cabos, que está apresentada na tabela 2. O padrão ABNT coloriu apenas os tubos 1 (verde) e 2 (amarelo) deixando os demais tubos do cabo todos com a cor branca ou natural. Num cabo por exemplo de 72 fibras temos 6 tubos loose e consequentemente haverá uma dificuldade maior em identificar e numerar todos os tubos se o cabo estiver no padrão ABNT; uma vez que somente os tubos 1 e 2 estarão coloridos e os outros 4 tubos com a cor branca.
Fibra deve se tornar principal tecnologia de banda larga fixa no país em 2020
Acessos com a tecnologia vão superar os 30% de participação de mercado naquele ano, passando o xDSL, em franco declínio, e o cable modem, que perde clientes em ritmo mais lento, conforme levantamento da Teleco. Os acessos de banda larga fixa usando tecnologia de fibra óptica devem se tornar maioria no país em 2020, conforme cálculos feitos pela consultoria Teleco e divulgados no final de semana. A estimativa é que a fibra continue a ganhar mercado sobre o xDSL, que é usado principalmente pelas operadoras Telefônica e Oi. O cabo tende a perder espaço também, mas em um ritmo muito menor. O FTTx (fibra), que em 2016 equivalia a 6,5% dos acessos brasileiros, deve superar os 30% em 2020, um pouco mais que o xDSL e o cable modem. “Nos últimos 2 anos a fibra acumulou adições líquidas de 3,9 milhões de acessos, enquanto os acessos de pares metálicos (xDSL) encolheram em 1,1 milhão”, destaca a Teleco. Embora Telefônica e Oi estejam migrando clientes para a fibra, são os provedores regionais de acessos que estão disseminando a fibra óptica no Brasil. As chamadas operadoras competitivas terminaram 2018 responsáveis por 57% dos acessos em fibra. Enquanto Telefônica tinha 46% dos acessos xDSL e a Oi, 44%. “A Vivo ainda conseguiu compensar estas perdas com o crescimento dos acessos em fibra, o que não ocorreu com a Oi”, ressalta a consultoria. O interesse pela tecnologia FTTX parece conduzir as operadoras competitivas ao crescimento, e as operadoras tradicionais, à retração. Os ISPs foram responsáveis por 84% das 2,14 milhões de adições de 2018. Enquanto as demais perderam clientes apesar dos esforços em migrar para FTTH. O levantamento da Teleco na íntegra pode ser conferido aqui. Fonte: Telesíntese
Tipos de redes Ópticas
Conheça neste post os Tipos de redes Ópticas. As redes de cabo de par trançado(UTP) atualmente estão chegando ao seu limite máximo de capacidade de transmissão. E a evolução do mercado das telecomunicações nos mostra que a necessidade de largura de banda vai crescer exponencialmente. Um dos limitantes é a distância de transmissão que, em elevadas taxas, restringem seu comprimento máximo. Necessitam de equipamentos ativos na rede externa. Sobrecarregam os custos de operação e manutenção. As pessoas estão cada vez mais utilizando a banda larga para consumir serviços “online”. As tecnologias de infraestrutura segue otimizando serviços para atender a todos com comodidade e segurança. FTTx, ou “Fiber to the x” é um termo genérico para uma arquitetura de rede de banda larga através de fibra óptica. Ela veio para substituir por completo ou em parte do cabeamento utilizado para telecomunicações. Uma rede óptica passiva (PON – Passive Optical Network) é uma rede ponto-multiponto onde a fibra chega até a rede do usuário final. É composta de divisores ópticos passivos que são utilizados para permitir que uma única fibra óptica atenda diversos usuários finais, variando entre 32 a 128. Uma configuração PON reduz a quantidade de fibra e equipamentos na central quando comparadas com as arquiteturas ponto a ponto. Todas as aplicações finais que compartilham uma fibra recebem os sinais transmitidos pela central. Para os sinais que retornam dos pontos de acessos, os mesmos são combinados usando protocolo de múltiplo acesso. Uma rede FTTx pode apresentar várias arquiteturas: Fiber to the node (FTTN) – Fiber-to-the-node – ao sair da central, essa conexão liga-se à um armário de rua ‘’street cabinet’’ com a conexão final ao cliente sendo de cobre. Fiber to the curb (FTTC) – onde a fibra vai até um armário na rua e a distribuição para os assinantes naquela vizinhança, tendo como meio o cabo coaxial ou o par de cobre. Fiber to the home (FTTH) – Solução FTTH é uma arquitetura de rede de transmissão óptica, onde a rede drop adentra a residência do assinante que é servido por uma fibra óptica exclusiva para este acesso. Geralmente entre a rede drop de descida e a rede interna do assinante, é utilizado um mini-Dio ou um bloqueio óptico (FOB) para realizar a transição do sinal óptico ao interior da residência. Após esta transição, o sinal é propriamente disponibilizado através de uma extensão ou cordão óptico para o receptor óptico deste assinante. Fiber to the building (FTTB) – Solução FTTB é uma arquitetura de rede de transmissão óptica, onde a rede drop finaliza na entrada de um edifício (Comercial ou Residencial). A partir deste ponto terminal, o acesso interno aos usuários é realizado geralmente através de uma rede metálica de cabeamento estruturado. Onde a fibra vai até o prédio e a distribuição para os assinantes são feitas através de uma rede Ethernet tendo como meio o cabo coaxial ou o par de cobre. Fiber to the desktop (FTTD) – Solução FTTD é onde a conexão de fibra é instalada a partir da principal sala de informática a um terminal ou fibra conversor de mídia perto da mesa do usuário. Fiber to the apartament (FTTA) – Solução FTTA é uma arquitetura de rede de transmissão óptica, onde a rede drop adentra o edifício (Comercial ou Residencial) chegando a uma sala de equipamentos. A partir desta sala, o sinal óptico pode sofrer uma divisão do sinal através do uso de splitters ópticos. Sendo encaminhado individualmente a cada apartamento/escritório. Outras alternativas de divisão interna ao prédio podem ser implementadas. O ponto terminal de acesso interno aos usuários é levado para dentro do apartamento/escritório. Sempre por uma única fibra. Vantagens de uso de FTTx Economia de energia; Redução de consumo de PVC e cobre; Não gera e não é afetado por EMI (interferência eletromagnética); Conexões mais estáveis e com mais precisão.
Fibra Óptica x Rádio Frequência: qual ideal para você?
As redes de fibra óptica oferecem conexões de alta velocidade e com grande estabilidade, permitindo que uma grande quantidade de informações sejam transmitidas por um mesmo cabo. Já as redes de alta frequência conseguem unir a conexão à internet em locais de difícil acesso a baixos custos de instalação. Se você quer conhecer mais sobre essas duas tecnologias, leia o artigo de hoje!