O que é cabo DAC ? Significa é Direct Attach Cooper também conhecido como DAC, é muito importante dentro de um datacenter ou backbone pois é aplicado para conectar interfaces / portas ópticas em Switches, Roteadores de Comutação, OLT’s, Servidores, Firewalls, Placas PCI, Equipamentos de áudio e vídeo, Automação comercial, conversores de mídia entre outros. Se você já usa um cabo DAC e quer saber qual é a melhor opção, continue lendo este artigo e confira os tópicos a seguir. • O que é cabo DAC? • Qual a importância dele para a qualidade das redes? • Por que ele tem um bom custo-benefício? O que é um cabo DAC? O cabo DAC é a forma mais funcional de cabeamento para conexões de alta velocidade e direta entre dispositivos de rede de fibra. Com ele, você não precisa comprar um SDP e um cordão para interligar os seus dispositivos, pois já vem tudo pronto de fábrica. Basicamente é composto por cabo de cobre plugado por módulos transceivers ópticos em cada uma das suas extremidades. Qual a importância do cabo para a qualidade das redes? O cabo DAC consome menos energia se comparados a outra solução feita por transceivers e cordões ópticos, proporcionando uma economia a longo prazo. Os valores dos cabos são muito mais acessíveis pois vem conectorizados de fabrica e não precisam de painel de conexão e nem de cabos adicionais quando são conectados a equipamento ópticos; Além de ser de fácil implementação pois apenas um componente precisa ser conectado. Facilitando a interligação dos componentes. Por que ele tem um bom custo-benefício? Seu benefício principal é o custo, embora haja outros benefícios como, os cabos serem feitos de cobre twinax e serem fisicamente mais fortes dificultando serem danificados no manuseio dentro do datacenter ou backbone. Sendo compatíveis com os melhores dispositivos no mercado. Os cabos DAC da 2 Flex possuem metragens de 1metro, 3 metros e 5 metros e são feitos de cobre e são ideais para interligar equipamentos instalados no mesmo rack. São confeccionados com revestimento LSZH(Low smoke zero halogen) que é um material resistente a fogo, fumaça e altas temperaturas promovendo proteção e qualidade. Clique aqui (2flex.com.br) e conheça essa linha de produtos para sua conexão óptica.
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Porque identificar o perfil do seu cliente ideal
Empresas de todos os portes e segmentos de mercado devem saber quem é o seu cliente ideal. Desse modo, é possível obter muitos benefícios para o seu negócio. Afinal, com essa medida consegue-se criar estratégias mais eficientes para atrai-lo e conquistá-lo. Da mesma forma, evitam-se prejuízos com clientes que apenas causam dor de cabeça. Mas como e porque identificar o perfil do seu cliente ideal? Para saber mais a respeito do assunto, continue lendo este artigo e confira nos tópicos a seguir as principais informações. • Importância de identificar o perfil do seu cliente ideal • Como identificar o perfil do seu cliente ideal Importância de identificar o perfil do seu cliente ideal Descobrir qual o perfil ideal de cliente para sua empresa é um passo importante na conversão de vendas. Isso acontece porque ao saber quem são os consumidores que mais combinam com o seu produto ou serviço é possível segmentar campanhas de marketing e gerar vendas com mais assertividade. De modo similar, a sua empresa gasta menos com a aquisição de novos clientes. Afinal, ao identificar o cliente ideal, as campanhas de marketing acertam de primeira, sendo desnecessário investir altos valores em publicidade. Sem contar que ao alcançar o cliente certo, as chances dele se fidelizar a sua marca são maiores. Com a fidelização, também gasta-se menos, pois ele já conhece o seu produto e serviço. Assim, não é preciso investir em marketing para esse público, apenas em ações para mantê-lo fiel a sua marca. Sabe-se que campanhas para novos clientes são mais custosas, portanto, mais uma razão para apostar nessa estratégia. Outros benefícios são metas atingidas com mais facilidade, taxa menor de cancelamento e maior valorização e visibilidade da sua empresa. Afinal, clientes fiéis costumam falar bem para amigos e familiares das marcas com as quais tiveram experiências satisfatórias de compra. Portanto, identificar e investir na conquista do seu cliente fiel é uma atitude inteligente para o seu negócio. Como identificar o perfil do seu cliente ideal • Faça um levantamento de dados O primeiro passo para identificar o perfil do seu cliente ideal é com um levantamento de dados. Para tanto, é possível estudar a base de dados da sua empresa, verificando as informações disponíveis no cadastro. Analise mais profundamente as informações referentes aqueles que são mais assíduos e adquirem produtos e serviços de maior valor. • Verifique as peculiaridades dos clientes Depois de averiguar as características que se destacam dentro da sua clientela e ajudam a formar o perfil do seu cliente ideal, o próximo passo é analisar as peculiaridades existentes. Veja quais clientes elogiaram a empresa ou a indicaram a outras pessoas e o que eles têm em comum. Confira ainda as necessidades que o seu negócio atendeu a respeito desses clientes e como fez isso, pois esse é o diferencial da sua marca. • Busque informações com os vendedores Mais um passo importante é conversar com os seus vendedores, consultores e outros colaboradores que atuam mais diretamente no atendimento do público. Eles podem ajudar a esculpir em mais detalhes o perfil do consumidor no qual vale a pena investir. Inclusive, indicando pessoas e empresas que atendem com frequência e com as quais possuem um bom relacionamento. Outra maneira de identificar o cliente perfeito é saber qual o perfil de consumidor que tem o costume de cumprir os seus compromissos financeiros com assiduidade. Coloque em prática essas dicas e boas vendas.
Usar ou não usar a roseta óptica?
É normal que haja dúvida sobre utilizar ou não utlizar a roseta óptica. Junto a esse questionamento, surgem outros, como o que é correto e quais são as vantagens da sua utilização. Se você também deseja saber qual é a melhor opção, continue lendo este artigo e confira os tópicos a seguir. • O que é a roseta óptica? • Utilizar ou não utilizar a roseta óptica? O que é a roseta óptica Antes de saber se o melhor é utilizar ou não utilizar a roseta óptica, vale a pena esclarecer que esse componente é chamado ainda de PTO (Ponto de Terminação Óptica). O seu objetivo consiste em acomodar e proteger a emenda por fusão ou Cabo Drop conectorizado dentro da casa do assinante que contratou o seu provedor de internet. Essa terminação pode acontecer de duas maneiras. Uma delas, por meio de uma fusão do Cabo Drop a um pigtail. E a outra forma é com a montagem de um conector óptico de montagem em campo no Cabo Óptico Drop e o uso de um adaptador óptico e um Pathcord Óptico. Para acomodar a fusão entre o cabo drop e um cordão para ser conectado à ONU, antigamente, antes de surgirem os conectores de campo, usar o PTO era a única opção. Isso porque a roseta óptica servia como uma “caixa de emenda óptica” dentro da residência do assinante. Porém, atualmente, os conectores de campo se tornaram mais acessíveis e populares. Desse modo, é normal que se questione a possibilidade de montá-lo na ponta do drop e conectá-lo diretamente à ONU sem o uso da roseta óptica. Utilizar ou não utilizar? Agora que já foi explicado o contexto da pergunta se é melhor usar ou não a roseta óptica, é possível respondê-la: Depende. Inicialmente, a resposta é não, pois os conectores de campo são ótimas soluções para qualificar o tempo das instalações de clientes FTTH. Por outro lado, os conectores de campo não são tão robustos como os conectores montados em fábrica. Além disso, os cabos drops compactos são bem menos flexíveis que os cordões ópticos. Dito isso, os conectores de campo não são recomendados onde a ONU do cliente não é fixa. Afinal, é normal que o usuário tenha uma ONU em cima de uma mesa ou estante e que o movimente com alguma frequência para limpar o local. Nessas condições, portanto, a resposta é sim para o uso da roseta óptica, que é mais adequada para clientes com esse perfil. Se nesses casos o PTO não for usado, o conector de campo será danificado. Mas se a ONU puder ser fixada na parede então, não haveria problema. De todo o modo, é importante que a roseta óptica tenha um tamanho apropriado, bem como um bom acabamento. Assim, a sua instalação não incomodará o cliente. E para encontrar as melhores rosetas ópticas do mercado você deve conhecer as oferecidas pela 2 Flex Telecom. Elas acomodam até dois conectores e têm capacidade para emendas ópticas por fusão ou emendas mecânicas. As rosetas ópticas da 2 Flex possuem estrutura compacta, são fáceis de manusear e fabricadas em plástico de alta resistência mecânica. Clique aqui (2flex.com.br) e conheça esses e outros produtos para o seu provedor de internet.
ABRINT defende inclusão de trabalhadores do setor no Plano de vacinação contra a COVID-19
ABRINT defende inclusão de trabalhadores do setor no Plano de vacinação contra a COVID-19 A ABRINT protocolou ofícios junto a Presidência da República, Ministério da Saúde e Ministério das Comunicações em que defendeu a inclusão dos trabalhadores de telecomunicações na lista de grupos prioritários do Plano Nacional de Imunização contra a Covid-19. Nos ofícios, a ABRINT manifestou preocupação com a situação dos trabalhadores do setor e enalteceu a atividade que, durante a pandemia, tornou-se ainda mais essencial. “Graças ao empenho do nosso setor, milhões de brasileiros conseguiram seguir trabalhando e estudando, se entretendo e se comunicando – vivendo – nestes duros períodos de isolamento social experimentados desde o ano passado. Dentre as poucas certezas que colhemos deste período, está a de que a internet nunca foi tão necessária e a de que mais o será a cada novo dia”, diz o ofício. O texto esclarece que não é intenção da associação se sobrepor a nenhum outro grupo prioritário, mas que o governo se sensibilize e, levando em conta o papel fundamental do setor, considere a possibilidade de inclusão dos trabalhadores dos serviços de telecomunicações e internet no grupo prioritário de vacinação contra a COVID-19. “(…) há de ser reconhecido o sacrifício empenhado pela classe dos trabalhadores de provedores de internet em prol da mantença da conectividade de todos os brasileiros”, finaliza. ABRINT defende inclusão dos profissionais de Telecomunicações no Plano de vacinação contra COVID-19. Gerência de Comunicação e Relacionamento Institucional Fonte: Abrint
Conheça o Distribuidor Interno Óptico 144FO da 2 Flex Telecom
O Distribuidor Interno Óptico 144FO, também conhecido como DIO, é muito importante dentro de um datacenter ou backbone pois os cabos ópticos usados para lançar fibras são inflexíveis e pouco adequados para manobras em racks. Se você já usa um DIO e quer saber qual é a melhor opção, continue lendo este artigo e confira os tópicos a seguir. • O que é um distribuidor interno óptico? • Qual a importância do DIO para a qualidade das redes? • Por que ele tem um bom custo-benefício? O que é um distribuidor interno óptico? O Distribuidor Interno Óptico 144FO é apropriado para utilização em rede de telecomunicações. Pois contém bandeja retrátil que permite fazer as conexões através de bandeja interna em cabo óptico. Acompanha uma régua em seu painel frontal com adaptadores ópticos duplex LC já instalados e régua frontal para acomodação dos cordões ópticos, além do sistema de vedação para inibir a entrada de água, poeira e até mesmo insetos. Possui pinos guia para fixação dos cabos ópticos, bandejas para acomodação dos protetores de fusão óptica, borracha de vedação nas 4 entradas dos cabos principais localizadas na parte traseira do gabinete. Este DIO possui capacidade para até 144 conexões ópticas. Ele é recomendado para aquelas aplicações que requerem uma densidade de fibra maior em um menor espaço no rack de 19″ pois seu tamanho é de 2U. Qual a importância do DIO para a qualidade das redes? Se um distribuidor interno óptico permite organizar e armazenar o cabeamento óptico, ele torna tudo mais seguro, uma vez que os módulos de encaixe rápidos e a gaveta deslizante evitam o rompimento dos cabos e os mantém livres de qualquer interferência externa. Um DIO é projetado para facilitar a instalação e tornar o cabeamento de rede mais confiável. E é sabido que isso ajuda a manter a qualidade de uma rede óptica por um bom tempo. Da mesma forma, não é errado afirmar que o dimensionamento inadequado ou mesmo que a não utilização de um distribuidor interno óptico pode reduzir de forma considerável a flexibilidade, a eficiência e até a vida útil de uma rede óptica, seja ela de que tipo for: rede de televisão a cabo, rede de telefonia ou mesmo uma rede de dados). Por que ele tem um bom custo-benefício? Se compararmos o preço de um DIO com os prejuízos a que você está exposto por não usá-lo (incluindo a perda dos cabos e a indisponibilidade do serviço por algumas horas em suma empresa, por exemplo), utilizá-lo pode trazer muitos benefícios com rápido retorno sobre o investimento e economia em médio e longo prazos. Por que ele tem um bom custo-benefício? Se compararmos o preço de um DIO com os prejuízos a que você está exposto por não usá-lo (incluindo a perda dos cabos e a indisponibilidade do serviço por algumas horas em uma empresa, por exemplo), utilizá-lo pode trazer muitos benefícios com rápido retorno sobre o investimento e economia em médio e longo prazos. O DIO 144FO da 2 Flex é utilizado para uso interno em rack 19″ com 144 fibras. É confeccionado em material de alta resistência e pintura especial promovendo proteção e qualidade. Clique aqui (2flex.com.br) e conheça este produto e outros para o seu provedor de internet.
Norte Conectado e as oportunidades para os provedores regionais
Apesar de ser uma das maiores economias do mundo, o Brasil enfrenta problemas graves no que se refere às desigualdades regionais, principalmente quando se trata de inclusão digital. Segundo a Anatel, a desigualdade de acessos está concentrada, principalmente no Norte e Nordeste. O PERT (Plano Estrutural de Redes de Telecomunicações) da Anatel mostra que a densidade do SCM na região Norte é apenas de 23,5% (percentual de domicílios com acesso à Internet sobre o total de domicílios) e no Nordeste, 24%, enquanto que a região mais densa é a Sudeste com 60,4%. E quando se fala em desigualdade no acesso não se trata apenas do índice de desconectados, mas também da velocidade ofertada nessas regiões, afinal todos nós sabemos que a velocidade é determinante para atividades indispensáveis nos dias de hoje como trabalho remoto, videoconferência e aulas online, por exemplo. Na região Norte, 44% dos domicílios têm algum acesso à Internet, mas em apenas 19% deles a conexão é por fibra ou cabo de TV. A velocidade média da banda larga também é desigual entre os estados e está relacionada à existência de infraestrutura robusta que a suporte. A disponibilidade de banda larga fixa em alta velocidade é bastante superior nos municípios que são atendidos por backhaul com tecnologia de fibra óptica. Ainda existem 1.558 municípios que não possuem backhaul de fibra óptica, sendo a maioria deles (53%) nas Regiões Norte e Nordeste do país. Tais fatos evidenciam uma das diversas lacunas que existem entre as regiões brasileiras e o desenvolvimento social e econômico, que estão diretamente relacionados à conectividade. Sendo a internet um serviço essencial, a sua ausência tem um peso importante, o que mostra a necessidade urgente de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento de conectividade naquela região. Já houve algumas iniciativas para promover a conectividade da região Norte, que embora tenham trazidos avanços pontuais, naufragaram, como mostram os dados acima. O programa Amazônia Conectada, por exemplo, que foi conduzido pelo Exército Brasileiro, apesar de não ter sido concluído, conseguiu lançar cabos subfluviais conectando as cidades de Manaus a Tefé e de Manaus a Barcelos. Depois do Amazônia Conectado, veio o PAIS (Programa Amazônia Integrada e Sustentável) e agora lançado pelo governo Jair Bolsonaro, o programa Norte Conectado que pretende integrar as rotas do Amazônia Conectada, formando um cinturão de 9 infovias conectando toda a região amazônica – de Belém até o extremo noroeste do pais em São Gabriel da Cacheira (AM). O programa também propõe ampliar o acesso à internet da região, com possibilidade de integração aos países vizinhos que compõem a região Pan Amazônia (Colômbia, Peru, Venezuela, Equador, Bolívia, as Guianas e Suriname). O resultado esperado é o atendimento de mais de 9,2 milhões de habitantes, além de escolas, unidades básicas de saúde, Institutos Federais de Ensino Superior e Institutos de Ciência e Tecnologia. Segundo o relatório do programa, as melhorias adquiridas com a nova infraestrutura beneficiarão instituições públicas e privadas, assim como a população da região, e vão contribuir de modo importante para o desenvolvimento econômico e social na área servida e ao seu entorno. O Norte Conectado está sendo conduzido pela RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa), mas o desejo do governo é que os troncais (as rotas subfluvias) sejam operadas e mantidas por um operador neutro, que será selecionado por meio de um processo licitatório. A falta de um parceiro para operar e manter a rede foi um dos problemas que paralisou o antigo Amazônia Conectada. Outra oportunidade que será gerada à iniciativa privada é a construção conjunta com a RNP de redes metropolitanas nas cidades onde haverá abertura de rede. A ideia é que o parceiro fique com parte da rede, enquanto a RNP fica com outra parte para o atendimento dos pontos de interesse do projeto como escolas, órgãos públicos etc. Essa fase está prevista já para o primeiro trimestre do ano que vem para a rede 00 (ver quadro ao lado), que vai ligar Macapá a Santarém e Alenquer, passando por Almerim e Monte Alegre. O programa Norte Conectado é uma grade promessa de revolução digital na região amazônica, pelo seu potencial de conexão da região Norte por meio de uma ampla rede de infovias de cabos subfluviais. Ao integrar a iniciativa privada ao projeto, seja na operação e manutenção dos troncais, seja na construção conjunta das redes metropolitas, o Norte Conectado ganha o braço que impediu seu sucesso nas tentativas anteriores. Fonte: ISPBlog
Qual a diferença entre IPV4 e IPV6?
Você já deve estar familiarizado com o novo protocolo de internet IPV6, não é mesmo? Mas entende exatamente o porque dele ter surgido? Para esclarecer alguns pontos importantes a respeito do tema, continue lendo este artigo e confira tudo sobre o assunto, inclusive, a diferença entre IPV4 e IPV6. O que é IP? Diferença entre IPV4 e IPV6 Como a nova versão influencia os provedores O que é IP? Antes de falar sobre a diferença entre IPV4 e IPV6, é necessário entender exatamente o que significa a sigla IP. Trata-se de Internet Protocol, o que é traduzido como Protocolo de Internet, isto é, o endereço na rede, sendo que esse dado é essencial para que as conexões sejam estabelecidas. Além disso, o IP é responsável por identificar cada um dos dispositivos conectados à rede, independente de ser um computador, tablet, smartphone ou outro. Assim, todos os dispositivos que se conectam à internet contam com um endereço IP, possibilitando que informações sejam enviadas entre eles. Diferença entre IPV4 e IPV6 Desde que a internet existe, o protocolo é o IPV4, que quer dizer Internet Protocol version 4. Ou seja, Protocolo de Internet versão 4, sendo que possui endereços no padrão 32 bits e consegue sustentar mais de 4 bilhões de combinações de endereços IP em todo o mundo. Porém, com o aumento de usuários da internet e com o crescimento de dispositivos que podem se conectar a ela, cada vez mais, o IPV4 está se tornando incapaz de atender a demanda global. Além disso, está deixando a desejar em termos de segurança. Nesse contexto, surge o IPV6, que é uma versão mais avançada. A principal diferença está no padrão dos seus endereços, que é de 128 bits. Com isso, a nova versão consegue suportar em torno de 340 undecilhões de endereços. Mais uma diferença, que também é outro benefício da nova versão, é o fato do IPV6 simplificar as atribuições de endereços e contar com recursos extras de segurança de rede. Destaca-se ainda a Qualidade de Serviço (QoS) incorporada e a possibilidade de transmitir um pacote para múltiplos destinos em uma só operação. Como a nova versão influencia os provedores É importante saber que o IPV6 foi proposto em 1998, o que significa que há 20 anos a migração para a nova versão está em andamento. Porém, a passos lentos, pois para fazer a adaptação é preciso que o software e os roteadores sejam trocados. Só dessa forma é possível suportar o avanço da rede, o que exige ainda dinheiro e tempo. Isso quer dizer que ambos os protocolos existem e são usados, sendo que aos poucos o IPV6 está substituindo o IPV4. Portanto, os provedores de internet que operam com o IPV4 não precisam se preocupar. De todo o modo, é necessário estar atento na hora de comprar novos equipamentos. O melhor é optar por aqueles que já suportam a nova versão, mesmo que ainda não seja a feita a migração. Equipamentos, peças e todos os componentes para o seu provedor de internet você encontra na 2 Flex Telecom. Para conferir a sua ampla variedade de produtos da mais alta qualidade, clique aqui (www.2flex.com.br).
Para que serve o Adaptador Óptico com Shutter
O Adaptador Óptico com Shutter é um passivo de fibra óptica muito útil na vida dos técnicos de telecomunicações. Importante na instalação e manutenção nas redes Fttx pois proporciona uma maior proteção contra poeiras e ruídos diminuindo a perda de retorno na ONU e OLT. Se você já usa um passante e quer saber se com tampa de proteção é a melhor opção, continue lendo este artigo e confira os tópicos a seguir. • O que é um Adaptador Óptico com Shutter? • Por que ele tem um bom custo-benefício? • Aplicações; O que é um Adaptador Óptico com Shutter? Adaptadores ópticos são componentes passivos que tem a função de unir dois conectores de campo, gerando a união com precisão do sinal óptico. A2 Flex oferece dois modelos um azul e outro verde para ser usado na identificação dos polimentos dos conectores. Aplicações Redes PON; Sistema Fttx; Distribuição de sinais ópticos; Redes locais(LANs); Datacenter; Redes de longa distância(WANs); Redes de Telecomunicações; Os adaptadores ópticos da 2Flex com tampa de proteção mecânica(shutter) são utilizado para o acoplamento entre conectores ópticos SC e nas ligações entre cordões ópticos, extensões e conectores de campo. Clique aqui (2flex.com.br) e conheça este produto e outros para o seu provedor de internet.
Whatsapp Caiu! Instabilidade na Internet mundial afeta redes sociais
Whatsapp Caiu (#whatsappdown) ! Usuários relataram dificuldades para acessar diversos serviços online na tarde desta sexta-feira(19). Apps ficaram fora do ar por cerca de 40 minutos. Foram afetadas redes sociais como Whatsapp, Facebook, Instagram, sites como YouTube e até plataformas como o PIX. As reclamações foram registradas em vários cantos do planeta sobre a falta de conectividade. Por volta das 15h10, os sistemas começaram a normalizar. Ainda não se sabe o motivo da falha. O site Down Detector mostrou aumento repentino nas reclamações por volta das 14h(horário de Brasília). Há relatos de falhas do Whatsapp em cidades como Rio de Janeiro, SãoPaulo, Curitiba, Salvador e Porto Alegre. Segundo o Down Detector, 70% dos usuários do Whatsapp reclamaram de problemas de conexão, 28% de problemas no envio ou recebimento de mensagens e 1% de problemas na identificação no serviço. Já 90% dos usuários do Facebook reclamaram de problemas com a rede e 9% de problemas de identificação. 56% dos usuários do Instagram falaram de problemas de conexão e 43% de problemas no feed de notícias. No Twitter, diversos usuários reclamaram da queda dos aplicativos e compartilharam a hastag #whatsappdown(Whatsapp Caiu!) e #instagramdown. O assunto rapidamente se tornou um dos mais comentados da plataforma. O Instagram também caiu, mostrando o erro “5xxx Server Erro” em sua interface web. Até mesmo os servidores de jogos online cairam. O game Rainbox Six Siege registrou dificuldade para permitira entrada de jogadores.
O que é dBm?
O que é dBm ? É normal que haja dúvida sobre esta unidade de medida. E a maioria dos técnicos utilizam de forma errada, neste post vamos explicar o correto entendimento deste termo e como pode evitar maiores problemas numa rede óptica. Se você também deseja saber o que é opção, continue lendo este artigo e confira os tópicos a seguir. • O que é dB? • O que é dBm? • Aprenda a calcular dBm? O que é um DB? O Decibel (dB) é uma unidade de medida de tensão ou potencia elétrica referenciada a uma outra unidade de mesma natureza, ou seja, ela é uma proporção de uma quantidade física em relação a um nível, é utilizado como uma comparação entre duas medidas. Uma relação em decibels é igual a dez vezes o logaritmo de base 10 da razão entre duas quantidades de energia. Um decibel é um décimo de um bel, uma unidade raramente usada. O que é um DBm? Um dBm, também referido como dBmW, é a notação usada para a razão de energia em decibéis (dB) para um miliwatt (mW). Comumente usado de várias maneiras, mas mais comumente se refere à energia usada por rádio, redes de fibra óptica e micro-ondas. Além disso, também é usado como uma maneira conveniente de medir o poder absoluto de algo, pois pode ser usado para expressar valores muito pequenos, bem como valores muito grandes de forma compacta e fácil de ler. Porque ele é referenciado ao watt, ou mais especificamente, o miliwatt, é uma medida de poder absoluto em vez de poder relativo. Uma medição de dBW é referenciada a um watt ou 1000 mW. Esta é uma medida de poder absoluto, apesar do decibéis ser o que é conhecido como uma unidade ine45, ou uma unidade que é usada para quantificar a ração entre dois valores diferentes. Unidades o dimensionadas, como o decibéis, são usadas para valorizar algo que tecnicamente não tem unidades físicas. Portanto, unidades sem dimensão são conhecidas como números puros. Pode ter um valor positivo ou negativo dependendo da situação. Um valor dBm positivo indica que há um ganho de potência enquanto um valor dBm negativo, observado por um sinal de menos antes do número, indica que há uma perda de energia. A principal desvantagem do uso das medições é que elas não são atualmente suportadas pelo Sistema Internacional de Unidades. Portanto, o uso de medidas em documentos que se referem às unidades SI é desaprovada. O decibéis, no entanto, ainda é aceito em tais obras. Como é calculado? Zero dBm é igual a um miliwatt. A cada aumento de três decibéis, a potência é aproximadamente dobrada. Portanto, 3 dBm é igual a aproximadamente 2 mW. Por outro lado, uma redução de três decibéis diminuirá a potência em aproximadamente metade. Portanto, -3 dBm será igual a aproximadamente 1/2 ou 0,5 miliwatt. A função para calcular o dBm é: x = 10log*base 10*(P) onde x é o valor dBm e P é a potência em miliwatts. Além disso, a função para calcular a potência é: P = 10 à potência de (x/10) onde P é a potência em miliwatts e x é a ração de potência medida.