Norte Conectado e as oportunidades para os provedores regionais

Apesar de ser uma das maiores economias do mundo, o Brasil enfrenta problemas graves no que se refere às desigualdades regionais, principalmente quando se trata de inclusão digital. Segundo a Anatel, a desigualdade de acessos está concentrada, principalmente no Norte e Nordeste. O PERT (Plano Estrutural de Redes de Telecomunicações) da Anatel mostra que a densidade do SCM na região Norte é apenas de 23,5% (percentual de domicílios com acesso à Internet sobre o total de domicílios) e no Nordeste, 24%, enquanto que a região mais densa é a Sudeste com 60,4%. E quando se fala em desigualdade no acesso não se trata apenas do índice de desconectados, mas também da velocidade ofertada nessas regiões, afinal todos nós sabemos que a velocidade é determinante para atividades indispensáveis nos dias de hoje como trabalho remoto, videoconferência e aulas online, por exemplo. Na região Norte, 44% dos domicílios têm algum acesso à Internet, mas em apenas 19% deles a conexão é por fibra ou cabo de TV. A velocidade média da banda larga também é desigual entre os estados e está relacionada à existência de infraestrutura robusta que a suporte. A disponibilidade de banda larga fixa em alta velocidade é bastante superior nos municípios que são atendidos por backhaul com tecnologia de fibra óptica. Ainda existem 1.558 municípios que não possuem backhaul de fibra óptica, sendo a maioria deles (53%) nas Regiões Norte e Nordeste do país. Tais fatos evidenciam uma das diversas lacunas que existem entre as regiões brasileiras e o desenvolvimento social e econômico, que estão diretamente relacionados à conectividade. Sendo a internet um serviço essencial, a sua ausência tem um peso importante, o que mostra a necessidade urgente de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento de conectividade naquela região. Já houve algumas iniciativas para promover a conectividade da região Norte, que embora tenham trazidos avanços pontuais, naufragaram, como mostram os dados acima. O programa Amazônia Conectada, por exemplo, que foi conduzido pelo Exército Brasileiro, apesar de não ter sido concluído, conseguiu lançar cabos subfluviais conectando as cidades de Manaus a Tefé e de Manaus a Barcelos. Depois do Amazônia Conectado, veio o PAIS (Programa Amazônia Integrada e Sustentável) e agora lançado pelo governo Jair Bolsonaro, o programa Norte Conectado que pretende integrar as rotas do Amazônia Conectada, formando um cinturão de 9 infovias conectando toda a região amazônica – de Belém até o extremo noroeste do pais em São Gabriel da Cacheira (AM). O programa também propõe ampliar o acesso à internet da região, com possibilidade de integração aos países vizinhos que compõem a região Pan Amazônia (Colômbia, Peru, Venezuela, Equador, Bolívia, as Guianas e Suriname). O resultado esperado é o atendimento de mais de 9,2 milhões de habitantes, além de escolas, unidades básicas de saúde, Institutos Federais de Ensino Superior e Institutos de Ciência e Tecnologia. Segundo o relatório do programa, as melhorias adquiridas com a nova infraestrutura beneficiarão instituições públicas e privadas, assim como a população da região, e vão contribuir de modo importante para o desenvolvimento econômico e social na área servida e ao seu entorno. O Norte Conectado está sendo conduzido pela RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa), mas o desejo do governo é que os troncais (as rotas subfluvias) sejam operadas e mantidas por um operador neutro, que será selecionado por meio de um processo licitatório. A falta de um parceiro para operar e manter a rede foi um dos problemas que paralisou o antigo Amazônia Conectada. Outra oportunidade que será gerada à iniciativa privada é a construção conjunta com a RNP de redes metropolitanas nas cidades onde haverá abertura de rede. A ideia é que o parceiro fique com parte da rede, enquanto a RNP fica com outra parte para o atendimento dos pontos de interesse do projeto como escolas, órgãos públicos etc. Essa fase está prevista já para o primeiro trimestre do ano que vem para a rede 00 (ver quadro ao lado), que vai ligar Macapá a Santarém e Alenquer, passando por Almerim e Monte Alegre. O programa Norte Conectado é uma grade promessa de revolução digital na região amazônica, pelo seu potencial de conexão da região Norte por meio de uma ampla rede de infovias de cabos subfluviais. Ao integrar a iniciativa privada ao projeto, seja na operação e manutenção dos troncais, seja na construção conjunta das redes metropolitas, o Norte Conectado ganha o braço que impediu seu sucesso nas tentativas anteriores. Fonte: ISPBlog

Qual a diferença entre IPV4 e IPV6?

Você já deve estar familiarizado com o novo protocolo de internet IPV6, não é mesmo? Mas entende exatamente o porque dele ter surgido? Para esclarecer alguns pontos importantes a respeito do tema, continue lendo este artigo e confira tudo sobre o assunto, inclusive, a diferença entre IPV4 e IPV6. O que é IP? Diferença entre IPV4 e IPV6 Como a nova versão influencia os provedores O que é IP? Antes de falar sobre a diferença entre IPV4 e IPV6, é necessário entender exatamente o que significa a sigla IP. Trata-se de Internet Protocol, o que é traduzido como Protocolo de Internet, isto é, o endereço na rede, sendo que esse dado é essencial para que as conexões sejam estabelecidas. Além disso, o IP é responsável por identificar cada um dos dispositivos conectados à rede, independente de ser um computador, tablet, smartphone ou outro. Assim, todos os dispositivos que se conectam à internet contam com um endereço IP, possibilitando que informações sejam enviadas entre eles. Diferença entre IPV4 e IPV6 Desde que a internet existe, o protocolo é o IPV4, que quer dizer Internet Protocol version 4. Ou seja, Protocolo de Internet versão 4, sendo que possui endereços no padrão 32 bits e consegue sustentar mais de 4 bilhões de combinações de endereços IP em todo o mundo. Porém, com o aumento de usuários da internet e com o crescimento de dispositivos que podem se conectar a ela, cada vez mais, o IPV4 está se tornando incapaz de atender a demanda global. Além disso, está deixando a desejar em termos de segurança. Nesse contexto, surge o IPV6, que é uma versão mais avançada. A principal diferença está no padrão dos seus endereços, que é de 128 bits. Com isso, a nova versão consegue suportar em torno de 340 undecilhões de endereços. Mais uma diferença, que também é outro benefício da nova versão, é o fato do IPV6 simplificar as atribuições de endereços e contar com recursos extras de segurança de rede. Destaca-se ainda a Qualidade de Serviço (QoS) incorporada e a possibilidade de transmitir um pacote para múltiplos destinos em uma só operação. Como a nova versão influencia os provedores É importante saber que o IPV6 foi proposto em 1998, o que significa que há 20 anos a migração para a nova versão está em andamento. Porém, a passos lentos, pois para fazer a adaptação é preciso que o software e os roteadores sejam trocados. Só dessa forma é possível suportar o avanço da rede, o que exige ainda dinheiro e tempo. Isso quer dizer que ambos os protocolos existem e são usados, sendo que aos poucos o IPV6 está substituindo o IPV4. Portanto, os provedores de internet que operam com o IPV4 não precisam se preocupar. De todo o modo, é necessário estar atento na hora de comprar novos equipamentos. O melhor é optar por aqueles que já suportam a nova versão, mesmo que ainda não seja a feita a migração. Equipamentos, peças e todos os componentes para o seu provedor de internet você encontra na 2 Flex Telecom. Para conferir a sua ampla variedade de produtos da mais alta qualidade, clique aqui (www.2flex.com.br).

Para que serve o Adaptador Óptico com Shutter

O Adaptador Óptico com Shutter é um passivo de fibra óptica muito útil na vida dos técnicos de telecomunicações. Importante na instalação e manutenção nas redes Fttx pois proporciona uma maior proteção contra poeiras e ruídos diminuindo a perda de retorno na ONU e OLT. Se você já usa um passante e quer saber se com tampa de proteção  é a melhor opção, continue lendo este artigo e confira os tópicos a seguir. • O que é um Adaptador Óptico com Shutter? • Por que ele tem um bom custo-benefício? • Aplicações; O que é um Adaptador Óptico com Shutter? Adaptadores ópticos são componentes passivos que tem a função de unir dois conectores de campo, gerando a união com precisão do sinal óptico. A2 Flex oferece dois modelos um azul e outro verde para ser usado na identificação dos polimentos dos conectores. Aplicações Redes PON; Sistema Fttx; Distribuição de sinais ópticos; Redes locais(LANs); Datacenter; Redes de longa distância(WANs); Redes de Telecomunicações; Os adaptadores ópticos da 2Flex com tampa de proteção mecânica(shutter) são utilizado para o acoplamento entre conectores ópticos SC e nas ligações entre cordões ópticos, extensões e conectores de campo. Clique aqui (2flex.com.br) e conheça este produto e outros  para o seu provedor de internet.

O que é dBm?

O que é dBm ? É normal que haja dúvida sobre esta unidade de medida. E a maioria dos técnicos utilizam de forma errada, neste post vamos explicar o correto entendimento deste termo e como pode evitar maiores problemas numa rede óptica. Se você também deseja saber o que é opção, continue lendo este artigo e confira os tópicos a seguir. • O que é dB? • O que é dBm? • Aprenda a calcular dBm? O que é um DB? O Decibel (dB) é uma unidade de medida de tensão ou potencia elétrica referenciada a uma outra unidade de mesma natureza, ou seja, ela é uma proporção de uma quantidade física em relação a um nível, é utilizado como uma comparação entre duas medidas. Uma relação em decibels é igual a dez vezes o logaritmo de base 10 da razão entre duas quantidades de energia. Um decibel é um décimo de um bel, uma unidade raramente usada​​. O que é um DBm? Um dBm, também referido como dBmW, é a notação usada para a razão de energia em decibéis (dB) para um miliwatt (mW). Comumente usado de várias maneiras, mas mais comumente se refere à energia usada por rádio, redes de fibra óptica e micro-ondas. Além disso, também é usado como uma maneira conveniente de medir o poder absoluto de algo, pois pode ser usado para expressar valores muito pequenos, bem como valores muito grandes de forma compacta e fácil de ler. Porque ele é referenciado ao watt, ou mais especificamente, o miliwatt,  é uma medida de poder absoluto em vez de poder relativo. Uma medição de dBW é referenciada a um watt ou 1000 mW. Esta é uma medida de poder absoluto, apesar do decibéis ser o que é conhecido como uma unidade ine45, ou uma unidade que é usada para quantificar a ração entre dois valores diferentes. Unidades o dimensionadas, como o decibéis, são usadas para valorizar algo que tecnicamente não tem unidades físicas. Portanto, unidades sem dimensão são conhecidas como números puros. Pode ter um valor positivo ou negativo dependendo da situação. Um valor dBm positivo indica que há um ganho de potência enquanto um valor dBm negativo, observado por um sinal de menos antes do número, indica que há uma perda de energia. A principal desvantagem do uso das medições  é que elas não são atualmente suportadas pelo Sistema Internacional de Unidades. Portanto, o uso de medidas em documentos que se referem às unidades SI é desaprovada. O decibéis, no entanto, ainda é aceito em tais obras. Como é calculado? Zero dBm é igual a um miliwatt. A cada aumento de três decibéis, a potência é aproximadamente dobrada. Portanto, 3 dBm é igual a aproximadamente 2 mW. Por outro lado, uma redução de três decibéis diminuirá a potência em aproximadamente metade. Portanto, -3 dBm será igual a aproximadamente 1/2 ou 0,5 miliwatt. A função para calcular o dBm é: x = 10log*base 10*(P) onde x é o valor dBm e P é a potência em miliwatts. Além disso, a função para calcular a potência é: P = 10 à potência de (x/10) onde P é a potência em miliwatts e x é a ração de potência medida.

Abrint: PPPs já usam redes neutras para competir na banda larga

A utilização de redes neutras para compartilhamento de infraestrutura não é uma iniciativa apenas das grandes operadoras. Segundo a Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint), as Prestadoras de Pequeno Porte (PPPs) também estão seguindo por esse caminho para alcançar clientes em diversos pontos do país. A entidade aponta que o compartilhamento de infraestrutura não é algo novo no mercado e que a novidade com a rede neutra é o compartilhamento do segmento de rede que chega até o usuário, o que otimiza os investimentos e aumenta a concorrência de banda larga no Brasil, já que os fornecedores de internet podem alugar a capacidade dessa rede e cobrir cidades inteiras sem a necessidade de investir com rede própria. Rede neutra no DF Um exemplo apontado pela entidade é o da MCD Telecom. “Nós já estamos fazendo esse serviço tem dois anos. Foi em Águas Lindas de Goiás que adquiri uma operação em FTTH e conquistei muitos clientes que migraram para a fibra através da minha rede para oferecerem internet com melhor qualidade”, aponta Wesley Gonçalves, sócio administrador da MCD Telecom. A região, na qual a empresa se instalou, possuía apenas rede em rádio. Neste contexto, os provedores regionais passaram a utilizar a fibra da MCD Telecom sem precisar investir para ter a própria rede. Hoje, o negócio está presente em Brazlândia, Riacho Fundo II, Santa Maria e Paranoá, todas cidades do Distrito Federal, além de Luziânia, em Goiás, sendo 22 PPPs como clientes e mais de 6 mil usuários finais. O consumidor final geralmente não sabe que está conectado em uma rede neutra, pois o serviço é transparente, inclusive o atendimento, instalação e suporte técnico são feitos pelo provedor contratado. “A única coisa que fazemos é disponibilizar o uso da rede e cobrar as exigências da Anatel, como link dedicado, equipamentos homologados, licença de SCM e que os técnicos que vão trabalhar estejam com os devidos equipamentos de segurança”, explica Wesley. Através das redes neutras também é possível oferecer serviços de televisão. Segundo Wesley, oferecer uma boa transmissão de TV é um problema quando se trata de condomínios, já que há dificuldade para a passagem de cabos de antena. “Colocando a televisão via IP, junto com o serviço de internet, facilita muito para os parceiros que vão atender o cliente final, já que podem oferecer um pacote de serviços mais completo”, finaliza. Fonte: Teletime

Estudo SCM x SVA: Levantamento de informações

O Ministério das Comunicações, está realizando um estudo de modelagem de custos dos provedores regionais de Internet que vai subsidiar as decisões do governo relativas à apuração da base de cálculo de tributos incidentes sobre a receita dos provedores regionais, bem como subsidiar evidências de diferenciação do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) e da conexão à internet como um Serviço de Valor Adicionado (SVA), compondo assim a oferta de banda larga. O estudo vai identificar quais são os percentuais apurados correspondentes da receita que pode ser atribuída a cada uma dessas atividades, SCM e SVA. Para o levantamento e tratamento dessas informações, a ABRINT contratou o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) que vai atuar como assistente técnico, interagindo tanto com os associados, quanto com o Ministério das Comunicações e a consultoria por esse contratada para a realização do trabalho. O IBPT irá acompanhar junto ao Ministério das Comunicações as informações prestadas e contextualizará formalmente os critérios de metodologia sobre apuração do custo das empresas. Ainda no escopo desse trabalho, serão identificadas oportunidades de pleitos tributários nos âmbitos federal e estadual, inclusive por conta do recente reconhecimento de atividade essencial.   Informações necessárias O trabalho a ser realizado pelo IBPT depende necessariamente da coleta de um conjunto suficientemente amplo de dados relacionados à receita, despesas, custos e investimentos dos provedores regionais. A ABRINT esclarece que, independente do regime tributário, práticas fiscais ou, da estrutura societária adotada pelo provedor de diferenciação da prestação dos serviços, ou seja, se em empresas distintas ou não, ou mesmo em empresas com objetos sociais compartimentados de acordo com a mão de obra específica alocada, o objetivo principal da coleta de dados é a análise das informações que corroborem o volume de recursos (insumos) financeiros apresentados para a garantia dos serviços necessários à prestação do SCM e do SVA. Assim, nesse momento, gostaríamos de contar com a sua colaboração para prestar as seguintes informações ao IBPT: 1) Envio de Livro Diário1 dos últimos 5 anos, em Excel ou conversível para Excel, ou ainda, arquivo texto (não em PDF), contendo os seguintes dados e, se possível com essas colunas (não necessariamente na mesma ordem). Se for em partida Simples (apenas 1 débito ou 1 crédito em cada linha), conforme exemplo apresentado no Anexo 1, será preferível:  A – Número do ID do lançamento contábil – Esse campo evidencia número sequencial do registro no sistema. Essa informação é importante porque, mesmo que a empresa apresenta mais de um registro com o mesmo valor, na mesma data, o ID (sequencial) será sempre diferente. Portanto, garante a consistência e confiabilidade nas análises;  B – Data – Necessário apenas a data do registro no lançamento no livro diário.  C –  Descrição do lote (se houver) – O lote identifica características do registro, como por exemplo: (a) encerramento e abertura do exercício; (b) folha de pagamento; (c) financeiro; (d) estoques; etc;  D – Código Conta – Código completo da conta, de acordo o plano de contas do exercício;  E – Descrição da Conta – Descrição da conta, de acordo o plano de contas do exercício;  F – Histórico do lançamento;  G – Valor do lançamento a débito;  H – Valor do lançamento a crédito.   Para mais informações entre em contato com o Helton Posseti, Gerente de comunicação e relacionamento institucional da ABRINT, helton.posseti@abrint.com.br   Fonte: Abrint

O que é CTO? – Glossário do Provedor

O que é CTO? São tantas siglas quando se começa a trabalhar com telecomunicações ou com redes ópticas. Neste post iremos abordar alguns tópicos importante sobre este equipamento essencial: O que é ? Para que serve? O que é CTO? Esta sigla significa Caixa de Terminação Óptica. Para que serve? A Caixa de Terminação Óptica foi projetada especialmente para Provedores de Internet(ISP) e Operadoras para distribuição de cabeamento Drop em campo. Ideal para conectar o cabo AS-80, ASU ou FIG 8 nas fibras Drop para que seja possível o atendimento ao usuário final. Utilizada para acomodação de fusões ópticas, proteger as emendas ópticas por fusão e de instalação necessária para a construção da rede óptica Fttx. A 2 Flex Telecom possui vários modelos para melhor lhe atender. Caixas completas com conectores com polimento UPC e APC e caixas vazias para montar do seu jeito. Caixa de Terminação Óptica para 8 conexões; Completa SC/APC; Completa SC/UPC; Vazia sem splitter e sem conector; Caixa de Terminação Óptica para 16 Conexões; CTO Dual; Vazia sem splitter e sem conector; Completa SC/APC; Completa SC/UPC; Veja neste POD Cast a CTO 16FO Dual É importante que a CTO possua amplo espaço interno para as fusões e acomodação do splitter óptico em seu interior. Evitando a atenuação.

Como utilizar o Switch PoE Reverso Giga Plus em Telecomunicações

Aprenda neste post como utilizar o Switch PoE Reverso Giga Plus em Telecomunicações (dados e energia). Através do chaveamento das portas com o jumper é possível torná-las ativas. Todas as portas tem o seu funcionamento em Gigabit Ethernet 10/10/1000Mbps com portas RJ45 PoE. Todas as suas portas podem ser selecionadas como ativas através de um jumper. Usando os jumpers na placa do Switch PoE Reverso Giga Plus pode-se  torna-las passivas. Deixando os jumpers fora da placa ou na configuração passiva com um só pino. Conta ainda com uma chave seletora para a função Vlan que isola a comunicação de todas portas, exceto da porta 1 com as demais. Tornando a porta 1 em Uplink obrigatória, quando a chave está em Vlan/On). Um grande diferencial é uma outra chave seletora para saída 12VDC em seu conector P4, tornando possível ligar o switch com uma fonte 48VDC e qualquer porta RJ45 e obter 12VDC em seu P4 para ligar uma ONU ou até mesmo uma câmera 12VDC. Clique no link e conheça sobre o produto. Veja o video no Youtube Tipos de configurações: 1- Tipo de configuração: PoE Isolado Porta 1 (Jumper Off) – Recebendo link Gigabit Ethernet sem PoE. Desta forma energia não volta pela porta 1 evitando queima de equipamentos que não possuem porta PoE passiva. Portas 2 ~ 7 (Jumper Off) – Recebendo fonte PoE Gigabit Ethernet da casa de clientes. Porta 8 (Jumper Off) – Enviando link Gigabit Ethernet sem PoE para o próximo switch. Desta forma cada switch tem apenas a tensão fornecida pelas fontes nas casas dos assinantes, tornando fácil identificação de possíveis problemas isolados. 2. Tipo de configuração: PoE Ativo Out 8 Porta 1 (Jumper Off) – Recebendo link Gigabit Ethernet sem PoE. Desta forma a energia não volta pela porta 1 evitando queima de equipamentos que não possuem porta PoE passiva. Portas 2 ~ 7 (Jumper Off) – Recebendo fonte PoE Gigabit Ethernet da casa de clientes. Porta 8 (Jumper On) – Enviando link Gigabit Ethernet e PoE para o próximo switch. Desta forma cada switch tem a tensão fornecida pela fontes nas casas dos clientes e alimenta o próximo pela porta 8 em modo cascata de dados e PoE. 3- Tipo de configuração: PoE Ativo Out 1 e 8 Porta 1 (Jumper On) – Recebendo link Gigabit Ethernet com PoE. Desta forma a energia volta pela porta 1 podendo ligar equipamentos que possuem porta PoE passiva tais como radio entre outros. Portas 2 ~ 7 (Jumper Off) – Recebendo fonte PoE Gigabit Ethernet da casa de clientes. Porta 8 (Jumper On) – enviando link Gigabit Ethernet e PoE para o próximo switch. Desta forma cada switch tem a tensão fornecida pela fontes nas casas dos clientes e alimenta o próximo pela porta 8 em modo cascata de dados e PoE.   4- Tipo de configuração: PoE Ativo Esquina Porta 1 (Jumper On) – Recebendo link Gigabit Ethernet com PoE. Desta forma a energia volta pela porta 1 podendo ligar equipamentos que possuem porta PoE passiva tais como radio entre outros. Portas 2 ~ 5 (Jumper Off) – Recebendo fonte PoE Gigabit Ethernet da casa de clientes. Porta 6 ~ 8 (Jumper On) – enviando link Gigabit Ethernet e PoE para o próximo switch. Desta forma cada switch tem a tensão fornecida pela fontes nas casas dos clientes e alimenta o próximo pela porta 6, 7 e 8 em modo cascata de dados e PoE.

O que é U(Unidade de medida para rack)?

O que é U? Como funciona? Onde é usada? Neste post vamos abordar sobre esta unidade de medida nos rack para Servidor . O que é U? “U” ou “RU” nada mais é que uma unidade de medição aplicada aos racks de equipamentos, servidores DIOs, switches e outros dispositivos montados em racks de 19 polegadas(482,60mm). Onde cada rack unit equivale a 1,75 polegadas (44,45mm). Os DIOS, OLTs e outros hardwares são projetados para serem montados em rack 19 polegadas. São fabricados em múltiplos de 1,75 polegadas e especificados em múltiplos de unidades de rack, geralmente 1U, 2U, 3U ou 4U. Unidade Dimensão (L x A x P) 1U 19″ x 1.75″ x 17.7″ 19″ x 1.75″ x 19.7″ 19″ x 1.75″ x 21.5″ 2U 19″ x 3.5″ x 17.7″ 19″ x 3.5″ x 20.9″ 19″ x 3.5″ x 24″ 3U 17.1″ x 5.1″ x 25.5″ 4U 19″ x 7″ x 17.8″ 19″ x 7″ x 26.4″ 5U 19″ x 8.34″ x 19.67″ 19.1″ x 8.75″ x 26.4″ 6U 19″ x 10.5″ x 19.5″ 7U 17″ x 12.2″ x 19.8″ Racks são projetados para conter equipamentos desses tamanhos. Os orifícios nas flanges de montagem de racks são organizados em grupos de três, e esse agrupamento de três buracos também é chamado de unidade de rack. A unidade de rack(U) é considerada dimensão máxima em  equipamentos em Telecomunicações . Os dispositivos são muitas vezes feitos ligeiramente menores do que o valor U especificado para permitir um pouco de espaço. Um dispositivo 2U na realidade mede 3,44 polegadas de altura, em vez do múltiplo de 3,5 polegadas de 1,75. O tamanho da unidade de rack está baseado na especificação padrão para os rack definida em EIA-310.

Você sabe o que é o PTT?

PTT significa Ponto de Troca de Tráfego. O ponto de troca de tráfego (PTTs) é um conceito importante para a qualidade e eficiência da Internet em qualquer país ou região. E  para o sucesso dos negócios dos provedores regionais de Internet. Apesar de ser uma “estrutura interna” da Internet, ele afeta a todos os usuários. Em geral a Internet é organizada hierarquicamente: Na primeira camada, existem os provedores internacionais chamados Tier1, que trocam dados entre si e têm acesso a toda rede mundial sem pagar; Na segunda camada, há os grandes provedores nacionais que têm acesso limitado a Internet e devem se tornar clientes daqueles provedores da primeira camada; Por fim, há os provedores regionais e finalmente os usuários locais. Sem os pontos de troca de tráfego, os provedores regionais dependeriam de se conectar diretamente aos provedores da primeira camada, para todas as trocas de dados, provavelmente a um custo muito maior, com um serviço pior e de maior latência. Graças aos PTTs, eles podem trocar tráfego aqui mesmo, com custos menores, redução do valor pago aos provedores estrangeiros e diminuição da latência. Em um país continental como o Brasil, a importância dos PTTs é ainda maior, sendo necessário ainda mais PTTs para que os provedores regionais possam distribuir o tráfego e levar conexão para cidades fora dos centros metropolitanos.

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