Nesse post vamos explicar TODAS as diferenças entre um conector ORIGNAL 2FLEX e um CÓPIA. Em alguns casos, o conector cópia não terá todas essas diferenças, mas listamos todas as desconformidades do produto, que são: • TAMPA: Conforme mostrado na imagem, os produtos originais de conector APC e UPC possuem tampas opacas. Já as cópias APC utilizam tampa verde e as UPC tampa trasnparente. • CORPO: Na carcaça do produto original há a palavraPlaca de “TC-1”, mas não na cópia. • PLACA DE COBERTURA: Os conectores originais utilizam uma placa de cobertura grande, enquanto as cópias utiliza uma placa de cobertura pequena. • RANHURA: O conector original não possui um design especial sob a placa de cobertura, há um design elevado na parte inferior da placa de cobertura da cópia e um design mais amplo na ranhura em V perto do ferrolho. • SULCO: O comprimento do sulco da cauda e do ferrolho original é diferente da cópia, sendo a cópia tendo o sulco menor e o ferrolho maior. • MANUAL: As instruções do produto original é no tamanho de papel A4, enquanto a cópia é no tamanho de papel A5. • CLIPE DE PRESSÃO: O clipe de pressão original é plano, diferente da cópia que é arredondado. • GABARITO: O gabarito original é embalado em um saco selado com um clipe de cabo de fibra óptica sobressalente e panos de limpeza. Na cópia, não há acessórios. O gabarito original tem as pontas para abrir o conector na sua face superior e na sua face inferior o sulco dele é plano e não chanfrado. Fique atento para sempre adquirir produtos de qualidade para a sua rede. Conte conosco para isso! Para saber mais, clique aqui (www.2flex.com.br).
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Norte Conectado e as oportunidades para os provedores regionais
Apesar de ser uma das maiores economias do mundo, o Brasil enfrenta problemas graves no que se refere às desigualdades regionais, principalmente quando se trata de inclusão digital. Segundo a Anatel, a desigualdade de acessos está concentrada, principalmente no Norte e Nordeste. O PERT (Plano Estrutural de Redes de Telecomunicações) da Anatel mostra que a densidade do SCM na região Norte é apenas de 23,5% (percentual de domicílios com acesso à Internet sobre o total de domicílios) e no Nordeste, 24%, enquanto que a região mais densa é a Sudeste com 60,4%. E quando se fala em desigualdade no acesso não se trata apenas do índice de desconectados, mas também da velocidade ofertada nessas regiões, afinal todos nós sabemos que a velocidade é determinante para atividades indispensáveis nos dias de hoje como trabalho remoto, videoconferência e aulas online, por exemplo. Na região Norte, 44% dos domicílios têm algum acesso à Internet, mas em apenas 19% deles a conexão é por fibra ou cabo de TV. A velocidade média da banda larga também é desigual entre os estados e está relacionada à existência de infraestrutura robusta que a suporte. A disponibilidade de banda larga fixa em alta velocidade é bastante superior nos municípios que são atendidos por backhaul com tecnologia de fibra óptica. Ainda existem 1.558 municípios que não possuem backhaul de fibra óptica, sendo a maioria deles (53%) nas Regiões Norte e Nordeste do país. Tais fatos evidenciam uma das diversas lacunas que existem entre as regiões brasileiras e o desenvolvimento social e econômico, que estão diretamente relacionados à conectividade. Sendo a internet um serviço essencial, a sua ausência tem um peso importante, o que mostra a necessidade urgente de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento de conectividade naquela região. Já houve algumas iniciativas para promover a conectividade da região Norte, que embora tenham trazidos avanços pontuais, naufragaram, como mostram os dados acima. O programa Amazônia Conectada, por exemplo, que foi conduzido pelo Exército Brasileiro, apesar de não ter sido concluído, conseguiu lançar cabos subfluviais conectando as cidades de Manaus a Tefé e de Manaus a Barcelos. Depois do Amazônia Conectado, veio o PAIS (Programa Amazônia Integrada e Sustentável) e agora lançado pelo governo Jair Bolsonaro, o programa Norte Conectado que pretende integrar as rotas do Amazônia Conectada, formando um cinturão de 9 infovias conectando toda a região amazônica – de Belém até o extremo noroeste do pais em São Gabriel da Cacheira (AM). O programa também propõe ampliar o acesso à internet da região, com possibilidade de integração aos países vizinhos que compõem a região Pan Amazônia (Colômbia, Peru, Venezuela, Equador, Bolívia, as Guianas e Suriname). O resultado esperado é o atendimento de mais de 9,2 milhões de habitantes, além de escolas, unidades básicas de saúde, Institutos Federais de Ensino Superior e Institutos de Ciência e Tecnologia. Segundo o relatório do programa, as melhorias adquiridas com a nova infraestrutura beneficiarão instituições públicas e privadas, assim como a população da região, e vão contribuir de modo importante para o desenvolvimento econômico e social na área servida e ao seu entorno. O Norte Conectado está sendo conduzido pela RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa), mas o desejo do governo é que os troncais (as rotas subfluvias) sejam operadas e mantidas por um operador neutro, que será selecionado por meio de um processo licitatório. A falta de um parceiro para operar e manter a rede foi um dos problemas que paralisou o antigo Amazônia Conectada. Outra oportunidade que será gerada à iniciativa privada é a construção conjunta com a RNP de redes metropolitanas nas cidades onde haverá abertura de rede. A ideia é que o parceiro fique com parte da rede, enquanto a RNP fica com outra parte para o atendimento dos pontos de interesse do projeto como escolas, órgãos públicos etc. Essa fase está prevista já para o primeiro trimestre do ano que vem para a rede 00 (ver quadro ao lado), que vai ligar Macapá a Santarém e Alenquer, passando por Almerim e Monte Alegre. O programa Norte Conectado é uma grade promessa de revolução digital na região amazônica, pelo seu potencial de conexão da região Norte por meio de uma ampla rede de infovias de cabos subfluviais. Ao integrar a iniciativa privada ao projeto, seja na operação e manutenção dos troncais, seja na construção conjunta das redes metropolitas, o Norte Conectado ganha o braço que impediu seu sucesso nas tentativas anteriores. Fonte: ISPBlog
Você sabe o que é o PTT?
PTT significa Ponto de Troca de Tráfego. O ponto de troca de tráfego (PTTs) é um conceito importante para a qualidade e eficiência da Internet em qualquer país ou região. E para o sucesso dos negócios dos provedores regionais de Internet. Apesar de ser uma “estrutura interna” da Internet, ele afeta a todos os usuários. Em geral a Internet é organizada hierarquicamente: Na primeira camada, existem os provedores internacionais chamados Tier1, que trocam dados entre si e têm acesso a toda rede mundial sem pagar; Na segunda camada, há os grandes provedores nacionais que têm acesso limitado a Internet e devem se tornar clientes daqueles provedores da primeira camada; Por fim, há os provedores regionais e finalmente os usuários locais. Sem os pontos de troca de tráfego, os provedores regionais dependeriam de se conectar diretamente aos provedores da primeira camada, para todas as trocas de dados, provavelmente a um custo muito maior, com um serviço pior e de maior latência. Graças aos PTTs, eles podem trocar tráfego aqui mesmo, com custos menores, redução do valor pago aos provedores estrangeiros e diminuição da latência. Em um país continental como o Brasil, a importância dos PTTs é ainda maior, sendo necessário ainda mais PTTs para que os provedores regionais possam distribuir o tráfego e levar conexão para cidades fora dos centros metropolitanos.
ICMS passa a incidir sobre serviço de INTERNET
A discussão sobre a tributação dos serviços de provimento de acesso à Internet tem sido objeto de intensas discussões jurídico-tributárias. O entendimento jurídico que prevalece atualmente é que o recolhimento de ICMS pelos provedores de Internet não se aplica, pois o serviço é considerado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) como Serviço de Valor Adicionado (SVA) não atendendo aos critérios da Lei 9472/1997 e da Lei Complementar 87/1996, para que a incidência do imposto se justifique. Porém, a discussão ressurgiu recentemente no Rio Grande do Sul, conforme divulgado no Jornal do Comércio. Estado e municípios gaúchos travaram uma batalha para definir qual imposto iria incidir sobre o serviço, se o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual, ou o Imposto Sobre Serviços (ISS), municipal. Na decisão favorável à cobrança do ICMS, a Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul (Sefaz) considerou que não existe mais o serviço de provedor de internet depois da criação da banda larga, desconsiderando a legislação e a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Nem ICMS, nem ISS De acordo com a ementa do Recurso Especial nº 719.635 do STJ nem o ICMS e nem o ISS deveriam incidir nos serviços do provedor de internet.No caso do ISS, o serviço de conectividade não consta na Lei complementar 116 que especifica os serviços passíveis da tributação. Mas devido à instabilidade jurídica em torno do assunto, muitos municípios acabam cobrando o ISS que pode variar de acordo com o município em questão. Portanto, a incidência do ICMS e do ISS pode ser questionada judicialmente, visto que fere decisão anterior do STJ. Porém, é preciso ficar atento ao trâmite do Projeto de Lei Complementar PLP 361/2017 que adiciona o item 41 de serviços de conexão à LC 116, formalizando a incidência do ISS ao serviço de internet. Como o ICMS pode afetar o mercado? Apesar de ir de encontro à decisão do STJ, nem sempre as empresas estão preparadas para arcar com os custos judiciais de uma ação contrária à decisão. De certa forma, a decisão do Rio Grande do Sul pode influenciar outros estados a seguirem pelo mesmo caminho, gerando um aumento de custos ao consumidor final na contratação do serviço e impactando negativamente a expansão dos serviços de internet. Portanto, é fundamental que haja um entendimento unificado da tributação no país para que as tributações não se tornem subjetivas. Enquanto isso não acontece, precisamos estar atentos para que não haja cobranças que prejudiquem tanto as empresas, quanto consumidores. fonte: Eletro Net
42° Encontro de Provedores Regionais em Niterói – RJ
O 42º Encontro de Provedores Regionais aconteceu no dia 14 de agosto em Niterói/RJ. A série de Encontros Provedores Regionais de acesso à internet e serviços de telecomunicações foi iniciada em 2013. É dirigida a provedores locais e regionais, em geral pequenas e médias empresas, que operam em pequenas cidades e nas regiões periféricas das grandes cidades, desempenhando importante papel na massificação da banda larga no país. O evento reúne, por edição, entre 80 e 100 provedores da região, em um raio de 300 km ao redor da cidade onde se realiza. As discussões abrangem de tecnologia a possíveis serviços de valor adicionado; fontes de financiamento; a importância da gestão do negócio; e as políticas públicas relacionadas à banda larga e à internet. O objetivo é levar formação e informação para os provedores regionais. A série já realizou 47 eventos desde sua criação. A 2 Flex Telecom marcou presença no 42º Encontro de Provedores Regionais em Niterói/RJ com stand no evento e sorteio brindes para os Provedores de Internet( ISP). Muito networking foi construído com a visita de vários parceiros importantes de cada canto do estado do Rio de Janeiro. Muitas palestras técnicas para incrementar ainda mais o conhecimento dos participantes. Dentra elas: Definição da Matriz Tributária: Ferramenta para a distinção entre SCM e SVA; O uso da tecnologia DWDM em redes de provedores de internet; O processo de concentração no mercado de provedores. Como se preparar; Lei de proteção de dados pessoais. Os impactos; Link para acessar as apresentações e a galeria de fotos: http://www.eventos.momentoeditorial.com.br/42o-epr-niteroi-14-de-agosto/ Reportagens: http://www.pontoisp.com.br/o-estado-do-rio-bem-na-fita/ http://www.pontoisp.com.br/reducao-de-icms-para-provedores-incomoda-operadoras/ http://www.pontoisp.com.br/bndes-vai-iniciar-operacoes-diretas-para-provedores-no-ultimo-trimestre/
Convidamos você para participar do Encontro de provedores em Niterói
Convidamos você para participar do Encontro de provedores em Niterói. A 2 Flex Telecom marca presença no Encontro Regional de Provedores em Niterói. Que ocorrerá no dia 14 de agosto em Niterói. Queremos te convidar a participar deste evento que irá agregar valor a sua empresa com muitas informações.
5 Desafios de um provedor de Internet
5 Desafios de um provedor de Internet. Independente do tamanho da empresa, os provedores passam por alguns desafios comuns ao segmento, abaixo listamos 5 desses desafios .O Brasil é um dos dez países com maior número de pessoas desconectadas. Segundo um estudo feito pela unidade de inteligência da revista britânica The Economist. A pesquisa, que foi encomendada pela iniciativa do Facebook Internet.org. Revelou que cerca de 70,5 milhões de brasileiros não têm acesso à internet. É preciso olhar globalmente para entender o mercado e fugir de uma visão míope e ilusória do setor.