Ancoragem de Cabos em Telecomunicações: Soluções Fabricadas no Brasil

A infraestrutura de telecomunicações é a espinha dorsal de qualquer sistema de conectividade, e a ancoragem de cabos desempenha um papel fundamental para garantir a estabilidade, a durabilidade e a eficiência dessas redes. Nesse cenário, os produtos da 2Flex Telecom, fabricados no Brasil, destacam-se pela qualidade, inovação e capacidade de atender às demandas específicas do mercado nacional. Soluções em Ancoragem de Cabos A 2Flex Telecom oferece uma linha completa de dispositivos projetados para ancoragem e suporte de cabos, com foco em durabilidade, resistência às intempéries e facilidade de instalação. Abaixo, exploramos os principais produtos: Esticador de Cabo Drop O Esticador de Cabo Drop da 2Flex Telecom é uma solução indispensável para a instalação de redes mini drop flat, garantindo fixação segura e sem escorregamento da fibra, sem necessidade de decapagem e sem causar atenuação. Compatível com suportes DMP e isoladores, é ideal para aplicações externas, tanto em áreas urbanas quanto rurais. Fabricado com corpo em PP (polipropileno) de alta qualidade e gancho de arame galvanizado de 4,19 mm, apresenta excelente acabamento e resistência. Pesando apenas 42 g e com dimensões compactas de 5 x 8 x 17 cm (AxLxC), é amplamente utilizado por operadoras de telefonia e provedores de internet devido à sua confiabilidade e facilidade de instalação. Suporte SUPA Universal O Suporte SUPA Universal – 3×1 da 2Flex Telecom é projetado para ancoragem e passagem de cabos de fibra óptica, oferecendo versatilidade e eficiência. Com capacidade para acomodar até dois cabos simultaneamente, possui uma base superior com onze furos estrategicamente posicionados para fixação de esticadores de fio ou alças pré-formadas. Fabricado em PP (polipropileno) de alta resistência, combina leveza e durabilidade, pesando 165,1 g. Este suporte é a escolha ideal para aplicações que exigem instalação rápida e segura em redes de telecomunicações. Isolador Suporte SIPA 4 Vias O Isolador Suporte SIPA 4 Vias da 2Flex Telecom é uma solução versátil e eficiente para ancoragem e passagem de componentes de rede externa. Ele integra duas roldanas com dois canais cada, oferecendo um total de quatro vias distintas para instalação de alças, laços e esticadores. Fabricado em PP (polipropileno) de alta qualidade e pesando apenas 115 g, este suporte é ideal para a suspensão de cabos de fibra óptica e rede externa, garantindo praticidade e segurança na instalação de alças e laços pré-formados, esticadores e outros elementos essenciais de infraestrutura. Isolador Fechado 2 Vias com Suporte O Isolador Fechado 2 Vias com Suporte da 2Flex Telecom é ideal para suspensão ou ancoragem de cabos DROP autossustentados. Projetado para instalação prática e segura, é compatível com sistemas que utilizam fita inox (fusimec) ou BAP. Fabricado em PP (polipropileno) de alta qualidade e com um peso leve de apenas 33 g, oferece resistência e confiabilidade em aplicações de rede externa, sendo uma escolha eficiente para provedores de internet e instaladores de telecomunicações. Fabricados no Brasil para Atender às Necessidades Locais Todos os nossos produtos são 100% fabricados no Brasil, o que garante controle rigoroso de qualidade e a utilização de materiais que atendem às normas nacionais. Além disso, ao escolher produtos da 2Flex Telecom, você apoia a indústria nacional e tem acesso a soluções que foram desenvolvidas especificamente para atender às condições climáticas e operacionais do nosso país. Por Que Escolher a 2Flex Telecom? Inovação Técnica: Produtos projetados com diferenciais que agregam valor às suas instalações. Confiabilidade: Componentes que resistem ao teste do tempo e às condições mais desafiadoras. Suporte Local: Atendimento próximo e alinhado às demandas do mercado brasileiro. Invista em qualidade, durabilidade e eficiência com os produtos da 2Flex Telecom. Seja em projetos de expansão de redes ou em manutenção de infraestrutura existente, nossas soluções garantem um desempenho superior e a tranquilidade que você precisa. Explore nossa linha completa e descubra como podemos ajudar sua empresa a construir uma infraestrutura de telecomunicações mais robusta e confiável!

Lançamento – Retificador Infinite Power

Temos o prazer de anunciar o lançamento do retificador 2F-ERT-48 da linha Infinite Power, desenvolvido pela 2Flex. Este produto é a mais recente inovação no campo da conversão de energia, trazendo eficiência, confiabilidade e proteção em um único dispositivo compacto e robusto. Ele foi projetado para atender as necessidades de sistemas críticos em telecomunicações, data centers e outros ambientes que demandam uma fonte de energia ininterrupta e segura. Design Inovador e Eficiência Energética O retificador 2F-ERT-48 foi concebido com foco na alta eficiência e na redução do consumo de energia, características essenciais em um mundo onde o uso sustentável de recursos tornou-se uma prioridade. Com uma potência de saída DC nominal de 48V e uma potência máxima de 3480W, este retificador atende perfeitamente a sistemas que exigem uma alimentação estável e confiável para garantir o funcionamento contínuo de equipamentos de missão crítica. Além disso, ele opera em uma ampla faixa de tensão de entrada, variando de 90V a 300V, o que proporciona flexibilidade para sua utilização em diferentes redes de fornecimento de energia, seja em locais urbanos ou rurais. Abaixo de 175V, a potência é reduzida, garantindo que o equipamento continue funcionando, ainda que com menor capacidade. O fator de potência superior a 0,99 em plena carga assegura o máximo aproveitamento da energia consumida, minimizando as perdas e otimizando o desempenho do sistema. Proteção e Confiabilidade Para aplicações industriais e de telecomunicações, a confiabilidade de um sistema de alimentação é fundamental. O retificador 2F-ERT-48 é equipado com uma série de mecanismos de proteção, garantindo que tanto o equipamento quanto os sistemas conectados estejam sempre operando de forma segura. Entre as proteções destacam-se o soft start, que controla o aumento gradual da corrente elétrica na inicialização do sistema, prevenindo danos por picos de tensão; e a proteção contra surtos elétricos, essencial para proteger o equipamento de variações inesperadas na rede elétrica. Outro aspecto de destaque é o isolamento reforçado entre as diferentes partes do sistema: a entrada de energia AC é isolada da saída DC com um isolamento de 3000VAC, e o chassi também possui uma proteção isolada de 1000VAC em relação à saída, aumentando a segurança contra choques elétricos e falhas no sistema. Distribuição de Energia e Controle Preciso O 2F-ERT-48 foi projetado para ser versátil e atender diversas aplicações de distribuição de energia em sistemas DC. Ele é capaz de gerenciar até 4 disjuntores de circuito de carga, além de contar com um disjuntor dedicado para a bateria, fornecendo um controle preciso e individual sobre cada parte do sistema. Essa divisão permite uma detecção rápida de falhas, tanto nos disjuntores de carga quanto no de bateria, por meio de detecção eletrônica de falhas. Esta funcionalidade não apenas assegura que o sistema opere de forma otimizada, mas também facilita a manutenção preventiva e corretiva, reduzindo o tempo de inatividade. O sistema também é projetado para operar em condições ambientais adversas, com uma faixa de temperatura de operação que vai de -30ºC até 70ºC. Acima de 55ºC, o retificador ajusta automaticamente sua potência de saída para evitar sobreaquecimento e garantir a longevidade dos componentes internos. Essa capacidade de adaptação às condições extremas faz do 2F-ERT-48 uma escolha ideal para instalações em regiões com grande variação de temperatura ou onde o controle climático não é uma opção viável. Dimensões Compactas e Flexibilidade de Instalação Outro ponto de destaque do Retificador é seu design compacto. Com 482,6mm de largura, 44,5mm de altura e 270mm de profundidade, o retificador se adapta perfeitamente a racks padrão de 19 polegadas, ocupando apenas 1U de altura. Isso proporciona uma excelente densidade de potência para instalações em que o espaço físico é um fator crítico. Seu peso de 1,2kg facilita ainda mais a instalação e o transporte, tornando-o ideal para cenários de rápida implementação ou em locais de difícil acesso. A versatilidade do 2F-ERT-48 também se reflete em sua capacidade de funcionar em altitudes de até 3000 metros acima do nível do mar. Para cada 1000 metros adicionais, há uma redução de 4°C na temperatura ambiente máxima de operação, garantindo que o sistema continue funcional mesmo em locais de grandes altitudes. Aplicações Ideais e Conclusão O retificador 2F-ERT-48 foi desenvolvido para uma ampla gama de aplicações, especialmente em ambientes críticos como telecomunicações, data centers, infraestrutura de rede e sistemas de energia renovável. Sua alta eficiência, combinada com mecanismos avançados de proteção e controle, fazem dele uma solução confiável e econômica para quem busca desempenho e segurança em um sistema de alimentação DC. Se você está procurando uma solução robusta e eficiente para suas necessidades de energia, o retificador a linha Infinite Power é a escolha ideal. Com um equilíbrio perfeito entre desempenho, segurança e inovação tecnológica, ele é o parceiro certo para garantir a continuidade das suas operações, mesmo nos cenários mais desafiadores.  

Você conhece o código de cores de fibras ópticas?

No mundo das telecomunicações e redes de fibra óptica, a organização e a padronização são fundamentais para garantir a eficiência e a confiabilidade das conexões. Uma dessas padronizações é o código de cores de fibras ópticas, que permite identificar facilmente cada fibra em um cabo ou tubo loose. Neste artigo, vamos explorar os padrões de cores para fibras ópticas, tanto no âmbito da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) quanto no internacional. Importância do código de cores Os códigos de cores de fibras ópticas são usados para identificar e organizar fibras em um cabo, facilitando a manutenção, reparo e expansão da rede. Cada fibra dentro de um cabo é revestida com uma cor específica, o que ajuda os técnicos a identificarem rapidamente a conexão correta durante a instalação ou manutenção. Padrão de cores ABNT para fibras ópticas No Brasil, o padrão de cores para fibras ópticas é definido pela ABNT NBR 14100. Este padrão especifica as cores para as fibras dentro de um cabo de fibra óptica, geralmente usado em cabos com até 12 fibras. A sequência de cores é a seguinte: Verde Amarelo Branco Azul Vermelho Violeta (Roxo) Marrom Rosa Preto Cinza Laranja Turquesa (Aqua) Para cabos com mais de 12 fibras, a ABNT especifica a repetição do padrão de cores com marcadores ou outras formas de identificação para distinguir os grupos. Padrão de cores internacional (TIA/EIA-598) O padrão internacional mais amplamente adotado é o TIA/EIA-598, que também define uma sequência de cores para as fibras ópticas. Este padrão é utilizado principalmente na América do Norte e em outras partes do mundo. A sequência de cores é a seguinte: Azul Laranja Verde Marrom Cinza Branco Vermelho Preto Amarelo Violeta (Roxo) Rosa Turquesa (Aqua) A sequência difere do padrão ABNT, o que pode exigir atenção especial para garantir a interoperabilidade entre sistemas nacionais e internacionais. Código de cores para tubos loose Além do código de cores para as fibras individuais, existe também um padrão para os tubos loose que contêm as fibras. Este código de cores é utilizado para identificar cada tubo dentro de um cabo que possui múltiplos tubos loose. Os tubos loose também seguem uma sequência padronizada de cores: Padrão ABNT para tubos loose Verde Amarelo Branco Azul Vermelho Violeta (Roxo) Marrom Rosa Preto Cinza Laranja Turquesa (Aqua) Padrão internacional para tubos loose Azul Laranja Verde Marrom Cinza Branco Vermelho Preto Amarelo Violeta (Roxo) Rosa Turquesa (Aqua) Se houver mais de 12 tubos loose, eles serão identificados por uma combinação de cores ou por outros marcadores, de acordo com a necessidade do sistema. Variações em cabos com alto número de fibras Para cabos com um número muito grande de fibras (como 144, 288 ou até 1728 fibras), os padrões de cores são aplicados em combinação com outras técnicas de agrupamento, como identificadores numéricos ou de letras, para distinguir os diferentes conjuntos de fibras e tubos loose. Considerações importantes Ao trabalhar com cabos de fibra óptica, é essencial seguir os padrões de cores para evitar erros de conexão e facilitar o trabalho dos técnicos. Além disso, a documentação precisa das instalações de fibra óptica deve incluir informações detalhadas sobre o esquema de cores utilizado, para garantir a manutenção adequada no futuro. Conclusão Conhecer o código de cores das fibras ópticas é fundamental para qualquer profissional que trabalhe com redes de telecomunicações e data centers. Esses padrões facilitam a organização, manutenção e expansão das redes de fibra óptica, garantindo a eficiência e a confiabilidade das conexões. Esperamos que este artigo tenha esclarecido as diferenças entre os padrões de cores da ABNT e internacional. Se você tiver mais dúvidas ou sugestões, deixe um comentário abaixo!  

Wi-Fi 5 vs. Wi-Fi 6: Entendendo as Diferenças

Com o avanço constante da tecnologia, é importante estar atualizado sobre as últimas melhorias e atualizações em dispositivos e redes. Uma dessas atualizações significativas é a transição do padrão Wi-Fi 5 para o Wi-Fi 6. Mas o que exatamente isso significa para você e sua experiência de rede? Vamos explorar as diferenças entre essas duas gerações de Wi-Fi. 1. Velocidade e Desempenho: Wi-Fi 5 (802.11ac): O Wi-Fi 5 foi uma melhoria considerável em relação ao seu antecessor, o Wi-Fi 4 (802.11n), oferecendo velocidades teóricas máximas de até 3,5 Gbps, em comparação com as 450 Mbps do Wi-Fi 4. Isso representou um aumento de quase oito vezes na velocidade máxima teórica. Wi-Fi 6 (802.11ax): O Wi-Fi 6 leva o desempenho para o próximo nível, com velocidades teóricas máximas de até 9,6 Gbps. Embora essa seja uma melhoria significativa em relação ao Wi-Fi 5, em termos de velocidade bruta, a diferença não é tão marcante quanto a entre Wi-Fi 4 e Wi-Fi 5.   2. Eficiência Energética: Wi-Fi 5: Em comparação com os padrões anteriores, o Wi-Fi 5 oferece uma eficiência energética notável. Ele introduziu melhorias como o “Beamforming”, que direciona o sinal Wi-Fi para dispositivos específicos, reduzindo a interferência e, por sua vez, economizando energia. Wi-Fi 6: O Wi-Fi 6 vai além, implementando o “Target Wake Time” (TWT), que permite que dispositivos negociem quando e com que frequência eles se comunicam com o roteador. Essa abordagem inteligente reduz ainda mais o consumo de energia dos dispositivos conectados.   3. Latência: Wi-Fi 5: O Wi-Fi 5 melhorou significativamente a latência em comparação com os padrões anteriores, graças a tecnologias como o “MU-MIMO” (Multi-User Multiple Input Multiple Output), que permite que vários dispositivos sejam atendidos simultaneamente, reduzindo a espera e melhorando a responsividade. Wi-Fi 6: O Wi-Fi 6 continua esse progresso, reduzindo ainda mais a latência por meio de recursos como “OFDMA” (Orthogonal Frequency-Division Multiple Access), que divide os canais Wi-Fi em subcanais menores para comunicação mais eficiente.   4. Capacidade e Cobertura: Wi-Fi 5: Em termos de capacidade e cobertura, o Wi-Fi 5 apresentou melhorias significativas em relação aos padrões anteriores. O MU-MIMO, em particular, permitiu que mais dispositivos fossem atendidos simultaneamente, melhorando a experiência de rede em ambientes lotados. Wi-Fi 6: O Wi-Fi 6 continua a tendência, oferecendo suporte a um número ainda maior de dispositivos conectados ao mesmo tempo, sem sacrificar o desempenho. Além disso, ele oferece melhor cobertura e uma conectividade mais estável em toda a casa ou escritório.   Conclusão: Ambos os padrões, Wi-Fi 5 e Wi-Fi 6, marcaram avanços significativos em relação aos seus predecessores. Enquanto o Wi-Fi 6 representa a vanguarda em termos de velocidade, eficiência energética, latência e capacidade, não podemos subestimar as realizações do Wi-Fi 5. Este padrão estabeleceu uma base sólida para a conectividade sem fio moderna, proporcionando velocidades rapidamente aumentadas e uma experiência de rede confiável para milhões de usuários em todo o mundo. Portanto, ao considerar a transição para o Wi-Fi 6, é crucial reconhecer os pontos fortes e as conquistas do Wi-Fi 5 e avaliar cuidadosamente as necessidades específicas de conectividade antes de fazer uma escolha informada.

Pandemia faz consumo da internet dobrar no Brasil

Pandemia faz consumo da internet dobrar no Brasil. A quantidade de horas que os brasileiros passam na internet trabalhando de casa praticamente dobrou em decorrência da pandemia da Covid-19. Com o aumento, novos requerimentos de segurança e infraestrutura passam a ser necessários, conforme frisou Clayton Cruz, presidente da Amdocs para América Latina e Caribe, em coletiva de imprensa realizada, de forma virtual, nessa terça 11/05. A Amdocs apresentou dados de uma pesquisa realizada com consumidores de dez países, incluindo o Brasil, sobre o comportamento do usuário desde o início da pandemia. O incremento do uso da internet implica em desafios para os provedores. No caso do Brasil, o número de horas de uso da internet para trabalho de casa — que a pesquisa denominou WFH, do inglês working for home — passou de 3h41m por dia antes da Covid-19 para 6h44m por dia, um aumento de três horas. Um comportamento semelhante foi observado no México. O volume de aumento é maior que o identificado globalmente de cerca de duas horas diárias — passando de 3h4m para 4h59m. A pesquisa considerou tanto uso de redes fixas quanto móveis. Durante a pandemia, os consumidores passaram a ficar mais exigentes com relação à velocidade da internet em casa, além da cobertura do Wi-Fi e estabilidade de conexão. Para os entrevistados do Brasil, a maior preocupação no período foi a desconexão dos serviços de internet (50%), perda de informação (28%) e ataques cibernéticos (19%). Questionados sobre os cenários de internet para trabalhar em casa passada a pandemia, brasileiros e mexicanos afirmaram que o cenário WFH deve permanecer. Com relação a serviços agregados que poderiam ter em casa, após a Covid-19, 56% dos brasileiros responderam serviços de segurança, 47% de nuvem e 38% controle da casa pela internet. Para Clayton Cruz, todas essas demandas representam oportunidade para as empresas prestadoras de serviço de internet. “Eu tenho acompanhando o aumento dos ISPs, que estão chegando aonde as operadoras não chegam de forma mais rápida e com preços competitivos. Essa pesquisa carimba e mostra o caminho a ser seguido; e mostra a necessidade de democratizar a banda larga. Mas tem de levar a banda larga com qualidade e isso não é só se conectar; é se conectar e ter qualidade boa”, destacou. A dica para os IPSs é seguir o rumo que estão tomando. “O Brasil tem muito a ser coberto por banda larga. Você pode levar banda larga fixa via móvel com torre, também tem casos que você vai levar fibra ótica e também tem o híbrido, com operadoras e ISPs levando fibra ótica até um ponto e fazendo a ultima milha com alguma tecnologia de radio”, apontou. “Os achados da pesquisa confirmam a necessidade da conectividade e que tenha boa qualidade e que ISPs possam também trazer segurança. Uma oportunidade é eles começarem a completar portfolio com serviços agregados, como cloud”, completou. O consumo de streaming também aumentou durante a pandemia, mas não chegou a dobrar no Brasil: foi de 2,5 horas para 3h43m. Nesse quesito, o Brasil ficou abaixo do aumento médio global de aproximadamente duas horas. Já com relação à compra de conteúdo online, como filmes, músicas e jogos, o Brasil e o México registraram altos porcentuais de incremento — 71% e 76%, considerando melhorias de contratos e novas compras —, acima da média global de 53%. Fonte: Abranet

Rede de fibra óptica submarina que liga o Brasil a Europa começa a operar em julho

Rede de fibra óptica submarina que liga o Brasil a Europa começa a operar em julho a obra custou R$ 1 bilhão, tem 6,2 mil quilômetros e permite reduzir em até 50% o tempo de resposta na transmissão de dados; tecnologia melhora a qualidade de streaming, dá suporte ao 5G e beneficia gamers. Pouco mais de seis meses desde que começou a ser instalalado, um novo cabo submarino de fibra óptica de alta capacidade ligando o Brasil à Europa começará a operar até julho. A tecnologia permite reduzir em até 50% o tempo de resposta na transmissão de dados – conhecido como latência – e beneficiará milhões de jogadores de games e consumidores de streaming, além de impactar negócios digitais, serviços em nuvem, bancos eletrônicos e mídia de entretenimento. Com investimento seja de cerca de R$ 1 bilhão, a rede EllaLink será a primeira a ligar diretamente o Brasil ao continente europeu, já que, até agora, a conexão de cabos de fibra óptica entre eles passava pelos Estados Unidos. Ao todo, serão 6,2 mil quilômetros de cabos que vão conectar a capital cearense Fortaleza à cidade de Sines, em Portugal. A inovação terá equipamentos para estender a transmissão de dados no país até São Paulo e Rio de Janeiro e a Lisboa, Madri e Marselha, no outro lado do Atlântico. O cabo começou a ser instalado em Fortaleza em dezembro, ocasião em que foi ancorado na areia da Praia do Futuro e levado por um navio até um ponto de encontro no oceano onde se juntou a outro cabo transportado por uma embarcação que saiu de Sines.   Ancoragem de cabos em Sines, Portugal Foto: Divulgação Mergulhadores auxiliaram a fixar os cabos no fundo do oceano, o que podia chegar a quase 5 mil metros de profundidade. A conexão foi concluída em março. Desde então, testes vêm sendo conduzidos para que a estrutura comece a funcionar ainda em junho. GAMES No caso de games, a melhora na transmissão de dados tende a ser decisiva em partidas online, nas quais milésimos de segundos podem determinar ganhadores e perdedores. Em jogos populares como Fortnite, League of Legends e Starcraft, a conexão dos cabos de fibra óptica poderá ser uma vantagem crucial em confrontos equilibrados, segundo Vicent Gatineau, diretor de marketing e de vendas da EllaLink, empresa cuja sede está localizada em Dublin, na Irlanda. Gamers serão beneficiados com a velocidade de transmissão de dados Foto: Kevork Djansezian / Getty Images “Se imaginarmos dois jogadores, um brasileiro e um europeu, numa partida online mirando no mesmo alvo e ao mesmo tempo, o diferenciador entre ganhar e perder será quem o atinge primeiro, e isso é determinado pela latência”, explica o executivo. Somente no Brasil estima-se que há mais de 67 milhões de praticantes de games, segundo pesquisa encomendada pela Brasil Game Show (BGS) ao Instituto Datafolha em agosto do ano passado. O segmento movimenta em torno de R$ 8 bilhões por ano. Ancoragem do cabo de fibra óptica na Praia do Futuro, em Fortaleza Foto: Divulgação O novo cabo também vai atender a uma demanda recente de consumo por parte de clientes que antes eram limitados às telecomunicações e às OTTs, plataformas de distribuição de conteúdos pela internet, como empresas de streaming. A rede ainda almeja acabar com necessidades de interconectividade de longo prazo de comunidades de pesquisa e educação da Europa e da América Latina. A Ellalink, cujo principal acionista é o fundo de ações europeu Marguerite, vem recebendo aportes para fornecer à comunidade científica dados precisos em tempo real sobre as condições do fundo do mar ao longo da rota do cabo. Mapa mostra conexão da rede de fibra óptica que liga o Brasil à Europa Foto: Divulgação “Agora estão surgindo vários clientes pequenos, querendo acessar diretamente serviços que demandam alta capacidade, e isso gera um efeito em todo o ecossistema, com disseminação de grande quantidade de data centers, grandes e pequenos, fora dos EUA”, afirmou Gatineau. Fonte: Época

Porque identificar o perfil do seu cliente ideal

Empresas de todos os portes e segmentos de mercado devem saber quem é o seu cliente ideal. Desse modo, é possível obter muitos benefícios para o seu negócio. Afinal, com essa medida consegue-se criar estratégias mais eficientes para atrai-lo e conquistá-lo. Da mesma forma, evitam-se prejuízos com clientes que apenas causam dor de cabeça. Mas como e porque identificar o perfil do seu cliente ideal? Para saber mais a respeito do assunto, continue lendo este artigo e confira nos tópicos a seguir as principais informações. • Importância de identificar o perfil do seu cliente ideal • Como identificar o perfil do seu cliente ideal Importância de identificar o perfil do seu cliente ideal Descobrir qual o perfil ideal de cliente para sua empresa é um passo importante na conversão de vendas. Isso acontece porque ao saber quem são os consumidores que mais combinam com o seu produto ou serviço é possível segmentar campanhas de marketing e gerar vendas com mais assertividade. De modo similar, a sua empresa gasta menos com a aquisição de novos clientes. Afinal, ao identificar o cliente ideal, as campanhas de marketing acertam de primeira, sendo desnecessário investir altos valores em publicidade. Sem contar que ao alcançar o cliente certo, as chances dele se fidelizar a sua marca são maiores. Com a fidelização, também gasta-se menos, pois ele já conhece o seu produto e serviço. Assim, não é preciso investir em marketing para esse público, apenas em ações para mantê-lo fiel a sua marca. Sabe-se que campanhas para novos clientes são mais custosas, portanto, mais uma razão para apostar nessa estratégia. Outros benefícios são metas atingidas com mais facilidade, taxa menor de cancelamento e maior valorização e visibilidade da sua empresa. Afinal, clientes fiéis costumam falar bem para amigos e familiares das marcas com as quais tiveram experiências satisfatórias de compra. Portanto, identificar e investir na conquista do seu cliente fiel é uma atitude inteligente para o seu negócio. Como identificar o perfil do seu cliente ideal • Faça um levantamento de dados O primeiro passo para identificar o perfil do seu cliente ideal é com um levantamento de dados. Para tanto, é possível estudar a base de dados da sua empresa, verificando as informações disponíveis no cadastro. Analise mais profundamente as informações referentes aqueles que são mais assíduos e adquirem produtos e serviços de maior valor. • Verifique as peculiaridades dos clientes Depois de averiguar as características que se destacam dentro da sua clientela e ajudam a formar o perfil do seu cliente ideal, o próximo passo é analisar as peculiaridades existentes. Veja quais clientes elogiaram a empresa ou a indicaram a outras pessoas e o que eles têm em comum. Confira ainda as necessidades que o seu negócio atendeu a respeito desses clientes e como fez isso, pois esse é o diferencial da sua marca. • Busque informações com os vendedores Mais um passo importante é conversar com os seus vendedores, consultores e outros colaboradores que atuam mais diretamente no atendimento do público. Eles podem ajudar a esculpir em mais detalhes o perfil do consumidor no qual vale a pena investir. Inclusive, indicando pessoas e empresas que atendem com frequência e com as quais possuem um bom relacionamento. Outra maneira de identificar o cliente perfeito é saber qual o perfil de consumidor que tem o costume de cumprir os seus compromissos financeiros com assiduidade. Coloque em prática essas dicas e boas vendas.  

ABRINT defende inclusão de trabalhadores do setor no Plano de vacinação contra a COVID-19

ABRINT defende inclusão de trabalhadores do setor no Plano de vacinação contra a COVID-19 A ABRINT protocolou ofícios junto a Presidência da República, Ministério da Saúde e Ministério das Comunicações em que defendeu a inclusão dos trabalhadores de telecomunicações na lista de grupos prioritários do Plano Nacional de Imunização contra a Covid-19. Nos ofícios, a ABRINT manifestou preocupação com a situação dos trabalhadores do setor e enalteceu a atividade que, durante a pandemia, tornou-se ainda mais essencial. “Graças ao empenho do nosso setor, milhões de brasileiros conseguiram seguir trabalhando e estudando, se entretendo e se comunicando – vivendo – nestes duros períodos de isolamento social experimentados desde o ano passado. Dentre as poucas certezas que colhemos deste período, está a de que a internet nunca foi tão necessária e a de que mais o será a cada novo dia”, diz o ofício. O texto esclarece que não é intenção da associação se sobrepor a nenhum outro grupo prioritário, mas que o governo se sensibilize e, levando em conta o papel fundamental do setor, considere a possibilidade de inclusão dos trabalhadores dos serviços de telecomunicações e internet no grupo prioritário de vacinação contra a COVID-19. “(…) há de ser reconhecido o sacrifício empenhado pela classe dos trabalhadores de provedores de internet em prol da mantença da conectividade de todos os brasileiros”, finaliza. ABRINT defende inclusão dos profissionais de Telecomunicações no Plano de vacinação contra COVID-19. Gerência de Comunicação e Relacionamento Institucional Fonte: Abrint

Norte Conectado e as oportunidades para os provedores regionais

Apesar de ser uma das maiores economias do mundo, o Brasil enfrenta problemas graves no que se refere às desigualdades regionais, principalmente quando se trata de inclusão digital. Segundo a Anatel, a desigualdade de acessos está concentrada, principalmente no Norte e Nordeste. O PERT (Plano Estrutural de Redes de Telecomunicações) da Anatel mostra que a densidade do SCM na região Norte é apenas de 23,5% (percentual de domicílios com acesso à Internet sobre o total de domicílios) e no Nordeste, 24%, enquanto que a região mais densa é a Sudeste com 60,4%. E quando se fala em desigualdade no acesso não se trata apenas do índice de desconectados, mas também da velocidade ofertada nessas regiões, afinal todos nós sabemos que a velocidade é determinante para atividades indispensáveis nos dias de hoje como trabalho remoto, videoconferência e aulas online, por exemplo. Na região Norte, 44% dos domicílios têm algum acesso à Internet, mas em apenas 19% deles a conexão é por fibra ou cabo de TV. A velocidade média da banda larga também é desigual entre os estados e está relacionada à existência de infraestrutura robusta que a suporte. A disponibilidade de banda larga fixa em alta velocidade é bastante superior nos municípios que são atendidos por backhaul com tecnologia de fibra óptica. Ainda existem 1.558 municípios que não possuem backhaul de fibra óptica, sendo a maioria deles (53%) nas Regiões Norte e Nordeste do país. Tais fatos evidenciam uma das diversas lacunas que existem entre as regiões brasileiras e o desenvolvimento social e econômico, que estão diretamente relacionados à conectividade. Sendo a internet um serviço essencial, a sua ausência tem um peso importante, o que mostra a necessidade urgente de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento de conectividade naquela região. Já houve algumas iniciativas para promover a conectividade da região Norte, que embora tenham trazidos avanços pontuais, naufragaram, como mostram os dados acima. O programa Amazônia Conectada, por exemplo, que foi conduzido pelo Exército Brasileiro, apesar de não ter sido concluído, conseguiu lançar cabos subfluviais conectando as cidades de Manaus a Tefé e de Manaus a Barcelos. Depois do Amazônia Conectado, veio o PAIS (Programa Amazônia Integrada e Sustentável) e agora lançado pelo governo Jair Bolsonaro, o programa Norte Conectado que pretende integrar as rotas do Amazônia Conectada, formando um cinturão de 9 infovias conectando toda a região amazônica – de Belém até o extremo noroeste do pais em São Gabriel da Cacheira (AM). O programa também propõe ampliar o acesso à internet da região, com possibilidade de integração aos países vizinhos que compõem a região Pan Amazônia (Colômbia, Peru, Venezuela, Equador, Bolívia, as Guianas e Suriname). O resultado esperado é o atendimento de mais de 9,2 milhões de habitantes, além de escolas, unidades básicas de saúde, Institutos Federais de Ensino Superior e Institutos de Ciência e Tecnologia. Segundo o relatório do programa, as melhorias adquiridas com a nova infraestrutura beneficiarão instituições públicas e privadas, assim como a população da região, e vão contribuir de modo importante para o desenvolvimento econômico e social na área servida e ao seu entorno. O Norte Conectado está sendo conduzido pela RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa), mas o desejo do governo é que os troncais (as rotas subfluvias) sejam operadas e mantidas por um operador neutro, que será selecionado por meio de um processo licitatório. A falta de um parceiro para operar e manter a rede foi um dos problemas que paralisou o antigo Amazônia Conectada. Outra oportunidade que será gerada à iniciativa privada é a construção conjunta com a RNP de redes metropolitanas nas cidades onde haverá abertura de rede. A ideia é que o parceiro fique com parte da rede, enquanto a RNP fica com outra parte para o atendimento dos pontos de interesse do projeto como escolas, órgãos públicos etc. Essa fase está prevista já para o primeiro trimestre do ano que vem para a rede 00 (ver quadro ao lado), que vai ligar Macapá a Santarém e Alenquer, passando por Almerim e Monte Alegre. O programa Norte Conectado é uma grade promessa de revolução digital na região amazônica, pelo seu potencial de conexão da região Norte por meio de uma ampla rede de infovias de cabos subfluviais. Ao integrar a iniciativa privada ao projeto, seja na operação e manutenção dos troncais, seja na construção conjunta das redes metropolitas, o Norte Conectado ganha o braço que impediu seu sucesso nas tentativas anteriores. Fonte: ISPBlog

Provedor regional possui 47% do mercado de fibra óptica até a residência

Provedor regional conectam 2,03 milhões de casas com tecnologia de FTTh até o meado de 2018.   As pequenas operadoras de telecomunicações já possuem 47% do mercado nacional de FTTH – ou fibra óptica até a residência, conforme os dados da Anatel, e análise da Abrint. Em agosto, o Brasil contava com 30,5 milhões de linhas de banda larga fixa em serviço, dos quais 4,427 milhões com acesso de fibra óptica. E, deste mercado de quase 4,5 milhões de residências atendidas com FTTH, quase a metade – ou 2,03 milhões de casas com fibra são conectadas pelos provedores regionais de internet, os ISPs.“Em dois meses, esse quadro vai se inverter e já teremos ultrapassado as grandes operadoras de telecomunicações”, afirmou o presidente da Abrint, Basílio Peres. E, a cada mês, mais provedores de internet surgem no país .Segundo a Anatel, existem 7.419 operadoras com outorga de Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) e mais 1.755 de empresas já cadastradas como prestador de serviço de banda larga, mas sem outorga.Uma das reivindicações dessas empresas, apresentada durante seminário realizado hoje pela Anatel, é fazer valer a nova definição para o pequeno prestador. Há dois meses, a agência estabeleceu que pequena empresa é toda aquela que tem até 5% do mercado regional de varejo, o que faz com que somente os quatro grandes grupos econômicos – Claro Brasil, Telefônica Vivo, Oi e Tim – ficarão fora desse enquadramento.Apesar de a Anatel ter redefinido o conceito de pequeno Provedor regional há dois meses, vários regulamentos precisam ser modificados para que esse novo enquadramento passe a valer e é essa contradição que preocupa as pequenas empresas, que continuam a ser multadas, por exemplo, quando ultrapassam os 50 mil clientes, que é a definição que ainda prevalece de pequeno provedor de internet.Segundo o conselheiro Emmanuel Campelo, que vai presidir o comitê das prestadoras de pequeno porte, o conselho diretor está atento a essa questão, e pretende resolvê-la rapidamente. “Como advogado que sou, entendo que com o novo conceito de prestadora de pequeno porte, os demais conceitos ficam revogados tacitamente”, afirmou.Mas disse entender a complexidade da burocracia brasileira, e sabe que, para dar mais segurança jurídica para as empresas, será necessária uma nova decisão do conselho diretor da Anatel que abarque os demais regulamentos que precisam ser mudados.

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