Estudo SCM x SVA: Levantamento de informações

O Ministério das Comunicações, está realizando um estudo de modelagem de custos dos provedores regionais de Internet que vai subsidiar as decisões do governo relativas à apuração da base de cálculo de tributos incidentes sobre a receita dos provedores regionais, bem como subsidiar evidências de diferenciação do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) e da conexão à internet como um Serviço de Valor Adicionado (SVA), compondo assim a oferta de banda larga. O estudo vai identificar quais são os percentuais apurados correspondentes da receita que pode ser atribuída a cada uma dessas atividades, SCM e SVA. Para o levantamento e tratamento dessas informações, a ABRINT contratou o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) que vai atuar como assistente técnico, interagindo tanto com os associados, quanto com o Ministério das Comunicações e a consultoria por esse contratada para a realização do trabalho. O IBPT irá acompanhar junto ao Ministério das Comunicações as informações prestadas e contextualizará formalmente os critérios de metodologia sobre apuração do custo das empresas. Ainda no escopo desse trabalho, serão identificadas oportunidades de pleitos tributários nos âmbitos federal e estadual, inclusive por conta do recente reconhecimento de atividade essencial.   Informações necessárias O trabalho a ser realizado pelo IBPT depende necessariamente da coleta de um conjunto suficientemente amplo de dados relacionados à receita, despesas, custos e investimentos dos provedores regionais. A ABRINT esclarece que, independente do regime tributário, práticas fiscais ou, da estrutura societária adotada pelo provedor de diferenciação da prestação dos serviços, ou seja, se em empresas distintas ou não, ou mesmo em empresas com objetos sociais compartimentados de acordo com a mão de obra específica alocada, o objetivo principal da coleta de dados é a análise das informações que corroborem o volume de recursos (insumos) financeiros apresentados para a garantia dos serviços necessários à prestação do SCM e do SVA. Assim, nesse momento, gostaríamos de contar com a sua colaboração para prestar as seguintes informações ao IBPT: 1) Envio de Livro Diário1 dos últimos 5 anos, em Excel ou conversível para Excel, ou ainda, arquivo texto (não em PDF), contendo os seguintes dados e, se possível com essas colunas (não necessariamente na mesma ordem). Se for em partida Simples (apenas 1 débito ou 1 crédito em cada linha), conforme exemplo apresentado no Anexo 1, será preferível:  A – Número do ID do lançamento contábil – Esse campo evidencia número sequencial do registro no sistema. Essa informação é importante porque, mesmo que a empresa apresenta mais de um registro com o mesmo valor, na mesma data, o ID (sequencial) será sempre diferente. Portanto, garante a consistência e confiabilidade nas análises;  B – Data – Necessário apenas a data do registro no lançamento no livro diário.  C –  Descrição do lote (se houver) – O lote identifica características do registro, como por exemplo: (a) encerramento e abertura do exercício; (b) folha de pagamento; (c) financeiro; (d) estoques; etc;  D – Código Conta – Código completo da conta, de acordo o plano de contas do exercício;  E – Descrição da Conta – Descrição da conta, de acordo o plano de contas do exercício;  F – Histórico do lançamento;  G – Valor do lançamento a débito;  H – Valor do lançamento a crédito.   Para mais informações entre em contato com o Helton Posseti, Gerente de comunicação e relacionamento institucional da ABRINT, helton.posseti@abrint.com.br   Fonte: Abrint

O que é CTO? – Glossário do Provedor

O que é CTO? São tantas siglas quando se começa a trabalhar com telecomunicações ou com redes ópticas. Neste post iremos abordar alguns tópicos importante sobre este equipamento essencial: O que é ? Para que serve? O que é CTO? Esta sigla significa Caixa de Terminação Óptica. Para que serve? A Caixa de Terminação Óptica foi projetada especialmente para Provedores de Internet(ISP) e Operadoras para distribuição de cabeamento Drop em campo. Ideal para conectar o cabo AS-80, ASU ou FIG 8 nas fibras Drop para que seja possível o atendimento ao usuário final. Utilizada para acomodação de fusões ópticas, proteger as emendas ópticas por fusão e de instalação necessária para a construção da rede óptica Fttx. A 2 Flex Telecom possui vários modelos para melhor lhe atender. Caixas completas com conectores com polimento UPC e APC e caixas vazias para montar do seu jeito. Caixa de Terminação Óptica para 8 conexões; Completa SC/APC; Completa SC/UPC; Vazia sem splitter e sem conector; Caixa de Terminação Óptica para 16 Conexões; CTO Dual; Vazia sem splitter e sem conector; Completa SC/APC; Completa SC/UPC; Veja neste POD Cast a CTO 16FO Dual É importante que a CTO possua amplo espaço interno para as fusões e acomodação do splitter óptico em seu interior. Evitando a atenuação.

O que é U(Unidade de medida para rack)?

O que é U? Como funciona? Onde é usada? Neste post vamos abordar sobre esta unidade de medida nos rack para Servidor . O que é U? “U” ou “RU” nada mais é que uma unidade de medição aplicada aos racks de equipamentos, servidores DIOs, switches e outros dispositivos montados em racks de 19 polegadas(482,60mm). Onde cada rack unit equivale a 1,75 polegadas (44,45mm). Os DIOS, OLTs e outros hardwares são projetados para serem montados em rack 19 polegadas. São fabricados em múltiplos de 1,75 polegadas e especificados em múltiplos de unidades de rack, geralmente 1U, 2U, 3U ou 4U. Unidade Dimensão (L x A x P) 1U 19″ x 1.75″ x 17.7″ 19″ x 1.75″ x 19.7″ 19″ x 1.75″ x 21.5″ 2U 19″ x 3.5″ x 17.7″ 19″ x 3.5″ x 20.9″ 19″ x 3.5″ x 24″ 3U 17.1″ x 5.1″ x 25.5″ 4U 19″ x 7″ x 17.8″ 19″ x 7″ x 26.4″ 5U 19″ x 8.34″ x 19.67″ 19.1″ x 8.75″ x 26.4″ 6U 19″ x 10.5″ x 19.5″ 7U 17″ x 12.2″ x 19.8″ Racks são projetados para conter equipamentos desses tamanhos. Os orifícios nas flanges de montagem de racks são organizados em grupos de três, e esse agrupamento de três buracos também é chamado de unidade de rack. A unidade de rack(U) é considerada dimensão máxima em  equipamentos em Telecomunicações . Os dispositivos são muitas vezes feitos ligeiramente menores do que o valor U especificado para permitir um pouco de espaço. Um dispositivo 2U na realidade mede 3,44 polegadas de altura, em vez do múltiplo de 3,5 polegadas de 1,75. O tamanho da unidade de rack está baseado na especificação padrão para os rack definida em EIA-310.

ISPs adicionam 250 mil clientes em junho e lideram em fibra óptica

A Anatel divulgou na última semana os dados de junho do mercado nacional de banda larga fixa. Os números da agência reguladora mostram que, se os demais serviços de telecomunicações encolheram no mês, o mesmo não aconteceu na conexão de internet. Junho terminou com 33,94 milhões de clientes de banda larga fixa no país, mais um recorde. Houve adição de 212,54 mil acessos, o que representa expansão de 0,63%. As operadoras de grande porte (Claro, Oi, Sky, TIM e Vivo) somavam 22,25 milhões de clientes. O conjunto das grandes terminou o mês com saldo negativo em 37,73 mil adições, após encolherem, juntas, 0,17% PUBLICIDADE O grupo dos ISPs – cujos números oscilam bastante mês a mês em função da subnotificação – por sua vez adicionou 250 mil clientes, expansão de 2,19%, para 11,68 milhões.  MARKET SHARE  Dentre as grandes, apenas Claro e TIM adicionaram mais clientes do que desligaram. A Claro conectou 23,92 mil casas e terminou com 9,75 milhões de usuários (+0,25%). A TIM, por sua vez, adicionou 8,76 mil, encerrando junho com 623 mil clientes (+1,43%).  Oi, Sky e Vivo perderam clientes, e terminaram o mês respectivamente com 4,98 milhões (-0,22%), 226,11 mil (-0,84%) e 6,66 milhões (-0,85%).  Entre as prestadoras de pequeno porte (PPP), Algar (com 678 mil) e Brisanet (com 468 mil) são as maiores. A Brisanet foi a que mais adicionou clientes: 25,6 mil no mês.  Quando o assunto é fibra óptica, a tecnologia que mais cresce no país, os PPPs têm 48,7% do share. A Vivo vem em seguida, com 22,7%. Depois a Oi, com 12,4%. Em números absolutos, significa que os pequenos são responsáveis por mais de 8 milhões de conexões em fibra, enquanto a Vivo tem 2,98 milhões, e a Oi, 1,62 milhões.  Fonte: Ponto ISP

O que é polimento em fibra óptica?

Saber qual conector óptico usar para instalação ou manutenção da em redes de fibra óptica é um pré-requisito para qualquer técnico por causa do polimento.Os conectores, splitter’s e pactch coords possuem diferentes tipos de polimento. Neste post, explicaremos os tipos de polimentos e o que eles mudam no desempenho dos conectores. Polimento? O que é isso? Polimento é o tipo de acabamento que o conector óptico possui em sua extremidade. É a maneira como é polido o ferrolho. O ferrolho é a estrutura que fará a transferência luminosa em um conector. Todos os conectores são machos. Os ferrolhos são estruturas cilíndricas ou cônicas que são inseridos nos conectores ópticos. PC (Physical Contact – contato físico) O polimento PC possui um formato convexo, onde há contato físico entre os conectores, o que ocasiona um menor retorno da luz. A perda de retorno nesse tipo de conector é em torno de -40dB, tendo sua aplicação em taxas até 1Gbps. SPC (Super Physical Contact – super contato físico) Já o conector Super Physical Contact (SPC) é uma evolução tecnológica sobre os conectores PC, no qual as superfícies são polidas com melhor acabamento e permitem maior precisão no contato entre os conectores. Nesse caso, a perda de retorno foi reduzida, ficando em torno de -45dB. UPC (Ultra Physical Contact – ultra contato físico) No polimento UPC também há contato físico entre os conectores, porém seu polimento possui um ângulo mais agudo, visando que apenas o núcleo da fibra faça o contato físico. Sua perda de retorno é ainda menor, ficando em torno de -55dB, tendo sua aplicação em taxas até 2,5Gbps. APC (Angled Physical Contact – contato físico com ângulo) No polimento APC há contato físico entre os conectores, porém seu polimento possui um corte num ângulo de 8˚, proporcionando uma conexão ainda mais firme e precisa entre dois polimentos. É o modelo mais recente e devido ao encaixe a perda é muito baixa, em torno de até -65dB.

Qual a diferença entre as fibras multimodo e monomodo ?

Existe muita dúvida sobre as fibras multimodo e monomodo. Neste post vamos esclarecer sobre suas principais vantagens e desvantagens. Basicamente existem dois tipos fibras: multimodo (MM, multimode) e monomodo (SM, de single mode, em inglês). Essas fibras possuem estruturas bem parecidas. Não há nenhuma diferença visível entre elas, o instalador tem que prestar atenção à marcação nos cabos. Só é possível identificar a diferença de uma para o outra através de um microscópio. Se você cortasse uma fibra e colocasse no microscópio, teria uma imagem como essa abaixo. A variação de densidade que ocorre entre essas duas camadas de material. Nas duas temos um núcleo (menor densidade) e uma borda (maior densidade) do mesmo material. A fibra monomodo muda de densidade rapidamente, quase que em um degrau alto, já a multimodo passa lentamente de uma densidade para outra. Essencialmente, a diferença entre eles está nas dimensões de cada um. Cabo óptico multimodo O cabo óptico multimodo têm um diâmetro maior no núcleo, a luz é refletida de forma diferente, com o feixe dividido em vários reflexos. Geralmente este cabo é feito com fibras de plástico altamente tecnológicas, mas que não são tão eficientes quanto o vidro. O cabo óptico multimodo apresenta uma maior perda do feixe de luz em grandes distâncias, principalmente com muitas curvas. Portanto ele é indicado apenas para conexões de curta ou média distância. Vantagens do cabo óptico multimodo: Ideal para o uso em redes LAN; Fácil de trabalhar e alinhar em caso de emendas e conectores; Preço dos equipamentos mais baixo que monomodo, barateando custo de redes; Desvantagens do cabo óptico multimodo: Taxas de transmissão mais baixas que cabo monomodo (apesar de não ser tão discrepante em curtas distâncias); Faixa máxima de transmissão é de cerca de 2 km; Cabo óptico monomodo O cabo óptico monomodo possui um diâmetro muito menor no núcleo, além de uma casca mais espessa. Isso faz com que ele tenha uma menor perda de luz, mesmo em curvas e em grandes distâncias. Pelo seu diâmetro minúsculo o feixe de luz é refletido de forma direta. Estes cabos são feitos com fibra de vidro. Vantagens do cabo óptico monomodo : Velocidade superior ao multimodo; Maior alcance de sinal e menor taxa de perda; Possibilidade de transmissão de sinais (sem regeneração) de até 120 quilômetros; Desvantagens do cabo óptico monomodo; Difícil alinhamento em caso de emendas e conectores; Preço dos equipamentos mais alto;

Como mudar o MAC ADDRESS da ONU EPON BRIDGE da 2 Flex Telecom

Para mudar o MAC ADDRESS da ONU EPON BRIDGE( 2F-FE1GB), é necessário realizar o acesso via Telnet no equipamento. Observe que na ONU o MAC ADRESS é 2057AF2C4590 (figura 1). Porém, no navegador (Figura 2) e no ANM2000 (Figura 3) esta ONU é identificada como 001122334455.   Após verificar essas informações siga estes passos para modificar o MAC ADDRESS da ONU EPON BRIDGE. 1° Passo – Habilitar o Cliente Telnet (Figura 5) dentro do recursos do Windows (Figura 4); 2° Passo – Configurar a placa de rede do computador na mesma faixa de IP da ONU EPON (Figura 6). 3° Passo – Abrir o Prompt de Comando e digitar: telnet 192.168.1.1 (Figura 7). 4° Passo – Digitar o comando, flash set EPON_LLID_TBL.0.macAddr 2057:AF2C:4590:: Observação: O MAC ADDRESS da ONU EPON deverá ser inserido de acordo com o formato: XXXXXXXXXXXX (Figura 8). Se o comando for aceito aparecerá a informação da tela abaixo (Figura 9) : 5° Passo – Digitar o comando, flash get ELAN_MAC_ADDR (Figura 10). A tela abaixo indica que o comando foi aceito (Figura 11). 6° Passo – Digitar o comando, flash set EPON_LLID_TBL.0.macAddr 2057:AF2C:4590:: (Figura 12) Observação: O MAC ADDRESS da ONU EPON deverá ser inserido de acordo com o formato XXXX:XXXX:XXXX:: A tela abaixo indica que os comandos foram aceitos (Figura 13). 7° Passo – Digite o comando: flash get EPON_LLID_TBL.0.macAddr (Figura 14). A tela abaixo indica que os comandos foram aceitos. 8° Passo – Desligar e ligar a ONU, após reiniciá-la é possível verificar no navegador que o MAC ADDRESS foi modificado(Figura 16). E no ANM2000 o MAC ADDRESS também foi modificado (Figura 17). Para verificar o MAC ADDRESS pelo navegador é preciso digitar o link: http://192.168.1.1/admin/login.asp . Sendo que o UserName é admin, e o Password é admin. (Figura 18) Através deste passo a passo acima você conseguiu mudar o MAC ADDRESS da ONU EPON BRIDGE. A ONU EPON BRIDGE da 2 Flex Telecom é um Terminal EPON Network Optical Passive Gigabit da próxima geração, ideal para Fibra em soluções residenciais. É um dispositivo incrivelmente robusto que permite aos usuários acessar conexões de Internet de alta velocidade via porta EPON e compartilhar com uma porta Gigabit Ethernet. Com as taxas de transmissão de até 1.25Gbps, uma porta EPON e uma porta Gigabit Ethernet, a ONU EPON BRIDGE fornece recursos de encaminhamento de alto desempenho para garantir experiências de streaming de vídeo, VoIP, HD de alta qualidade.

Você conhece o código de cores de fibras ópticas?

Você conhece o código de cores de fibras ópticas? Parece ser um algo fácil para os técnicos de fibras mais experientes, mas quem está começando no mundo do FTTx normalmente tem dificuldades para identificar as fibras de um cabo óptico. Como saber a organização das fibras, principalmente na sangria de um cabo de backbone onde várias fibras já estão “em funcionamento” e quebrar uma delas por engano pode resultar na queda do serviço de muitos clientes. Vamos primeiramente conhecer a sequência de cores das fibras ópticas apresentadas na tabela 1, abaixo: A primeira sequência de cores é a utilizada no Brasil e foi definida pela ABNT para todos os fabricantes nacionais na construção de seus cabos. A segunda sequência é conhecido como “padrão internacional”, foi definida por um instituto de normatização americano chamado EIA e é adotado por vários países e fabricantes de todo o mundo. Tão importante quanto conhecer a numeração das fibras, é conhecer como numerar corretamente os tubos loose dos cabos, que está apresentada na tabela 2.                 O padrão ABNT coloriu apenas os tubos 1 (verde) e 2 (amarelo) deixando os demais tubos do cabo todos com a cor branca ou natural. Num cabo por exemplo de 72 fibras temos 6 tubos loose e consequentemente haverá uma dificuldade maior em identificar e numerar todos os tubos se o cabo estiver no padrão ABNT; uma vez que somente os tubos 1 e 2 estarão coloridos e os outros 4 tubos com a cor branca.

O que faz uma máquina de fusão?

É normal que haja dúvida sobre o que faz uma máquina de fusão Junto a esse questionamento, surgem outros, como o que é correto e quais são as vantagens da sua utilização. Se você também deseja saber qual é a melhor opção, continue lendo este artigo e confira os tópicos a seguir. • O que é ? • O que faz ? • Tipos de sistemas de emenda? O que é uma máquina de fusão? A máquina de fusão de fibra óptica é um dos equipamentos mais importantes para os provedores de internet que optaram pela construção de redes ópticas. O que faz uma máquina de fusão? A máquina de fusão de fibra óptica, como o próprio nome diz, ela é responsável por fazer a união das fibras, resultando em baixa perda nas emendas e emendas estáveis por longos períodos de tempo. Sendo indispensável para instalação e manutenção de redes ópticas internas e externas, pois oferece grande precisão e baixo custo de operação e manutenção. Por ser um aparelho bastante útil, é preciso alguns cuidados no seu manuseio para garantir que ele esteja sempre em boas condições de uso. Tipos de sistemas de emenda As máquinas de fusão trabalham com dois tipos básicos de sistemas de emenda: Alinhamento pelo núcleo: apresenta maior precisão no momento da fusão da fibra e uma perda menor que 0,05 dB em fusões de fibras de mesma construção. Porém, se as fibras apresentarem núcleos de tamanhos diferentes (fibra monomodo com fibra multimodo, por exemplo) ou núcleos excêntricos, a máquina poderá não executar a fusão e emitir um aviso acusando falha. Alinhamento pela casca: permite a fusão de fibras com núcleos diferentes, todavia, ocorrerá perdas de sinal óptico e atenuação no ponto de fusão por conta da não uniformidade do núcleo das fibras. Clique aqui (2flex.com.br) e conheça os produtos para Ftth da 2 Flex Telecom para seu provedor de internet.

Quando usar G.652 e G.657 em Redes Ópticas Passivas

Em todo o mundo, as tecnologias para redes de transporte geral e redes de acesso de banda larga estão avançando rapidamente. Entre elas, a tecnologia que aplica fibra monomodo fornece um meio de transmissão de alta capacidade que pode atender à crescente demanda por serviços de banda larga e alta velocidade. A experiência com a instalação e operação de redes monomodo baseadas em fibra  é enorme e a recomendação ITU-T G.652, que descreve suas características, foi adaptada a essa experiência. No entanto, o uso específico em uma rede de acesso óptico impõe demandas diferentes de fibra , o que afeta suas características ideais de desempenho. As diferenças em relação ao uso na rede geral de transporte são devidas principalmente à rede de alta densidade de distribuição e cabos de queda na rede de acesso. O espaço limitado e as muitas manipulações exigem desempenho de fibra fácil de operar e baixa sensibilidade à flexão. Além disso, o cabeamento nos escritórios de telecomunicações lotados, onde o espaço é um fator limitante, deve ser melhorado de acordo. No entanto, certas áreas da rede geral de transporte também podem ser descritas como espaço limitado, onde o cabeamento otimizado por dobra pode ser vantajoso. O objetivo da Recomendação ITU-T G.657 é oferecer suporte a essa otimização, recomendando um desempenho de dobra fortemente aprimorado em comparação com os cabos e fibra ITU-T G.652 de modo único existentes. Isso é feito por meio de duas categorias de fibras monomodo, uma das quais, categoria A, é totalmente compatível com as fibras monomodo ITU-T G.652 e pode ser implantada em toda a rede de transporte geral e no acesso rede. A outra, categoria B, não é necessariamente compatível com a Recomendação ITU-T G.652, mas é capaz de baixos valores de perdas de macrobending a raios de curvatura muito baixos e destina-se à aplicação na rede de acesso dentro de edifícios ou perto de edifícios (por exemplo, fora do edifício riser cable). Essas fibras da categoria B são compatíveis com o sistema com as fibras ITU-T G.657.A (e ITU-T G.652.D) nas redes de acesso. Esta quarta edição da Recomendação ITU-T G.657 modifica, entre outras coisas, o uso de fibras da categoria A para todos os aplicativos (redes de acesso e redes de transporte em geral) onde as fibras ITU-T G.652.D são usadas, agora com características de flexão aprimoradas.

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