Qual a diferença entre UPC e APC?

Para quem está trabalhando com fibra óptica sempre vem este questionamento, qual o melhor polimento usar? Verde ou azul? APC ou UPC? Vejamos os conceitos básicos: O conector de polimento tipo UPC (Ultra physical Contact) possui polimento convexo, com uma superfície mais estreita do que o seu antecessor, o conector PC (Physical Contact). Comparando-se com seu antecessor, do tipo PC, o conector UPC proporciona uma taxa de retorno menor, já que o ponto de contato entre as duas fibras fica mais concentrado no centro. NO UPC toda a luz é refletida diretamente em direção à fonte de luz(emissor). Os padrões recomendam que a perda de retorno do conector UPC seja de -50dB ou superior. O APC (Angled Physical Contact) possui um corte angulado em 8º, que faz com que a perda de retorno (quantidade de luz que reflete de volta para a fonte de luz) seja ainda menor do que o conector UPC. No APC a luz é refletida em um ângulo, em comparação com a luz vinda do emissor. Isso causa algumas diferenças na perda de retorno, que é uma medida de luz refletida expressa como um valor negativo de dB (quanto maior o valor, melhor). Os padrões recomendam que a perda de retorno do conector APC deve ser de -60dB ou superior. Em geral, quanto maior a perda de retorno, melhor o desempenho do acoplamento dos conectores. Qual a diferença entre UPC e APC? A cor é a forma mais fácil de identificar e diferenciar cada tipo de conector: O conector APC sempre será da cor verde, enquanto o UPC será cor azul. No quesito desempenho, o conector APC terá um desempenho melhor do que o UPC, por conta da menor perda de retorno (ou seja, menos luz será espelhada e “devolvida” para a fonte emissora). APC é melhor que UPC? Não! O conector UPC possui um custo mais acessível e atende equipamentos como conversores de mídia, módulos SFP, OLT deve-se utilizar conectores com o polimento UPC, pois essas conexões normalmente possuem este tipo de polimento. E à maioria das aplicações convencionais menos sensíveis, como CATV, redes telecom, equipamentos ópticos, redes LAN e WAN e redes de processamento de dados. Quando o feixe de luz retorna exatamente no mesmo eixo do que os feixes incidentes (da ida), é possível que as luzes se colidam e cause uma “confusão” de sinal, e prejudique a qualidade do sinal óptico enviado. Já quando a luz retorna angulada, ela refletirá várias vezes no filamento da fibra. Sendo que, a cada vez que a luz reflete, há uma pequena refração pelo vidro. Portanto, até que esse feixe consiga atingir a fonte emissora, sua força já estará muito menor, provendo menor risco de interferir nos sinais ópticos incidentes. Além das aplicações convencionais que o UPC atende, os conectores APC também são indicados para aplicações mais complexas e sensíveis, como redes óticas passivas de alta velocidade e aplicações WDM que usarão vários comprimentos de onda via fibra monomodo e exigem sinalização de fibra óptica de alta precisão. Os conectores APC também são normalmente utilizados em aplicações ópticas passivas (PONs), devido ao fato de muitos desses sistemas também usarem sinais de RF para fornecer vídeo. Futuras redes óticas passivas de alta velocidade e outras aplicações WDM que usarão comprimentos de onda mais altos via fibra monomodo também provavelmente exigirão a perda de retorno reduzida. Atenção Os conectores APC e UPC nunca podem e não devem ser acoplados. Isso causa um desempenho ruim e pode destruir os dois conectores. A última coisa que você quer fazer é causar danos permanentes ao transmissor, especialmente com equipamentos monomodo de custo mais alto.

Conheça a Mini Caixa de Emenda Óptica SVT 12 fibras 2 Flex Telecom

Conheça a Mini Caixa SVT 12FO da 2Flex Telecom neste post.  Ela é desenvolvida com polipropileno de alta resistência podendo assim suportar condições adversar, tais como vibração, impacto, a distorção do cabo de tração e as mudanças de temperatura fortes. Pode ser usada de forma aérea, subterrânea, montada em paredes ou dutos. Acompanha o produto a abraçadeira de metal perfurada e suporte para fixação aérea. Com a Mini Caixa SVT 12FO é possível fazer até 24 fusões ópticas em seu interior. Possui duas bandejas plásticas que no total podem acomodar 24 emendas de fibra. Fácil fechamento mecânico entre a cúpula e base através de um conjunto de abraçadeiras. Possui configuração unidirecional para até 4 cabos com diâmetro de 7 a 15mm. Com sistema de Vedação Termocontrátil (SVT).   A caixa de emenda foi desenvolvida para proteger as emendas e fazer a distribuição ou concentração de cabos ópticos.  A Caixa de Emenda Óptica SVT 12 fibras é completa com estes acessórios inclusos: • 12 Protetores de fusão óptica; • 04 Espaguete termocontrátil; • 04 Abraçadeira plástica; • 02 Suporte para fixação Aérea; • 02 Bandejas para acomodação das fibras; • 01 Fita Isolante; • 01 Papel laminado (Alta temperatura); • 01 Abraçadeira de metal perfurada; • 01 Clipe metálico; • 01 Tira de Lixa Ferro G-40; Conheça mais sobre este produto clicando no link (Mini Caixa SVT 12FO)

Provedor regional possui 47% do mercado de fibra óptica até a residência

Provedor regional conectam 2,03 milhões de casas com tecnologia de FTTh até o meado de 2018.   As pequenas operadoras de telecomunicações já possuem 47% do mercado nacional de FTTH – ou fibra óptica até a residência, conforme os dados da Anatel, e análise da Abrint. Em agosto, o Brasil contava com 30,5 milhões de linhas de banda larga fixa em serviço, dos quais 4,427 milhões com acesso de fibra óptica. E, deste mercado de quase 4,5 milhões de residências atendidas com FTTH, quase a metade – ou 2,03 milhões de casas com fibra são conectadas pelos provedores regionais de internet, os ISPs.“Em dois meses, esse quadro vai se inverter e já teremos ultrapassado as grandes operadoras de telecomunicações”, afirmou o presidente da Abrint, Basílio Peres. E, a cada mês, mais provedores de internet surgem no país .Segundo a Anatel, existem 7.419 operadoras com outorga de Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) e mais 1.755 de empresas já cadastradas como prestador de serviço de banda larga, mas sem outorga.Uma das reivindicações dessas empresas, apresentada durante seminário realizado hoje pela Anatel, é fazer valer a nova definição para o pequeno prestador. Há dois meses, a agência estabeleceu que pequena empresa é toda aquela que tem até 5% do mercado regional de varejo, o que faz com que somente os quatro grandes grupos econômicos – Claro Brasil, Telefônica Vivo, Oi e Tim – ficarão fora desse enquadramento.Apesar de a Anatel ter redefinido o conceito de pequeno Provedor regional há dois meses, vários regulamentos precisam ser modificados para que esse novo enquadramento passe a valer e é essa contradição que preocupa as pequenas empresas, que continuam a ser multadas, por exemplo, quando ultrapassam os 50 mil clientes, que é a definição que ainda prevalece de pequeno provedor de internet.Segundo o conselheiro Emmanuel Campelo, que vai presidir o comitê das prestadoras de pequeno porte, o conselho diretor está atento a essa questão, e pretende resolvê-la rapidamente. “Como advogado que sou, entendo que com o novo conceito de prestadora de pequeno porte, os demais conceitos ficam revogados tacitamente”, afirmou.Mas disse entender a complexidade da burocracia brasileira, e sabe que, para dar mais segurança jurídica para as empresas, será necessária uma nova decisão do conselho diretor da Anatel que abarque os demais regulamentos que precisam ser mudados.

Quando usar splitter desbalanceado?

O que é splitter desbalanceado? Você sabe o que é? Eita dúvida que vejo muito em campo. Sabe como usar? Esclareça suas dúvidas no post abaixo: O que é O que é splitter óptico desbalanceado? Um splitter desbalanceado é um equipamento passivo, que não apresenta nenhuma gerência, tampouco exige configuração. Esse dispositivo óptico gera uma perda não-uniforme na intensidade do sinal que trafega por ele. A vantagem desse equipamento consiste no gerenciamento da perda de sinal em cada saída, o que garante que seja possível obter um dimensionamento adequado nos projetos, podendo chegar próximo à distância máxima, referente à potência óptica do SFP conectado à porta PON da OLT. Um splitter desbalanceado é, portanto, uma excelente opção para provedores que desejam promover a interiorização do acesso à banda larga. Afinal, trata-se de um dispositivo perfeitamente cabível a zonas rurais, por exemplo, onde a internet muitas vezes é incipiente. Nesse aspecto, é possível observar uma possibilidade real de faturamento das operadoras, com manutenção da qualidade dos sinais. Conforme citado, os pontos de utilização dependem muito do modelo de topologia utilizado. Ao se trabalhar com splitter desbalanceado, há a oportunidade de se atuar com uma topologia de barramento, na qual utiliza-se somente uma única fibra e com o auxílio do modelo desbalanceado se faz a divisão com uma baixa perda na rede. Assim, o restante da rede não é impactado de maneira brusca, sendo a perda mais alta localizada no ponto de derivação, que pode ser desde um único cliente ou um splitter balanceado atendendo mais clientes.

Gestão de provedores

Gestão de provedores é um tema muito pesquisado. Os provedores de acesso à internet nascem de pequenos negócios de tecnologia. Onde grande parte dos donos das empresas e principais executivos tem formação técnica ou operacional em TI. Devido a isso o DNA de tecnologia não é suficiente para manter um negócio. Para se manter um excelente negócio é necessário uma boa administração.

Tipos de redes Ópticas

Conheça neste post os Tipos de redes Ópticas. As redes de cabo de par trançado(UTP) atualmente estão chegando ao seu limite máximo de capacidade de transmissão. E a evolução do mercado das telecomunicações  nos mostra que a necessidade de largura de banda vai crescer exponencialmente. Um dos limitantes é a distância de transmissão que, em elevadas taxas, restringem seu comprimento máximo. Necessitam de equipamentos ativos na rede externa. Sobrecarregam os custos de operação e manutenção. As pessoas estão cada vez mais  utilizando a banda larga para consumir serviços “online”. As tecnologias de infraestrutura segue otimizando serviços para atender a todos com comodidade e segurança. FTTx, ou “Fiber to the x” é um termo genérico para uma arquitetura de rede de banda larga através de fibra óptica. Ela veio para substituir por completo ou em parte do cabeamento utilizado para telecomunicações. Uma rede óptica passiva (PON – Passive Optical Network) é uma rede ponto-multiponto onde a fibra chega até a rede do usuário final. É composta de divisores ópticos passivos que são utilizados para permitir que uma única fibra óptica atenda diversos usuários finais, variando entre 32 a 128. Uma configuração PON reduz a quantidade de fibra e equipamentos na central quando comparadas com as arquiteturas ponto a ponto. Todas as aplicações finais que compartilham uma fibra recebem os sinais transmitidos pela central. Para os sinais que retornam dos pontos de acessos, os mesmos são combinados usando protocolo de múltiplo acesso. Uma rede FTTx pode apresentar várias arquiteturas: Fiber to the node (FTTN) – Fiber-to-the-node – ao sair da central, essa conexão liga-se à um armário de rua ‘’street cabinet’’ com a conexão final ao cliente sendo de cobre. Fiber to the curb (FTTC) – onde a fibra vai até um armário na rua e a distribuição para os assinantes naquela vizinhança, tendo como meio o cabo coaxial ou o par de cobre. Fiber to the home (FTTH) – Solução FTTH é uma arquitetura de rede de transmissão óptica, onde a rede drop adentra a residência do assinante que é servido por uma fibra óptica exclusiva para este acesso. Geralmente entre a rede drop de descida e a rede interna do assinante, é utilizado um mini-Dio ou um bloqueio óptico (FOB) para realizar a transição do sinal óptico ao interior da residência. Após esta transição, o sinal é propriamente disponibilizado através de uma extensão ou cordão óptico para o receptor óptico deste assinante. Fiber to the building (FTTB) – Solução FTTB é uma arquitetura de rede de transmissão óptica, onde a rede drop finaliza na entrada de um edifício (Comercial ou Residencial). A partir deste ponto terminal, o acesso interno aos usuários é realizado geralmente através de uma rede metálica de cabeamento estruturado. Onde a fibra vai até o prédio e a distribuição para os assinantes são feitas através de uma rede Ethernet tendo como meio o cabo coaxial ou o par de cobre. Fiber to the desktop (FTTD) –  Solução FTTD é onde a conexão de fibra é instalada a partir da principal sala de informática a um terminal ou fibra conversor de mídia perto da mesa do usuário. Fiber to the apartament (FTTA) – Solução FTTA é uma arquitetura de rede de transmissão óptica, onde a rede drop adentra o edifício (Comercial ou Residencial) chegando a uma sala de equipamentos. A partir desta sala, o sinal óptico pode sofrer uma divisão do sinal através do uso de splitters ópticos. Sendo  encaminhado individualmente a cada apartamento/escritório. Outras alternativas de divisão interna ao prédio podem ser implementadas. O ponto terminal de acesso interno aos usuários é levado para dentro do apartamento/escritório. Sempre  por uma única fibra. Vantagens de uso de FTTx Economia de energia; Redução de consumo de PVC e cobre; Não gera e não é afetado por EMI (interferência eletromagnética); Conexões mais estáveis e com mais precisão.  

Cabo de fibra ótica submarino entre Angola e Brasil já chegou a Fortaleza

O primeiro cabo de fibra ótica submarino a cruzar o Atlântico Sul chegou  em fevereiro de 2018 ao porto do Pecém, em Fortaleza, no Brasil, concluindo uma viagem de mais de 6.000 quilómetros. O cabo South Atlantic Cable System (SACS) tem mais de 6 mil quilômetros e interligará o Brasil à África, permitindo conexão de internet de alta velocidade.  O cabo de fibra ótica submarino de telecomunicações, que vai ligar Angola ao continente americano.

Fibra Óptica x Rádio Frequência: qual ideal para você?

As redes de fibra óptica oferecem conexões de alta velocidade e com grande estabilidade, permitindo que uma grande quantidade de informações sejam transmitidas por um mesmo cabo. Já as redes de alta frequência conseguem unir a conexão à internet em locais de difícil acesso a baixos custos de instalação. Se você quer conhecer mais sobre essas duas tecnologias, leia o artigo de hoje!

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