Por Victor Carvalho – 18/10/2023 Quando se trata de construir e otimizar redes de fibra óptica, a escolha do tipo de splitter óptico é uma decisão crucial. Splitters são dispositivos que dividem o sinal óptico em várias saídas, permitindo que um único sinal seja distribuído para múltiplos locais. No entanto, a escolha entre um splitter balanceado e desbalanceado depende das necessidades específicas da sua aplicação. Neste artigo, vamos explorar a diferença entre eles e quando é mais apropriado usar cada tipo. Splitters Balanceados Os splitters balanceados dividem o sinal óptico igualmente entre todas as saídas, independentemente da intensidade do sinal de entrada. Eles são ideais em situações em que a uniformidade da intensidade do sinal é crucial. Aqui estão algumas aplicações comuns para splitters balanceados: Redes de Acesso Residencial Em redes de fibra óptica para uso residencial, é essencial que todos os assinantes recebam um sinal de qualidade igual. Splitters balanceados, como os modelos 1×2 e 1×4, garantem que cada casa ou unidade residencial obtenha uma divisão uniforme do sinal. Redes de Escritórios e Empresas Ambientes de negócios, onde a estabilidade da rede é fundamental, podem se beneficiar dos splitters balanceados. Eles asseguram que todos os dispositivos conectados tenham acesso igual ao sinal de fibra óptica, o que é crucial para manter a eficiência operacional. Splitters Desbalanceados Os splitters desbalanceados permitem uma divisão personalizada do sinal em proporções diferentes, o que pode ser vantajoso em cenários específicos. Aqui estão algumas situações em que os splitters desbalanceados são a escolha certa: Redes de Telecomunicações Em redes de telecomunicações, frequentemente é necessário fornecer intensidades de sinal diferentes em pontos específicos da rede. Splitters desbalanceados, como os modelos 1×2, com proporções como 90/10, 80/20, ou sem conectores com proporções como 95/5, 90/10, oferecem essa flexibilidade. Redes de Monitoramento Sistemas de segurança e vigilância por vídeo podem se beneficiar dos splitters desbalanceados para ajustar a intensidade do sinal de acordo com as necessidades de cada câmera ou dispositivo. Isso permite otimizar a qualidade da imagem e economizar recursos. Padrão ABNT: Fibras Coloridas Independentemente de escolher um splitter balanceado ou desbalanceado, é essencial que as fibras ópticas utilizadas estejam em conformidade com o padrão ABNT. Isso garante a qualidade e a conformidade com as normas brasileiras em sua rede de fibra óptica. Nossa linha de splitters ópticos oferece uma ampla gama de opções, incluindo modelos balanceados (1×2, 1×4, 1×8, 1×16) com conectores APC, UPC ou sem conectores, bem como modelos desbalanceados APC (1×2) com proporções de divisão personalizadas (90/10, 80/20, 70/30) ou sem conectores (95/5, 90/10, 85/15, 80/20, 75/25, 70/30, 60/40). Essa variedade permite que você escolha o splitter mais adequado para suas necessidades específicas. Em resumo, ao escolher um splitter óptico, leve em consideração a natureza da sua aplicação e as demandas de divisão do sinal. Se tiver dúvidas adicionais ou precisar de assistência na escolha do splitter adequado, não hesite em entrar em contato conosco. Estamos aqui para ajudar você a alcançar o melhor desempenho em sua rede de fibra óptica, independentemente da sua escolha.
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Compacto e Completo: O DIO que faz Sobrar Espaço no Rack
Por Victor Carvalho – 03/10/2023 Em um mundo cada vez mais conectado, a demanda por soluções de alta capacidade e eficiência para redes de fibra óptica é maior do que nunca. É nesse cenário desafiador que o nosso DIO (Distribuidor Interno Óptico) se destaca como uma escolha compacta e completa que otimiza o espaço no seu rack. Variedade de Modelos para Diversas Aplicações Nossa linha de DIOs abrange uma ampla gama de modelos, desde 12 até 144 fibras, com variações de conectores APC e UPC. Os modelos de 12 até 48 fibras ocupam apenas 1U, enquanto os de 72 para frente são de 2U. Essa variedade garante que você encontre a configuração ideal para suas necessidades específicas. CONHEÇA TODOS OS MODELOS DIO de 2U para até 144 fibras Uma das principais características do nosso DIO é sua incrível capacidade de até 144 fibras, tudo isso em um modelo de apenas 2U de altura, com a utilização de adaptados LC Duplex. Essa solução versátil atende perfeitamente às necessidades de redes de diferentes tamanhos e complexidades. Recursos que Fazem a Diferença Nosso DIO é projetado para oferecer uma experiência completa e eficiente. Além da capacidade de acomodar um grande número de fibras, ele também entrega: Pigtails Coloridos e Tubetes: Para uma organização fácil e rápida. Amplo Espaço Interno: Para acomodar e gerenciar as fibras com facilidade. 4 Entradas/Saídas: Possibilitando a conectividade versátil. Suporte para Rack: Garantindo a montagem segura no seu rack. Abraçadeiras Plásticas e Bandejas Retráteis: Auxiliando na organização e acesso. 4 Fixadores para Cabos e para Elemento de Tração: Mantendo tudo no lugar de forma confiável. Régua Completa com Números e Adaptadores: Facilitando a identificação e conexão. Adaptadores Específicos: Os modelos de 48 e 72 fibras possuem adaptadores SC Duplex, enquanto o modelo de 144 fibras conta com adaptadores LC Duplex. Os demais modelos têm adaptadores SC Simples. Pintura Eletrostática: Garantindo uma camada protetora durável e resistente. Benefícios Adicionais Além de todos esses recursos, o nosso DIO é projetado com alta qualidade e durabilidade em mente. Ele é resistente e projetado para suportar as condições mais exigentes de ambientes de telecomunicações e data centers. Em resumo, o nosso DIO compacto e completo é a escolha ideal para quem busca otimizar o espaço no rack, sem comprometer a capacidade e a eficiência da sua rede de fibra óptica. Com uma ampla variedade de modelos e recursos, estamos prontos para atender às suas necessidades específicas, garantindo um desempenho confiável e duradouro. Se você está em busca de um DIO de alta qualidade e versatilidade, entre em contato conosco hoje mesmo e descubra como podemos ajudar a impulsionar a sua rede de fibra óptica para o futuro. Compacto, completo e pronto para o desafio!
Fibras Monomodo e Multimodo: Entenda as Diferenças para uma Comunicação Eficiente
09/08/2023 – Por Victor Carvalho, 2Flex Telecom. As fibras monomodo e multimodo são dois tipos distintos de fibras ópticas amplamente utilizadas em redes de telecomunicações de todo o mundo. Cada uma possui características únicas que determinam sua eficiência em diferentes cenários e aplicações. Vamos aprofundar as principais características de ambas para uma compreensão mais abrangente: FIBRAS MONOMODO Características: As fibras monomodo têm um núcleo muito fino, com diâmetro tipicamente entre 9 a 10 micrômetros, cercado por um revestimento que garante a propagação adequada do sinal óptico. Propagação de Modo Único: Como o próprio nome indica, as fibras monomodo permitem a propagação de um único modo de luz em linha reta. Esse fator reduz significativamente a dispersão modal, resultando em menos atenuação do sinal e, por consequência, menor perda de potência. Velocidade e Largura de Banda: Devido à sua capacidade de transmitir em modo único, as fibras monomodo oferecem maior largura de banda e, portanto, suportam taxas de dados mais elevadas em comparação com as fibras multimodo. Alcance: São especialmente adequadas para transmissões de longa distância, podendo alcançar centenas de quilômetros com desempenho confiável. Aplicações: São amplamente utilizadas em sistemas de longa distância, como interligação de cidades, backbones de internet, redes de telefonia e aplicações de alta capacidade. FIBRAS MULTIMODO Características: As fibras multimodo possuem um núcleo mais espesso, com diâmetro geralmente entre 50 a 62,5 micrômetros, também envolvido por um revestimento adequado. Propagação de Modos Múltiplos: Ao contrário das fibras monomodo, as fibras multimodo permitem a propagação de vários modos de luz em ângulos diferentes. Essa propagação resulta em maior dispersão modal e, consequentemente, maior atenuação do sinal. Velocidade e Largura de Banda: Devido à maior dispersão do sinal, as fibras multimodo oferecem menor largura de banda em comparação com as fibras monomodo, o que resulta em velocidades de dados mais modestas. Alcance: São mais adequadas para distâncias curtas, geralmente atingindo algumas centenas de metros. No entanto, com a utilização de equipamentos de alta qualidade, podem atingir distâncias mais longas em aplicações específicas. Aplicações: São amplamente utilizadas em redes locais (LANs), data centers, sistemas de monitoramento e aplicações de curta distância. COMPARAÇÃO Escolha do Tipo de Fibra: A escolha entre fibras monomodo e multimodo dependerá das necessidades específicas de cada projeto de telecomunicação. Se alta velocidade e longas distâncias são essenciais, as fibras monomodo são a escolha mais adequada. Para aplicações de curta distância, as fibras multimodo são uma opção econômica e funcional. Custo: As fibras multimodo costumam ser mais acessíveis em termos de custo, o que as torna uma opção popular para redes locais e aplicações de curta distância. As fibras monomodo tendem a ser mais caras, mas proporcionam um desempenho excepcional em longas distâncias. Em conclusão, compreender as diferenças entre as fibras monomodo e multimodo é fundamental para tomar decisões informadas ao projetar e implementar redes de telecomunicações eficientes. Cada tipo de fibra oferece vantagens específicas e se adequa melhor a diferentes cenários, sendo essencial avaliar cuidadosamente as necessidades e requisitos de cada projeto antes de escolher o tipo de fibra mais adequado. Independentemente da escolha, as fibras ópticas continuam sendo a base para uma comunicação rápida, confiável e de alto desempenho em um mundo cada vez mais interconectado.
Rede de fibra óptica submarina que liga o Brasil a Europa começa a operar em julho
Rede de fibra óptica submarina que liga o Brasil a Europa começa a operar em julho a obra custou R$ 1 bilhão, tem 6,2 mil quilômetros e permite reduzir em até 50% o tempo de resposta na transmissão de dados; tecnologia melhora a qualidade de streaming, dá suporte ao 5G e beneficia gamers. Pouco mais de seis meses desde que começou a ser instalalado, um novo cabo submarino de fibra óptica de alta capacidade ligando o Brasil à Europa começará a operar até julho. A tecnologia permite reduzir em até 50% o tempo de resposta na transmissão de dados – conhecido como latência – e beneficiará milhões de jogadores de games e consumidores de streaming, além de impactar negócios digitais, serviços em nuvem, bancos eletrônicos e mídia de entretenimento. Com investimento seja de cerca de R$ 1 bilhão, a rede EllaLink será a primeira a ligar diretamente o Brasil ao continente europeu, já que, até agora, a conexão de cabos de fibra óptica entre eles passava pelos Estados Unidos. Ao todo, serão 6,2 mil quilômetros de cabos que vão conectar a capital cearense Fortaleza à cidade de Sines, em Portugal. A inovação terá equipamentos para estender a transmissão de dados no país até São Paulo e Rio de Janeiro e a Lisboa, Madri e Marselha, no outro lado do Atlântico. O cabo começou a ser instalado em Fortaleza em dezembro, ocasião em que foi ancorado na areia da Praia do Futuro e levado por um navio até um ponto de encontro no oceano onde se juntou a outro cabo transportado por uma embarcação que saiu de Sines. Ancoragem de cabos em Sines, Portugal Foto: Divulgação Mergulhadores auxiliaram a fixar os cabos no fundo do oceano, o que podia chegar a quase 5 mil metros de profundidade. A conexão foi concluída em março. Desde então, testes vêm sendo conduzidos para que a estrutura comece a funcionar ainda em junho. GAMES No caso de games, a melhora na transmissão de dados tende a ser decisiva em partidas online, nas quais milésimos de segundos podem determinar ganhadores e perdedores. Em jogos populares como Fortnite, League of Legends e Starcraft, a conexão dos cabos de fibra óptica poderá ser uma vantagem crucial em confrontos equilibrados, segundo Vicent Gatineau, diretor de marketing e de vendas da EllaLink, empresa cuja sede está localizada em Dublin, na Irlanda. Gamers serão beneficiados com a velocidade de transmissão de dados Foto: Kevork Djansezian / Getty Images “Se imaginarmos dois jogadores, um brasileiro e um europeu, numa partida online mirando no mesmo alvo e ao mesmo tempo, o diferenciador entre ganhar e perder será quem o atinge primeiro, e isso é determinado pela latência”, explica o executivo. Somente no Brasil estima-se que há mais de 67 milhões de praticantes de games, segundo pesquisa encomendada pela Brasil Game Show (BGS) ao Instituto Datafolha em agosto do ano passado. O segmento movimenta em torno de R$ 8 bilhões por ano. Ancoragem do cabo de fibra óptica na Praia do Futuro, em Fortaleza Foto: Divulgação O novo cabo também vai atender a uma demanda recente de consumo por parte de clientes que antes eram limitados às telecomunicações e às OTTs, plataformas de distribuição de conteúdos pela internet, como empresas de streaming. A rede ainda almeja acabar com necessidades de interconectividade de longo prazo de comunidades de pesquisa e educação da Europa e da América Latina. A Ellalink, cujo principal acionista é o fundo de ações europeu Marguerite, vem recebendo aportes para fornecer à comunidade científica dados precisos em tempo real sobre as condições do fundo do mar ao longo da rota do cabo. Mapa mostra conexão da rede de fibra óptica que liga o Brasil à Europa Foto: Divulgação “Agora estão surgindo vários clientes pequenos, querendo acessar diretamente serviços que demandam alta capacidade, e isso gera um efeito em todo o ecossistema, com disseminação de grande quantidade de data centers, grandes e pequenos, fora dos EUA”, afirmou Gatineau. Fonte: Época
O que é e como escolher o melhor cabo drop
Cabo Drop! O que é? Por onde anda? O que come? Você que atua no segmento de provedores de internet que oferecem fibra óptica para os seus clientes deve se preocupar em garantir um serviço da mais alta qualidade. Para tanto, algo essencial é o cabo drop, que é o responsável por fazer com que o serviço de internet chegue até o usuário. Dessa forma, é de extrema importância saber o que é e como escolher o melhor cabo drop. Afinal, assim, é possível garantir uma conexão confiável, segura e econômica. Então, continue lendo este artigo e confira as informações dos tópicos a seguir. Quais são os tipos de cabos existentes? Qual o melhor cabo óptico Drop? Quais são os tipos de Drop existentes? Em redes de fibra óptica, existem dois modelos de cabo drop mais comuns que são usados para conectar o provedor de internet ao seu negócio. Veja quais são eles: Cabo Óptico de Uso Geral Conhecido ainda pela sigla COG, esse modelo de cabo drop é, principalmente, utilizado em instalações verticais, a exemplo das tubulações, onde é comum que passem diversos cabos e não exista fluxo de ar. O COG é o indicado nessas situações porque se mantém mais protegido, assim, os riscos de ser danificado ou mesmo roubado são mínimos. Portanto, pode ser usado não só na instalação da internet de prédios comerciais, como também residenciais. Low Smoke Zero Halogen O modelo de cabo drop LSZH é mais uma opção para instalações verticais. Possui o diferencial de acarretar pouca ou mesmo nenhuma fumaça em caso de incêndio. Com isso, além de contribuir com a segurança de toda a instalação, as chances de ocorrer intoxicação são reduzidas. Esses dois tipos disponibilizam segurança e eficiência redobradas se forem escolhidas as suas versões dielétrica ou metálica. A primeira é fabricada de modo a não conduzir energia elétrica, sendo adequado para dutos, onde existem demais cabos. Enquanto isso, os metálicos, por terem metal em sua composição e conduzirem energia elétrica, são recomendados para locais onde não dividam o espaço com outros cabos. Tanto o cabo drop COG quanto o LSZH contam com diferentes variações, inclusive, em relação ao tipo de atrito. Dessa forma, eles podem ser com atrito reduzido ou atrito normal. Qual o melhor cabo óptico Drop? Já que o drop tem como função levar a fibra óptica até a residência ou empresa do seu cliente, é preciso escolher o melhor modelo. Afinal, a sua qualidade interfere diretamente na rapidez da internet oferecida para os usuários e, por consequência, no seu grau de satisfação em relação ao seu serviço. Além disso, o drop deve ter garantia de segurança, não só no momento da instalação, como também ao longo do tempo. Agora que você entende a importância do cabo drop, conheça os produtos da 2 Flex Telecom, que possuem a mais alta qualidade. Inclusive, quando se fala de cabo drop, já que o produzido pela 2 Flex apresenta o modelo de fibra óptica G657A, o melhor do mercado. Com isso, os serviços do provedor de internet contam com maior segurança e durabilidade. Para saber mais, clique aqui (www.2flex.com.br).
O que é cabo DAC? Onde posso utilizar?
O que é cabo DAC ? Significa é Direct Attach Cooper também conhecido como DAC, é muito importante dentro de um datacenter ou backbone pois é aplicado para conectar interfaces / portas ópticas em Switches, Roteadores de Comutação, OLT’s, Servidores, Firewalls, Placas PCI, Equipamentos de áudio e vídeo, Automação comercial, conversores de mídia entre outros. Se você já usa um cabo DAC e quer saber qual é a melhor opção, continue lendo este artigo e confira os tópicos a seguir. • O que é cabo DAC? • Qual a importância dele para a qualidade das redes? • Por que ele tem um bom custo-benefício? O que é um cabo DAC? O cabo DAC é a forma mais funcional de cabeamento para conexões de alta velocidade e direta entre dispositivos de rede de fibra. Com ele, você não precisa comprar um SDP e um cordão para interligar os seus dispositivos, pois já vem tudo pronto de fábrica. Basicamente é composto por cabo de cobre plugado por módulos transceivers ópticos em cada uma das suas extremidades. Qual a importância do cabo para a qualidade das redes? O cabo DAC consome menos energia se comparados a outra solução feita por transceivers e cordões ópticos, proporcionando uma economia a longo prazo. Os valores dos cabos são muito mais acessíveis pois vem conectorizados de fabrica e não precisam de painel de conexão e nem de cabos adicionais quando são conectados a equipamento ópticos; Além de ser de fácil implementação pois apenas um componente precisa ser conectado. Facilitando a interligação dos componentes. Por que ele tem um bom custo-benefício? Seu benefício principal é o custo, embora haja outros benefícios como, os cabos serem feitos de cobre twinax e serem fisicamente mais fortes dificultando serem danificados no manuseio dentro do datacenter ou backbone. Sendo compatíveis com os melhores dispositivos no mercado. Os cabos DAC da 2 Flex possuem metragens de 1metro, 3 metros e 5 metros e são feitos de cobre e são ideais para interligar equipamentos instalados no mesmo rack. São confeccionados com revestimento LSZH(Low smoke zero halogen) que é um material resistente a fogo, fumaça e altas temperaturas promovendo proteção e qualidade. Clique aqui (2flex.com.br) e conheça essa linha de produtos para sua conexão óptica.
Usar ou não usar a roseta óptica?
É normal que haja dúvida sobre utilizar ou não utlizar a roseta óptica. Junto a esse questionamento, surgem outros, como o que é correto e quais são as vantagens da sua utilização. Se você também deseja saber qual é a melhor opção, continue lendo este artigo e confira os tópicos a seguir. • O que é a roseta óptica? • Utilizar ou não utilizar a roseta óptica? O que é a roseta óptica Antes de saber se o melhor é utilizar ou não utilizar a roseta óptica, vale a pena esclarecer que esse componente é chamado ainda de PTO (Ponto de Terminação Óptica). O seu objetivo consiste em acomodar e proteger a emenda por fusão ou Cabo Drop conectorizado dentro da casa do assinante que contratou o seu provedor de internet. Essa terminação pode acontecer de duas maneiras. Uma delas, por meio de uma fusão do Cabo Drop a um pigtail. E a outra forma é com a montagem de um conector óptico de montagem em campo no Cabo Óptico Drop e o uso de um adaptador óptico e um Pathcord Óptico. Para acomodar a fusão entre o cabo drop e um cordão para ser conectado à ONU, antigamente, antes de surgirem os conectores de campo, usar o PTO era a única opção. Isso porque a roseta óptica servia como uma “caixa de emenda óptica” dentro da residência do assinante. Porém, atualmente, os conectores de campo se tornaram mais acessíveis e populares. Desse modo, é normal que se questione a possibilidade de montá-lo na ponta do drop e conectá-lo diretamente à ONU sem o uso da roseta óptica. Utilizar ou não utilizar? Agora que já foi explicado o contexto da pergunta se é melhor usar ou não a roseta óptica, é possível respondê-la: Depende. Inicialmente, a resposta é não, pois os conectores de campo são ótimas soluções para qualificar o tempo das instalações de clientes FTTH. Por outro lado, os conectores de campo não são tão robustos como os conectores montados em fábrica. Além disso, os cabos drops compactos são bem menos flexíveis que os cordões ópticos. Dito isso, os conectores de campo não são recomendados onde a ONU do cliente não é fixa. Afinal, é normal que o usuário tenha uma ONU em cima de uma mesa ou estante e que o movimente com alguma frequência para limpar o local. Nessas condições, portanto, a resposta é sim para o uso da roseta óptica, que é mais adequada para clientes com esse perfil. Se nesses casos o PTO não for usado, o conector de campo será danificado. Mas se a ONU puder ser fixada na parede então, não haveria problema. De todo o modo, é importante que a roseta óptica tenha um tamanho apropriado, bem como um bom acabamento. Assim, a sua instalação não incomodará o cliente. E para encontrar as melhores rosetas ópticas do mercado você deve conhecer as oferecidas pela 2 Flex Telecom. Elas acomodam até dois conectores e têm capacidade para emendas ópticas por fusão ou emendas mecânicas. As rosetas ópticas da 2 Flex possuem estrutura compacta, são fáceis de manusear e fabricadas em plástico de alta resistência mecânica. Clique aqui (2flex.com.br) e conheça esses e outros produtos para o seu provedor de internet.
Conheça o Distribuidor Interno Óptico 144FO da 2 Flex Telecom
O Distribuidor Interno Óptico 144FO, também conhecido como DIO, é muito importante dentro de um datacenter ou backbone pois os cabos ópticos usados para lançar fibras são inflexíveis e pouco adequados para manobras em racks. Se você já usa um DIO e quer saber qual é a melhor opção, continue lendo este artigo e confira os tópicos a seguir. • O que é um distribuidor interno óptico? • Qual a importância do DIO para a qualidade das redes? • Por que ele tem um bom custo-benefício? O que é um distribuidor interno óptico? O Distribuidor Interno Óptico 144FO é apropriado para utilização em rede de telecomunicações. Pois contém bandeja retrátil que permite fazer as conexões através de bandeja interna em cabo óptico. Acompanha uma régua em seu painel frontal com adaptadores ópticos duplex LC já instalados e régua frontal para acomodação dos cordões ópticos, além do sistema de vedação para inibir a entrada de água, poeira e até mesmo insetos. Possui pinos guia para fixação dos cabos ópticos, bandejas para acomodação dos protetores de fusão óptica, borracha de vedação nas 4 entradas dos cabos principais localizadas na parte traseira do gabinete. Este DIO possui capacidade para até 144 conexões ópticas. Ele é recomendado para aquelas aplicações que requerem uma densidade de fibra maior em um menor espaço no rack de 19″ pois seu tamanho é de 2U. Qual a importância do DIO para a qualidade das redes? Se um distribuidor interno óptico permite organizar e armazenar o cabeamento óptico, ele torna tudo mais seguro, uma vez que os módulos de encaixe rápidos e a gaveta deslizante evitam o rompimento dos cabos e os mantém livres de qualquer interferência externa. Um DIO é projetado para facilitar a instalação e tornar o cabeamento de rede mais confiável. E é sabido que isso ajuda a manter a qualidade de uma rede óptica por um bom tempo. Da mesma forma, não é errado afirmar que o dimensionamento inadequado ou mesmo que a não utilização de um distribuidor interno óptico pode reduzir de forma considerável a flexibilidade, a eficiência e até a vida útil de uma rede óptica, seja ela de que tipo for: rede de televisão a cabo, rede de telefonia ou mesmo uma rede de dados). Por que ele tem um bom custo-benefício? Se compararmos o preço de um DIO com os prejuízos a que você está exposto por não usá-lo (incluindo a perda dos cabos e a indisponibilidade do serviço por algumas horas em suma empresa, por exemplo), utilizá-lo pode trazer muitos benefícios com rápido retorno sobre o investimento e economia em médio e longo prazos. Por que ele tem um bom custo-benefício? Se compararmos o preço de um DIO com os prejuízos a que você está exposto por não usá-lo (incluindo a perda dos cabos e a indisponibilidade do serviço por algumas horas em uma empresa, por exemplo), utilizá-lo pode trazer muitos benefícios com rápido retorno sobre o investimento e economia em médio e longo prazos. O DIO 144FO da 2 Flex é utilizado para uso interno em rack 19″ com 144 fibras. É confeccionado em material de alta resistência e pintura especial promovendo proteção e qualidade. Clique aqui (2flex.com.br) e conheça este produto e outros para o seu provedor de internet.
O que é dBm?
O que é dBm ? É normal que haja dúvida sobre esta unidade de medida. E a maioria dos técnicos utilizam de forma errada, neste post vamos explicar o correto entendimento deste termo e como pode evitar maiores problemas numa rede óptica. Se você também deseja saber o que é opção, continue lendo este artigo e confira os tópicos a seguir. • O que é dB? • O que é dBm? • Aprenda a calcular dBm? O que é um DB? O Decibel (dB) é uma unidade de medida de tensão ou potencia elétrica referenciada a uma outra unidade de mesma natureza, ou seja, ela é uma proporção de uma quantidade física em relação a um nível, é utilizado como uma comparação entre duas medidas. Uma relação em decibels é igual a dez vezes o logaritmo de base 10 da razão entre duas quantidades de energia. Um decibel é um décimo de um bel, uma unidade raramente usada. O que é um DBm? Um dBm, também referido como dBmW, é a notação usada para a razão de energia em decibéis (dB) para um miliwatt (mW). Comumente usado de várias maneiras, mas mais comumente se refere à energia usada por rádio, redes de fibra óptica e micro-ondas. Além disso, também é usado como uma maneira conveniente de medir o poder absoluto de algo, pois pode ser usado para expressar valores muito pequenos, bem como valores muito grandes de forma compacta e fácil de ler. Porque ele é referenciado ao watt, ou mais especificamente, o miliwatt, é uma medida de poder absoluto em vez de poder relativo. Uma medição de dBW é referenciada a um watt ou 1000 mW. Esta é uma medida de poder absoluto, apesar do decibéis ser o que é conhecido como uma unidade ine45, ou uma unidade que é usada para quantificar a ração entre dois valores diferentes. Unidades o dimensionadas, como o decibéis, são usadas para valorizar algo que tecnicamente não tem unidades físicas. Portanto, unidades sem dimensão são conhecidas como números puros. Pode ter um valor positivo ou negativo dependendo da situação. Um valor dBm positivo indica que há um ganho de potência enquanto um valor dBm negativo, observado por um sinal de menos antes do número, indica que há uma perda de energia. A principal desvantagem do uso das medições é que elas não são atualmente suportadas pelo Sistema Internacional de Unidades. Portanto, o uso de medidas em documentos que se referem às unidades SI é desaprovada. O decibéis, no entanto, ainda é aceito em tais obras. Como é calculado? Zero dBm é igual a um miliwatt. A cada aumento de três decibéis, a potência é aproximadamente dobrada. Portanto, 3 dBm é igual a aproximadamente 2 mW. Por outro lado, uma redução de três decibéis diminuirá a potência em aproximadamente metade. Portanto, -3 dBm será igual a aproximadamente 1/2 ou 0,5 miliwatt. A função para calcular o dBm é: x = 10log*base 10*(P) onde x é o valor dBm e P é a potência em miliwatts. Além disso, a função para calcular a potência é: P = 10 à potência de (x/10) onde P é a potência em miliwatts e x é a ração de potência medida.
Mitos e verdades sobre a fibra óptica
Apesar de parecer recente, a fibra óptica é uma tecnologia utilizada há bastante tempo. Em 1988, foi empregada em larga escala ao cruzar o Oceano Atlântico, interligando América e Europa com conexões de alta velocidade. Entretanto, somente no século XXI ela ganhou destaque, passando a ser gradativamente mais usada por empresas dos mais variados setores. Nesse sentido, determinados mitos sobre fibra óptica também se tornaram comuns, fazendo com que novos usuários ainda desconfiem da eficiência e da segurança dessa tecnologia. Sendo assim, apresentaremos a seguir alguns dos principais mitos e verdades a respeito dessa tecnologia, que tem sido responsável pela troca de informações ao redor do mundo. Continue a leitura e saiba mais! 1. A fibra óptica é mais cara Mito! É comum que, antes de se popularizar, uma tecnologia superior seja mais cara. Isso aconteceu com os computadores, smartphones e com a própria internet. Por outro lado, conforme a demanda cresceu, os custos caíram e hoje é possível encontrar a fibra óptica por valores muito mais acessíveis. Falando em custos, sua durabilidade permite gastar menos com manutenção, compensando o investimento feito. Além disso, a tecnologia da fibra óptica também ajuda na economia de energia, já que utiliza a luz para transmitir dados. 2. É mais segura e eficiente Verdade! Cabos de fibra óptica figuram como alternativa mais segura do que cabos tradicionais — compostos de cobre, visto que utilizam luz na transmissão de dados. Além de não superaquecerem, isso gera um menor risco de incêndio do que aqueles que se valem da eletricidade para essa tarefa. A eficiência também está ligada ao fato de não serem afetados por ventos, chuva ou questões ambientais semelhantes, possibilitando um tráfego de dados com menor degradação da própria estrutura. No fim das contas, a conexão se torna mais estável e a estrutura dura mais tempo. 3. A instalação é mais complexa Mito! Esse mito também é oriundo da época em que a fibra óptica era uma tecnologia nova e desconhecida. Há anos, as conexões eram realmente mais complexas e demandavam muito mais especialização do que hoje. Entretanto, a tecnologia passou por diversas atualizações ao longo do tempo, de modo que atualmente as conexões são mais práticas. Além disso, peso e diâmetro são menores, o que facilita a sua instalação. Assim, diversos profissionais preferem, inclusive, contar com a fibra óptica em sua infraestrutura. 4. É ambientalmente mais correta Verdade! A fibra óptica consiste em um tipo de instalação mais amigável para o meio ambiente. Como se não bastasse a transmissão de dados via luz, ela é composta por um material encontrado em quantidade muito maior no planeta. Isso ajuda a evitar incêndios ou outros desastres relacionados à eletricidade. Desse modo, seu uso garante segurança e é um tanto quanto menos nocivo para a natureza do que instalações com cabos de cobre. 5. Instalações do tipo são impossíveis de hackear Mito! A ideia de que é impossível hackear instalações com fibra óptica existe porque conexões de cobre permitem a captação de sinais eletromagnéticos, possibilitando o acesso às informações ali transmitidas. Isso não acontece em conexões de fibra óptica, visto que elas mantêm os sinais dentro dos cabos sob qualquer cenário. Porém, ainda com essa segurança, as instalações que utilizam fibra óptica podem ser invadidas. A questão é que, nesse caso, seria preciso fazer contato físico com o cabo, notando-se ”apenas” uma segurança maior em relação às tradicionais. 6. Internet por fibra óptica é mais rápida Verdade! A principal opção à fibra óptica são as tradicionais redes UTP, que normalmente permitem uma conexão com velocidade de até 100Mbps, dependendo das especificações do cabo. Uma alternativa é a tecnologia dos cabos CAT6 que, apesar de ser mais rápida que as redes UTP, não se tornou tão popular. Nesse cenário, as redes de fibra óptica vencem novamente ao permitirem conexões mais rápidas do que as vistas nos dois tipos citados anteriormente. É possível alcançar até 50 Gbps, uma velocidade bastante superior. Isso significa que é teoricamente possível transmitir dados a uma velocidade bem acima da média. Entretanto, as operadoras que contam com fibra óptica na sua infraestrutura ainda entregam velocidades semelhantes às encontradas nas instalações tradicionais. Dentro do contexto, a expectativa é que haja um aprimoramento no uso das redes de fibra óptica. Enquanto as tradicionais estão no limite, as transmissões via luz ainda guardam uma enorme potência a ser explorada. 7. Os cabos são mais frágeis por serem de vidro Mito! O vidro dos cabos de fibra óptica é composto por sílica ultrapura. Isso significa muita resistência a pressão e temperaturas pouco amigáveis. Sua resistência à tração, por exemplo, é superior a 42 t/cm² — maior do que a dos cabos tradicionalmente empregados. Outro aspecto da proteção contra danos encontrada em cabos de fibra óptica é a presença do Kevlar no revestimento, conferindo uma resistência superior à do aço. Na instalação, entretanto, é fundamental tomar cuidados específicos. Ao cortar um fio, por exemplo, o técnico não deve danificar o núcleo de vidro. Além disso, nesse momento, sujeiras podem atrapalhar a qualidade da conexão, já que interferem nos feixes de luz transmitidos. 8. Não sofre com interferências eletromagnéticas Verdade! Cabos de fibra óptica contam com um revestimento que dá mais resistência à deterioração do que os tradicionais. Além disso, não deixam escapar sinais eletromagnéticos para o meio externo, não transmitem dados com eletricidade e têm o núcleo de vidro protegido por materiais isolantes. A vantagem aqui é que essas instalações disponibilizam uma segurança maior em relação às redes tradicionais, já que invasores não podem usar vazamentos de sinal para ter acesso a dados — seria necessário chegar até o núcleo da fibra para isso. Portanto, a fibra óptica tende a ser uma tecnologia muito mais difundida com os mitos sobre sua tecnologia sendo desvendados, e o seu potencial explorado pelas grandes empresas, gerando cada vez mais vantagem para os usuários. Entendeu quais são os mitos sobre fibra óptica e tudo que essa tecnologia pode oferecer? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Então, entre em contato conosco …