ICMS passa a incidir sobre serviço de INTERNET

A discussão sobre a tributação dos serviços de provimento de acesso à Internet tem sido objeto de intensas discussões jurídico-tributárias. O entendimento jurídico que prevalece atualmente é que o recolhimento de ICMS pelos provedores de Internet não se aplica, pois o serviço é considerado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) como Serviço de Valor Adicionado (SVA) não atendendo aos critérios da Lei 9472/1997 e da Lei Complementar 87/1996, para que a incidência do imposto se justifique. Porém, a discussão ressurgiu recentemente no Rio Grande do Sul, conforme divulgado no Jornal do Comércio. Estado e municípios gaúchos travaram uma batalha para definir qual imposto iria incidir sobre o serviço, se o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual, ou o Imposto Sobre Serviços (ISS), municipal. Na decisão favorável à cobrança do ICMS, a Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul (Sefaz) considerou que não existe mais o serviço de provedor de internet depois da criação da banda larga, desconsiderando a legislação e a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Nem ICMS, nem ISS De acordo com a ementa do Recurso Especial nº 719.635 do STJ nem o ICMS e nem o ISS deveriam incidir nos serviços do provedor de internet.No caso do ISS, o serviço de conectividade não consta na Lei complementar 116 que especifica os serviços passíveis da tributação. Mas devido à instabilidade jurídica em torno do assunto, muitos municípios acabam cobrando o ISS que pode variar de acordo com o município em questão. Portanto, a incidência do ICMS e do ISS pode ser questionada judicialmente, visto que fere decisão anterior do STJ. Porém, é preciso ficar atento ao trâmite do Projeto de Lei Complementar PLP 361/2017 que adiciona o item 41 de serviços de conexão à LC 116, formalizando a incidência do ISS ao serviço de internet. Como o ICMS pode afetar o mercado? Apesar de ir de encontro à decisão do STJ, nem sempre as empresas estão preparadas para arcar com os custos judiciais de uma ação contrária à decisão. De certa forma, a decisão do Rio Grande do Sul pode influenciar outros estados a seguirem pelo mesmo caminho, gerando um aumento de custos ao consumidor final na contratação do serviço e impactando negativamente a expansão dos serviços de internet. Portanto, é fundamental que haja um entendimento unificado da tributação no país para que as tributações não se tornem subjetivas. Enquanto isso não acontece, precisamos estar atentos para que não haja cobranças que prejudiquem tanto as empresas, quanto consumidores. fonte: Eletro Net

Você sabe o que é Backbone?

O que é Backbone ? Neste post vamos esclarecer sobre este termo tão comum no mundo dos ISP, confira os tópicos: O que é? Para que serve? O que é? Backbone é uma rede principal por onde trafegam os dados dos clientes da internet( em inglês significa “espinha dorsal” ou “rede de transporte”). Ele controla o esquema de ligações centrais de um sistema mais abrangente com elevado desempenho. Se pensarmos nas redes de Internet como vias públicas, os backbones são as estradas que conectam as cidades(redes). Essas, por sua vez, são responsáveis pela manutenção das ruas e avenidas. A utilização dos backbones facilita o controle das redes, imagine que se tivéssemos conexões entre todos os estados, todos os países? Seria um tanto caro para manter todo o ecossistema em funcionamento, com os backbones, centralizamos a transferência das informações, deixando as empresas locais preocupadas apenas com manter as rotas afuniladas em pleno funcionamento. Para que serve? O backbone é o responsável pelo envio e recebimento dos dados entre diferentes localidades, dentro ou fora de um país. Essa grande espinha dorsal é dividida em partes menores com a finalidade de impedir que o tráfego e a transmissão de dados sejam lentos. No entanto, por continuar a ser a rede principal, o backbone faz a conexão de todas as redes menores, sendo possível, então, acessar qualquer rede por meio dele.

O que é polimento em fibra óptica?

Saber qual conector óptico usar para instalação ou manutenção da em redes de fibra óptica é um pré-requisito para qualquer técnico por causa do polimento.Os conectores, splitter’s e pactch coords possuem diferentes tipos de polimento. Neste post, explicaremos os tipos de polimentos e o que eles mudam no desempenho dos conectores. Polimento? O que é isso? Polimento é o tipo de acabamento que o conector óptico possui em sua extremidade. É a maneira como é polido o ferrolho. O ferrolho é a estrutura que fará a transferência luminosa em um conector. Todos os conectores são machos. Os ferrolhos são estruturas cilíndricas ou cônicas que são inseridos nos conectores ópticos. PC (Physical Contact – contato físico) O polimento PC possui um formato convexo, onde há contato físico entre os conectores, o que ocasiona um menor retorno da luz. A perda de retorno nesse tipo de conector é em torno de -40dB, tendo sua aplicação em taxas até 1Gbps. SPC (Super Physical Contact – super contato físico) Já o conector Super Physical Contact (SPC) é uma evolução tecnológica sobre os conectores PC, no qual as superfícies são polidas com melhor acabamento e permitem maior precisão no contato entre os conectores. Nesse caso, a perda de retorno foi reduzida, ficando em torno de -45dB. UPC (Ultra Physical Contact – ultra contato físico) No polimento UPC também há contato físico entre os conectores, porém seu polimento possui um ângulo mais agudo, visando que apenas o núcleo da fibra faça o contato físico. Sua perda de retorno é ainda menor, ficando em torno de -55dB, tendo sua aplicação em taxas até 2,5Gbps. APC (Angled Physical Contact – contato físico com ângulo) No polimento APC há contato físico entre os conectores, porém seu polimento possui um corte num ângulo de 8˚, proporcionando uma conexão ainda mais firme e precisa entre dois polimentos. É o modelo mais recente e devido ao encaixe a perda é muito baixa, em torno de até -65dB.

O que é um Endereço MAC ADDRESS

Quem trabalha com Telecomunicações há algum tempo já ouviu falar sobre Endereço MAC ADDRESS. Mas você sabe o que significa e qual a sua utilidade nos dias atuais? Confira neste post alguns destes tópicos: O que é? Significa “Endereço de controle de acesso à mídia” e não, não está relacionado aos computadores Apple Macintosh. MAC é a sigla de Media Access Control, ou seja, o endereço MAC ADDRESS nada mais é que o endereço de controle de acesso da sua placa de rede. É um endereço único, com 12 dígitos hexadecimais, que identifica sua placa de rede em uma rede.  O endereço MAC está listado como “Endereço físico”.: Um endereço MAC ADDRESS é um número de identificação de hardware que identifica exclusivamente cada dispositivo em uma rede. O endereço MAC ADDRESS é fabricado em todas as placas de rede, como uma placa Ethernet ou placa Wi-Fi , e, portanto, não pode ser alterado. Como existem milhões de dispositivos em rede e cada dispositivo precisa ter um endereço MAC exclusivo, deve haver uma gama muito ampla de endereços possíveis. Por esse motivo, os endereços MAC são compostos por seis números hexadecimais de dois dígitos , separados por dois pontos. Por exemplo, uma placa Ethernet pode ter um endereço MAC 00: 0d: 83: b1: c0: 8e. Felizmente, você não precisa conhecer esse endereço, pois ele é reconhecido automaticamente pela maioria das redes.

Quais os principais tipos de redes

No contexto da informática, uma rede consiste em diversos processadores que estão interligados e compartilham recursos entre si. Antes, essas redes existiam principalmente dentro de escritórios (rede local), mas com o passar do tempo a necessidade de trocar informações entre esses módulos de processamento aumentou, dando vez a diversos outros tipos de rede. Entenda o que significam alguns dos principais tipos de redes de computadores. LAN – Rede Local As chamadas Local Area Networks, ou Redes Locais, interligam computadores presentes dentro de um mesmo espaço físico. Isso pode acontecer dentro de uma empresa, de uma escola ou dentro da sua própria casa, sendo possível a troca de informações e recursos entre os dispositivos participantes. MAN – Rede Metropolitana Imaginemos, por exemplo, que uma empresa possui dois escritórios em uma mesma cidade e deseja que os computadores permaneçam interligados. Para isso existe a Metropolitan Area Network, ou Rede Metropolitana, que conecta diversas Redes Locais dentro de algumas dezenas de quilômetros. WAN – Rede de Longa Distância A Wide Area Network, ou Rede de Longa Distância, vai um pouco além da MAN e consegue abranger uma área maior, como um país ou até mesmo um continente. WLAN – Rede Local Sem Fio Para quem quer acabar com os cabos, a WLAN, ou Rede Local Sem Fio, pode ser uma opção. Esse tipo de rede conecta-se à internet e é bastante usado tanto em ambientes residenciais quanto em empresas e em lugares públicos. WMAN – Rede Metropolitana Sem Fio Esta é a versão sem fio da MAN, com um alcance de dezenas de quilômetros, sendo possível conectar redes de escritórios de uma mesma empresa ou de campus de universidades. WWAN – Rede de Longa Distância Sem Fio Com um alcance ainda maior, a WWAN, ou Rede de Longa Distância Sem Fio, alcança diversas partes do mundo. Justamente por isso, a WWAN está mais sujeita a ruídos. SAN – Rede de Área de Armazenamento As SANs, ou Redes de Área de Armazenamento, são utilizadas para fazer a comunicação de um servidor e outros computadores, ficando restritas a isso. PAN – Rede de Área Pessoal As redes do tipo PAN, ou Redes de Área Pessoal, são usadas para que dispositivos se comuniquem dentro de uma distância bastante limitada. Um exemplo disso são as redes Bluetooth e UWB. Fonte: Canaltech

Fibra deve se tornar principal tecnologia de banda larga fixa no país em 2020

Acessos com a tecnologia vão superar os 30% de participação de mercado naquele ano, passando o xDSL, em franco declínio, e o cable modem, que perde clientes em ritmo mais lento, conforme levantamento da Teleco. Os acessos de banda larga fixa usando tecnologia de fibra óptica devem se tornar maioria no país em 2020, conforme cálculos feitos pela consultoria Teleco e divulgados no final de semana. A estimativa é que a fibra continue a ganhar mercado sobre o xDSL, que é usado principalmente pelas operadoras Telefônica e Oi. O cabo tende a perder espaço também, mas em um ritmo muito menor. O FTTx (fibra), que em 2016 equivalia a 6,5% dos acessos brasileiros, deve superar os 30% em 2020, um pouco mais que o xDSL e o cable modem. “Nos últimos 2 anos a fibra acumulou adições líquidas de 3,9 milhões de acessos, enquanto os acessos de pares metálicos (xDSL) encolheram em 1,1 milhão”, destaca a Teleco. Embora Telefônica e Oi estejam migrando clientes para a fibra, são os provedores regionais de acessos que estão disseminando a fibra óptica no Brasil. As chamadas operadoras competitivas terminaram 2018 responsáveis por 57% dos acessos em fibra. Enquanto Telefônica tinha 46% dos acessos xDSL e a Oi, 44%. “A Vivo ainda conseguiu compensar estas perdas com o crescimento dos acessos em fibra, o que não ocorreu com a Oi”, ressalta a consultoria. O interesse pela tecnologia FTTX parece conduzir as operadoras competitivas ao crescimento, e as operadoras tradicionais, à retração. Os ISPs foram responsáveis por 84% das 2,14 milhões de adições de 2018. Enquanto as demais perderam clientes apesar dos esforços em migrar para FTTH. O levantamento da Teleco na íntegra pode ser conferido aqui. Fonte: Telesíntese

Provedor regional possui 47% do mercado de fibra óptica até a residência

Provedor regional conectam 2,03 milhões de casas com tecnologia de FTTh até o meado de 2018.   As pequenas operadoras de telecomunicações já possuem 47% do mercado nacional de FTTH – ou fibra óptica até a residência, conforme os dados da Anatel, e análise da Abrint. Em agosto, o Brasil contava com 30,5 milhões de linhas de banda larga fixa em serviço, dos quais 4,427 milhões com acesso de fibra óptica. E, deste mercado de quase 4,5 milhões de residências atendidas com FTTH, quase a metade – ou 2,03 milhões de casas com fibra são conectadas pelos provedores regionais de internet, os ISPs.“Em dois meses, esse quadro vai se inverter e já teremos ultrapassado as grandes operadoras de telecomunicações”, afirmou o presidente da Abrint, Basílio Peres. E, a cada mês, mais provedores de internet surgem no país .Segundo a Anatel, existem 7.419 operadoras com outorga de Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) e mais 1.755 de empresas já cadastradas como prestador de serviço de banda larga, mas sem outorga.Uma das reivindicações dessas empresas, apresentada durante seminário realizado hoje pela Anatel, é fazer valer a nova definição para o pequeno prestador. Há dois meses, a agência estabeleceu que pequena empresa é toda aquela que tem até 5% do mercado regional de varejo, o que faz com que somente os quatro grandes grupos econômicos – Claro Brasil, Telefônica Vivo, Oi e Tim – ficarão fora desse enquadramento.Apesar de a Anatel ter redefinido o conceito de pequeno Provedor regional há dois meses, vários regulamentos precisam ser modificados para que esse novo enquadramento passe a valer e é essa contradição que preocupa as pequenas empresas, que continuam a ser multadas, por exemplo, quando ultrapassam os 50 mil clientes, que é a definição que ainda prevalece de pequeno provedor de internet.Segundo o conselheiro Emmanuel Campelo, que vai presidir o comitê das prestadoras de pequeno porte, o conselho diretor está atento a essa questão, e pretende resolvê-la rapidamente. “Como advogado que sou, entendo que com o novo conceito de prestadora de pequeno porte, os demais conceitos ficam revogados tacitamente”, afirmou.Mas disse entender a complexidade da burocracia brasileira, e sabe que, para dar mais segurança jurídica para as empresas, será necessária uma nova decisão do conselho diretor da Anatel que abarque os demais regulamentos que precisam ser mudados.

Gestão de provedores

Gestão de provedores é um tema muito pesquisado. Os provedores de acesso à internet nascem de pequenos negócios de tecnologia. Onde grande parte dos donos das empresas e principais executivos tem formação técnica ou operacional em TI. Devido a isso o DNA de tecnologia não é suficiente para manter um negócio. Para se manter um excelente negócio é necessário uma boa administração.

42° Encontro de Provedores Regionais em Niterói – RJ

O 42º Encontro de Provedores Regionais aconteceu no dia 14 de agosto  em Niterói/RJ. A série de Encontros Provedores Regionais de acesso à internet e serviços de telecomunicações foi iniciada em 2013. É dirigida a provedores locais e regionais, em geral pequenas e médias empresas, que operam em pequenas cidades e nas regiões periféricas das grandes cidades, desempenhando importante papel na massificação da banda larga no país. O evento reúne, por edição, entre 80 e 100 provedores da região, em um raio de 300 km ao redor da cidade onde se realiza. As discussões abrangem de tecnologia a possíveis serviços de valor adicionado; fontes de financiamento; a importância da gestão do negócio; e as políticas públicas relacionadas à banda larga e à internet. O objetivo é levar formação e informação para os provedores regionais. A série já realizou 47 eventos desde sua criação. A 2 Flex Telecom marcou presença no 42º Encontro de Provedores Regionais em Niterói/RJ com stand no evento e sorteio brindes para os Provedores de Internet( ISP). Muito networking foi construído com a visita de vários parceiros importantes de cada canto do estado do Rio de Janeiro. Muitas palestras técnicas para incrementar ainda mais o conhecimento dos participantes. Dentra elas: Definição da Matriz Tributária: Ferramenta para a distinção entre SCM e SVA; O uso da tecnologia DWDM em redes de provedores de internet; O processo de concentração no mercado de provedores. Como se preparar; Lei de proteção de dados pessoais. Os impactos; Link para acessar as apresentações e a galeria de fotos: http://www.eventos.momentoeditorial.com.br/42o-epr-niteroi-14-de-agosto/ Reportagens: http://www.pontoisp.com.br/o-estado-do-rio-bem-na-fita/ http://www.pontoisp.com.br/reducao-de-icms-para-provedores-incomoda-operadoras/ http://www.pontoisp.com.br/bndes-vai-iniciar-operacoes-diretas-para-provedores-no-ultimo-trimestre/

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