O Distribuidor Interno Óptico 144FO, também conhecido como DIO, é muito importante dentro de um datacenter ou backbone pois os cabos ópticos usados para lançar fibras são inflexíveis e pouco adequados para manobras em racks. Se você já usa um DIO e quer saber qual é a melhor opção, continue lendo este artigo e confira os tópicos a seguir. • O que é um distribuidor interno óptico? • Qual a importância do DIO para a qualidade das redes? • Por que ele tem um bom custo-benefício? O que é um distribuidor interno óptico? O Distribuidor Interno Óptico 144FO é apropriado para utilização em rede de telecomunicações. Pois contém bandeja retrátil que permite fazer as conexões através de bandeja interna em cabo óptico. Acompanha uma régua em seu painel frontal com adaptadores ópticos duplex LC já instalados e régua frontal para acomodação dos cordões ópticos, além do sistema de vedação para inibir a entrada de água, poeira e até mesmo insetos. Possui pinos guia para fixação dos cabos ópticos, bandejas para acomodação dos protetores de fusão óptica, borracha de vedação nas 4 entradas dos cabos principais localizadas na parte traseira do gabinete. Este DIO possui capacidade para até 144 conexões ópticas. Ele é recomendado para aquelas aplicações que requerem uma densidade de fibra maior em um menor espaço no rack de 19″ pois seu tamanho é de 2U. Qual a importância do DIO para a qualidade das redes? Se um distribuidor interno óptico permite organizar e armazenar o cabeamento óptico, ele torna tudo mais seguro, uma vez que os módulos de encaixe rápidos e a gaveta deslizante evitam o rompimento dos cabos e os mantém livres de qualquer interferência externa. Um DIO é projetado para facilitar a instalação e tornar o cabeamento de rede mais confiável. E é sabido que isso ajuda a manter a qualidade de uma rede óptica por um bom tempo. Da mesma forma, não é errado afirmar que o dimensionamento inadequado ou mesmo que a não utilização de um distribuidor interno óptico pode reduzir de forma considerável a flexibilidade, a eficiência e até a vida útil de uma rede óptica, seja ela de que tipo for: rede de televisão a cabo, rede de telefonia ou mesmo uma rede de dados). Por que ele tem um bom custo-benefício? Se compararmos o preço de um DIO com os prejuízos a que você está exposto por não usá-lo (incluindo a perda dos cabos e a indisponibilidade do serviço por algumas horas em suma empresa, por exemplo), utilizá-lo pode trazer muitos benefícios com rápido retorno sobre o investimento e economia em médio e longo prazos. Por que ele tem um bom custo-benefício? Se compararmos o preço de um DIO com os prejuízos a que você está exposto por não usá-lo (incluindo a perda dos cabos e a indisponibilidade do serviço por algumas horas em uma empresa, por exemplo), utilizá-lo pode trazer muitos benefícios com rápido retorno sobre o investimento e economia em médio e longo prazos. O DIO 144FO da 2 Flex é utilizado para uso interno em rack 19″ com 144 fibras. É confeccionado em material de alta resistência e pintura especial promovendo proteção e qualidade. Clique aqui (2flex.com.br) e conheça este produto e outros para o seu provedor de internet.
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Qual a diferença entre IPV4 e IPV6?
Você já deve estar familiarizado com o novo protocolo de internet IPV6, não é mesmo? Mas entende exatamente o porque dele ter surgido? Para esclarecer alguns pontos importantes a respeito do tema, continue lendo este artigo e confira tudo sobre o assunto, inclusive, a diferença entre IPV4 e IPV6. O que é IP? Diferença entre IPV4 e IPV6 Como a nova versão influencia os provedores O que é IP? Antes de falar sobre a diferença entre IPV4 e IPV6, é necessário entender exatamente o que significa a sigla IP. Trata-se de Internet Protocol, o que é traduzido como Protocolo de Internet, isto é, o endereço na rede, sendo que esse dado é essencial para que as conexões sejam estabelecidas. Além disso, o IP é responsável por identificar cada um dos dispositivos conectados à rede, independente de ser um computador, tablet, smartphone ou outro. Assim, todos os dispositivos que se conectam à internet contam com um endereço IP, possibilitando que informações sejam enviadas entre eles. Diferença entre IPV4 e IPV6 Desde que a internet existe, o protocolo é o IPV4, que quer dizer Internet Protocol version 4. Ou seja, Protocolo de Internet versão 4, sendo que possui endereços no padrão 32 bits e consegue sustentar mais de 4 bilhões de combinações de endereços IP em todo o mundo. Porém, com o aumento de usuários da internet e com o crescimento de dispositivos que podem se conectar a ela, cada vez mais, o IPV4 está se tornando incapaz de atender a demanda global. Além disso, está deixando a desejar em termos de segurança. Nesse contexto, surge o IPV6, que é uma versão mais avançada. A principal diferença está no padrão dos seus endereços, que é de 128 bits. Com isso, a nova versão consegue suportar em torno de 340 undecilhões de endereços. Mais uma diferença, que também é outro benefício da nova versão, é o fato do IPV6 simplificar as atribuições de endereços e contar com recursos extras de segurança de rede. Destaca-se ainda a Qualidade de Serviço (QoS) incorporada e a possibilidade de transmitir um pacote para múltiplos destinos em uma só operação. Como a nova versão influencia os provedores É importante saber que o IPV6 foi proposto em 1998, o que significa que há 20 anos a migração para a nova versão está em andamento. Porém, a passos lentos, pois para fazer a adaptação é preciso que o software e os roteadores sejam trocados. Só dessa forma é possível suportar o avanço da rede, o que exige ainda dinheiro e tempo. Isso quer dizer que ambos os protocolos existem e são usados, sendo que aos poucos o IPV6 está substituindo o IPV4. Portanto, os provedores de internet que operam com o IPV4 não precisam se preocupar. De todo o modo, é necessário estar atento na hora de comprar novos equipamentos. O melhor é optar por aqueles que já suportam a nova versão, mesmo que ainda não seja a feita a migração. Equipamentos, peças e todos os componentes para o seu provedor de internet você encontra na 2 Flex Telecom. Para conferir a sua ampla variedade de produtos da mais alta qualidade, clique aqui (www.2flex.com.br).
Para que serve o Adaptador Óptico com Shutter
O Adaptador Óptico com Shutter é um passivo de fibra óptica muito útil na vida dos técnicos de telecomunicações. Importante na instalação e manutenção nas redes Fttx pois proporciona uma maior proteção contra poeiras e ruídos diminuindo a perda de retorno na ONU e OLT. Se você já usa um passante e quer saber se com tampa de proteção é a melhor opção, continue lendo este artigo e confira os tópicos a seguir. • O que é um Adaptador Óptico com Shutter? • Por que ele tem um bom custo-benefício? • Aplicações; O que é um Adaptador Óptico com Shutter? Adaptadores ópticos são componentes passivos que tem a função de unir dois conectores de campo, gerando a união com precisão do sinal óptico. A2 Flex oferece dois modelos um azul e outro verde para ser usado na identificação dos polimentos dos conectores. Aplicações Redes PON; Sistema Fttx; Distribuição de sinais ópticos; Redes locais(LANs); Datacenter; Redes de longa distância(WANs); Redes de Telecomunicações; Os adaptadores ópticos da 2Flex com tampa de proteção mecânica(shutter) são utilizado para o acoplamento entre conectores ópticos SC e nas ligações entre cordões ópticos, extensões e conectores de campo. Clique aqui (2flex.com.br) e conheça este produto e outros para o seu provedor de internet.
O que é dBm?
O que é dBm ? É normal que haja dúvida sobre esta unidade de medida. E a maioria dos técnicos utilizam de forma errada, neste post vamos explicar o correto entendimento deste termo e como pode evitar maiores problemas numa rede óptica. Se você também deseja saber o que é opção, continue lendo este artigo e confira os tópicos a seguir. • O que é dB? • O que é dBm? • Aprenda a calcular dBm? O que é um DB? O Decibel (dB) é uma unidade de medida de tensão ou potencia elétrica referenciada a uma outra unidade de mesma natureza, ou seja, ela é uma proporção de uma quantidade física em relação a um nível, é utilizado como uma comparação entre duas medidas. Uma relação em decibels é igual a dez vezes o logaritmo de base 10 da razão entre duas quantidades de energia. Um decibel é um décimo de um bel, uma unidade raramente usada. O que é um DBm? Um dBm, também referido como dBmW, é a notação usada para a razão de energia em decibéis (dB) para um miliwatt (mW). Comumente usado de várias maneiras, mas mais comumente se refere à energia usada por rádio, redes de fibra óptica e micro-ondas. Além disso, também é usado como uma maneira conveniente de medir o poder absoluto de algo, pois pode ser usado para expressar valores muito pequenos, bem como valores muito grandes de forma compacta e fácil de ler. Porque ele é referenciado ao watt, ou mais especificamente, o miliwatt, é uma medida de poder absoluto em vez de poder relativo. Uma medição de dBW é referenciada a um watt ou 1000 mW. Esta é uma medida de poder absoluto, apesar do decibéis ser o que é conhecido como uma unidade ine45, ou uma unidade que é usada para quantificar a ração entre dois valores diferentes. Unidades o dimensionadas, como o decibéis, são usadas para valorizar algo que tecnicamente não tem unidades físicas. Portanto, unidades sem dimensão são conhecidas como números puros. Pode ter um valor positivo ou negativo dependendo da situação. Um valor dBm positivo indica que há um ganho de potência enquanto um valor dBm negativo, observado por um sinal de menos antes do número, indica que há uma perda de energia. A principal desvantagem do uso das medições é que elas não são atualmente suportadas pelo Sistema Internacional de Unidades. Portanto, o uso de medidas em documentos que se referem às unidades SI é desaprovada. O decibéis, no entanto, ainda é aceito em tais obras. Como é calculado? Zero dBm é igual a um miliwatt. A cada aumento de três decibéis, a potência é aproximadamente dobrada. Portanto, 3 dBm é igual a aproximadamente 2 mW. Por outro lado, uma redução de três decibéis diminuirá a potência em aproximadamente metade. Portanto, -3 dBm será igual a aproximadamente 1/2 ou 0,5 miliwatt. A função para calcular o dBm é: x = 10log*base 10*(P) onde x é o valor dBm e P é a potência em miliwatts. Além disso, a função para calcular a potência é: P = 10 à potência de (x/10) onde P é a potência em miliwatts e x é a ração de potência medida.
Abrint: PPPs já usam redes neutras para competir na banda larga
A utilização de redes neutras para compartilhamento de infraestrutura não é uma iniciativa apenas das grandes operadoras. Segundo a Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint), as Prestadoras de Pequeno Porte (PPPs) também estão seguindo por esse caminho para alcançar clientes em diversos pontos do país. A entidade aponta que o compartilhamento de infraestrutura não é algo novo no mercado e que a novidade com a rede neutra é o compartilhamento do segmento de rede que chega até o usuário, o que otimiza os investimentos e aumenta a concorrência de banda larga no Brasil, já que os fornecedores de internet podem alugar a capacidade dessa rede e cobrir cidades inteiras sem a necessidade de investir com rede própria. Rede neutra no DF Um exemplo apontado pela entidade é o da MCD Telecom. “Nós já estamos fazendo esse serviço tem dois anos. Foi em Águas Lindas de Goiás que adquiri uma operação em FTTH e conquistei muitos clientes que migraram para a fibra através da minha rede para oferecerem internet com melhor qualidade”, aponta Wesley Gonçalves, sócio administrador da MCD Telecom. A região, na qual a empresa se instalou, possuía apenas rede em rádio. Neste contexto, os provedores regionais passaram a utilizar a fibra da MCD Telecom sem precisar investir para ter a própria rede. Hoje, o negócio está presente em Brazlândia, Riacho Fundo II, Santa Maria e Paranoá, todas cidades do Distrito Federal, além de Luziânia, em Goiás, sendo 22 PPPs como clientes e mais de 6 mil usuários finais. O consumidor final geralmente não sabe que está conectado em uma rede neutra, pois o serviço é transparente, inclusive o atendimento, instalação e suporte técnico são feitos pelo provedor contratado. “A única coisa que fazemos é disponibilizar o uso da rede e cobrar as exigências da Anatel, como link dedicado, equipamentos homologados, licença de SCM e que os técnicos que vão trabalhar estejam com os devidos equipamentos de segurança”, explica Wesley. Através das redes neutras também é possível oferecer serviços de televisão. Segundo Wesley, oferecer uma boa transmissão de TV é um problema quando se trata de condomínios, já que há dificuldade para a passagem de cabos de antena. “Colocando a televisão via IP, junto com o serviço de internet, facilita muito para os parceiros que vão atender o cliente final, já que podem oferecer um pacote de serviços mais completo”, finaliza. Fonte: Teletime
Estudo SCM x SVA: Levantamento de informações
O Ministério das Comunicações, está realizando um estudo de modelagem de custos dos provedores regionais de Internet que vai subsidiar as decisões do governo relativas à apuração da base de cálculo de tributos incidentes sobre a receita dos provedores regionais, bem como subsidiar evidências de diferenciação do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) e da conexão à internet como um Serviço de Valor Adicionado (SVA), compondo assim a oferta de banda larga. O estudo vai identificar quais são os percentuais apurados correspondentes da receita que pode ser atribuída a cada uma dessas atividades, SCM e SVA. Para o levantamento e tratamento dessas informações, a ABRINT contratou o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) que vai atuar como assistente técnico, interagindo tanto com os associados, quanto com o Ministério das Comunicações e a consultoria por esse contratada para a realização do trabalho. O IBPT irá acompanhar junto ao Ministério das Comunicações as informações prestadas e contextualizará formalmente os critérios de metodologia sobre apuração do custo das empresas. Ainda no escopo desse trabalho, serão identificadas oportunidades de pleitos tributários nos âmbitos federal e estadual, inclusive por conta do recente reconhecimento de atividade essencial. Informações necessárias O trabalho a ser realizado pelo IBPT depende necessariamente da coleta de um conjunto suficientemente amplo de dados relacionados à receita, despesas, custos e investimentos dos provedores regionais. A ABRINT esclarece que, independente do regime tributário, práticas fiscais ou, da estrutura societária adotada pelo provedor de diferenciação da prestação dos serviços, ou seja, se em empresas distintas ou não, ou mesmo em empresas com objetos sociais compartimentados de acordo com a mão de obra específica alocada, o objetivo principal da coleta de dados é a análise das informações que corroborem o volume de recursos (insumos) financeiros apresentados para a garantia dos serviços necessários à prestação do SCM e do SVA. Assim, nesse momento, gostaríamos de contar com a sua colaboração para prestar as seguintes informações ao IBPT: 1) Envio de Livro Diário1 dos últimos 5 anos, em Excel ou conversível para Excel, ou ainda, arquivo texto (não em PDF), contendo os seguintes dados e, se possível com essas colunas (não necessariamente na mesma ordem). Se for em partida Simples (apenas 1 débito ou 1 crédito em cada linha), conforme exemplo apresentado no Anexo 1, será preferível: A – Número do ID do lançamento contábil – Esse campo evidencia número sequencial do registro no sistema. Essa informação é importante porque, mesmo que a empresa apresenta mais de um registro com o mesmo valor, na mesma data, o ID (sequencial) será sempre diferente. Portanto, garante a consistência e confiabilidade nas análises; B – Data – Necessário apenas a data do registro no lançamento no livro diário. C – Descrição do lote (se houver) – O lote identifica características do registro, como por exemplo: (a) encerramento e abertura do exercício; (b) folha de pagamento; (c) financeiro; (d) estoques; etc; D – Código Conta – Código completo da conta, de acordo o plano de contas do exercício; E – Descrição da Conta – Descrição da conta, de acordo o plano de contas do exercício; F – Histórico do lançamento; G – Valor do lançamento a débito; H – Valor do lançamento a crédito. Para mais informações entre em contato com o Helton Posseti, Gerente de comunicação e relacionamento institucional da ABRINT, helton.posseti@abrint.com.br Fonte: Abrint
Fim do IPv4: LACNIC solicita aos provedores que acelerem migração para o IPv6
A LACNIC pede para que os provedores de Internet acelerem a implementação do IPv6 em suas redes, pois está próximo o Fim do IPV4. Desde 2005 a comunidade trabalha para a capacitar os provedores ao novo protocolo IPv6, e a partir de 2019, vem discutindo políticas públicas para favorecer a implementação e aproximar as entidades. Recentemente, a RIPE-NCC anunciou que seus espaços de endereços IPv4 já foram totalmente designados e faz agora uma chamada para acelerar a implementação do IPv6. De acordo com a LACNIC, na América Latina e Caribe a implementação do IPv6 é de 20%, percentual inferior ao nível de implementação global que hoje atinge 30%. Por isso a LACNIC alerta a importância de acelerar a implementação do IPv6 com mais urgência. Em fevereiro de 2017, as informações sobre o comportamento das redes foram analisadas e previsto o fim do IPv4(dos blocos) para metade de 2020. Portanto, corresponde aos vários atores envolvidos tomarem medidas efetivas para a implementação do IPv6. Mesmo que os operadores de redes e os que prestam serviços de acesso à Internet (ISP) desempenham um papel fundamental na implementação, outros atores, como as redes acadêmicas, escritórios governamentais e empresas em geral, também participam ativamente. LACNIC em 2017, 2018 e 2019 dedicou esforços para transmitir a relevância estratégica da implementação do IPv6, aproximando-se dos tomadores de decisões em operadores, reguladores, universidades e entidades governamentais responsáveis por políticas públicas do setor para favorecer o entendimento dessa implementação, e estamos convencidos de que será essencial manter esse diálogo com atores não técnicos nos próximos anos. Fonte: LACNIC
O que é o Serviço de Valor Agregado (SVA)?
Entenda neste post o que é o Serviço de Valor Agregado (SVA). Em síntese, a Anatel define como Serviço de Valor Agregado (SVA) toda e qualquer prestação de serviço, que seja auxiliar às atividades de telecomunicações. Por exemplo, o SVA mais conhecido é o serviço de conexão à internet, que é prestado pelos provedores. Além do acesso à internet, os provedores também fornecem as contas de e-mail, o armazenamento de dados na nuvem, entre outros aplicativos. Bom, agora você já sabe que o SVA é um serviço atrelado a um um outro serviço de telecomunicação e, assim, ele não é o serviço de telecomunicações propriamente dito. Por esse motivo, o SVA não está sujeito às regulamentações e fiscalizações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Já está claro que o SVA não é um serviço de telecomunicações, sendo uma espécie de “suporte” para o SCM. Fazer essa distinção é fundamental, para compreender a contabilidade e os tributos que incidem sobre as empresas de telecom. Portanto, entender qual é o tipo de serviço prestado é o primeiro passo para se identificar os tributos que serão recolhidos. Incidências tributárias sobre o SVA A Lei Complementar (LC) 116/2003 institui quais empresas estão sujeitas à cobrança do Imposto Sobre Serviço (ISS), pago aos municípios. Entretanto, o SVA não consta no anexo da LC 116/2003 como uma prestação de serviços e, por isso, a ele não se aplica a emissão de notas fiscais municipais. Nesse caso, cabe apenas a emissão de recibo ou de fatura de recibo para cobrança do destinatário/cliente. Importante destacar que os contribuintes optantes pelo Simples Nacional devem fazer a aplicação correta das receitas de SVA, constantes no anexo III, da LC 116/2003. Contudo, eles precisam excluir o percentual relativo ao ISS, uma vez que esse tributo não é incidente. Fonte: Prevista
ISPs adicionam 250 mil clientes em junho e lideram em fibra óptica
A Anatel divulgou na última semana os dados de junho do mercado nacional de banda larga fixa. Os números da agência reguladora mostram que, se os demais serviços de telecomunicações encolheram no mês, o mesmo não aconteceu na conexão de internet. Junho terminou com 33,94 milhões de clientes de banda larga fixa no país, mais um recorde. Houve adição de 212,54 mil acessos, o que representa expansão de 0,63%. As operadoras de grande porte (Claro, Oi, Sky, TIM e Vivo) somavam 22,25 milhões de clientes. O conjunto das grandes terminou o mês com saldo negativo em 37,73 mil adições, após encolherem, juntas, 0,17% PUBLICIDADE O grupo dos ISPs – cujos números oscilam bastante mês a mês em função da subnotificação – por sua vez adicionou 250 mil clientes, expansão de 2,19%, para 11,68 milhões. MARKET SHARE Dentre as grandes, apenas Claro e TIM adicionaram mais clientes do que desligaram. A Claro conectou 23,92 mil casas e terminou com 9,75 milhões de usuários (+0,25%). A TIM, por sua vez, adicionou 8,76 mil, encerrando junho com 623 mil clientes (+1,43%). Oi, Sky e Vivo perderam clientes, e terminaram o mês respectivamente com 4,98 milhões (-0,22%), 226,11 mil (-0,84%) e 6,66 milhões (-0,85%). Entre as prestadoras de pequeno porte (PPP), Algar (com 678 mil) e Brisanet (com 468 mil) são as maiores. A Brisanet foi a que mais adicionou clientes: 25,6 mil no mês. Quando o assunto é fibra óptica, a tecnologia que mais cresce no país, os PPPs têm 48,7% do share. A Vivo vem em seguida, com 22,7%. Depois a Oi, com 12,4%. Em números absolutos, significa que os pequenos são responsáveis por mais de 8 milhões de conexões em fibra, enquanto a Vivo tem 2,98 milhões, e a Oi, 1,62 milhões. Fonte: Ponto ISP
Padrão IEEE 802.3af
O padrão IEEE 802.3af descreve a tecnologia Power over Ethernet – PoE que permite transmissão de energia elétrica juntamente com os dados para um dispositivo remoto, através do cabo de par trançado padrão em uma rede Ethernet. Esta tecnologia é útil para fornecer energia a telefones IP, ponto de acesso de redes sem fio, câmeras de rede, switches, dispositivos embarcados, bem como a outros equipamentos para os quais pode ser inconveniente, caro, ou até mesmo impraticável fornecer energia em separado. A tecnologia é, de certo modo, semelhante aos telefones comuns, que também recebem uma corrente com tensão de 48v (usada para alimentar o aparelho) e o sinal de voz (ainda que analógicos) através do mesmo cabo. O recurso Power over Ethernet (PoE) ou padrão IEEE 802.3af serve para o fornecimento de energia entre dispositivos conectados pelas portas Ethernet sem necessitar de nenhuma modificação no cabeamento. Existem outras implementações do PoE, incluindo técnicas ad-hoc, porém é fortemente recomendado que se utilize o padrão IEEE 802.3af. Conhece o Switch PoE Reverso Fast Utilização Esta tecnologia tem como objetivo a comunicação full-duplex (onde se dobra a taxa de transmissão, pois ocorre comunicação simultânea nos dois sentidos, recepção e transmissão simultaneamente). No modo full-duplex os canais de transmissão e recepção estão separados fisicamente no cabo da rede (dois pares) e a alimentação de 48Vcc em outros dois pares. Normalmente, não se utiliza tensão de 48Vcc na automação, sendo mais comum o uso de tensões de 24Vcc ou 12Vcc. Assim, é necessário o uso de um conversor DC/DC para transformar o sinal de 48Vcc para outro qualquer. A grande desvantagem dessa configuração é a necessidade de polaridade nos terminais de alimentação, a fim de diferenciar os sinais, em modulação em amplitude,positivos e negativos. A configuração em modo half-duplex (comunicação em dois sentidos, recepção e transmissão, mas não simultaneamente). Nesse modo, o cabo é comum tanto para a alimentação quanto para a comunicação, não necessitando de uma polaridade específica nos terminais. É necessária uma modulação em amplitude sobre a alimentação para não interferir no sinal de comunicação trafegado no cabo. O sinal de comunicação trafega apenas em um sentido, devido o mesmo meio transmitir e receber o sinal. O grande problema dessa configuração é garantir o isolamento mínimo requerido entre a alimentação e a comunicação, que pela IEEE 802.3af é de 1500Vac. Atualmente, já há a comercialização de equipamentos PSE (Power Sourcing Equipments) que são responsáveis pela geração da tensão e da corrente de alimentação para os dispositivos de campo PD(Powered Device)responsáveis pela conversão da tensão principal em outro nível desejado (conversor DC/DC). Que pode ser encontrado no mercado.