Victor Carvalho – 29/01/2023 Na vanguarda da revolução das telecomunicações, a 2Flex apresenta sua linha de OLT GPON de alta capacidade, redefinindo os padrões de desempenho e confiabilidade na conectividade de última geração. Projetada para se encaixar perfeitamente em racks 19” em 1U, essa OLT incorpora o potente chip ZTE, proporcionando uma experiência tecnológica incomparável. Desempenho Impecável: A OLT GPON da 2Flex suporta as tecnologias GPON ITU-T G.984.x e GPON ITU-T G.988, garantindo velocidades de transferência de dados extraordinárias e uma experiência de conectividade incomparável. Sua capacidade de comutação de 118Gbps destaca-se, oferecendo uma infraestrutura robusta capaz de enfrentar as demandas mais intensas. Gestão Simplificada: A estabilidade e confiabilidade do sistema são pilares fundamentais da OLT GPON 2Flex. Com suporte para diversos modos de gerenciamento, como WEB, CLI e SNMP, a interface gráfica de fácil uso torna a administração e monitoramento da rede uma tarefa intuitiva e eficiente. Segurança Reforçada: A segurança é uma prioridade na OLT GPON da 2Flex, com recursos avançados para proteger a integridade da rede. Os recursos Anti-Spoofing ARP, Anti-Flooding ARP, autenticação Tacacs/Radius, controle de isolamento da ONU e vinculação do IP Source Guard (IPGS) proporcionam uma camada adicional de proteção. A implementação efetiva de IP + MAC + VLAN + INTERFACE oferece uma abordagem abrangente para garantir a segurança da rede. Características Técnicas: Layer 2: Mac Address 64k Suporte até 4094 Vlan Protocolos STP, RSTP, MSTP Agregação de links estáticos e LACP Mac Black Hole Layer 3: OSPF, IS-IS e BGP Modo de Acesso: Web, Telnet, SSHv2 e MGMT Ampla Versatilidade: A 2Flex atende às diversas necessidades do mercado oferecendo modelos de 8 e 16 portas, proporcionando flexibilidade na escolha de configurações que melhor se adequem às demandas específicas de conectividade de cada cliente. Além disso, a OLT da 2Flex é projetada para garantir compatibilidade com 99% das outras marcas, proporcionando uma transição suave e interoperabilidade eficiente. Compromisso com a Inovação: A 2Flex destaca-se como uma empresa comprometida com a inovação constante, proporcionando soluções de conectividade que vão além das expectativas do mercado. Ao investir em tecnologia de ponta e adotar padrões rigorosos de qualidade, a 2Flex solidifica sua posição como uma líder confiável no setor de telecomunicações. Conclusão: Em resumo, a OLT GPON da 2Flex representa o pináculo da inovação em telecomunicações. Com sua alta capacidade, recursos de segurança avançados e versatilidade excepcional, ela não apenas atende, mas ultrapassa as expectativas do mercado. Ao escolher a OLT da 2Flex, as empresas investem não apenas em conectividade, mas também em confiabilidade, desempenho e um futuro digital mais promissor.
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O Futuro da Conectividade: ONT AC 1200 – VOIP
Por Victor Carvalho – 08/11/2023 O mundo da tecnologia avança a passos largos, e na indústria de comunicações, a demanda por serviços mais rápidos e versáteis está sempre crescendo. Com a crescente necessidade de conectividade, a 2Flex Telecom está comprometida em oferecer soluções inovadoras para atender às demandas do mercado. É com grande entusiasmo que apresentamos o mais recente avanço em nosso portfólio: a ONT AC 1200 – VOIP. O que é o ONT AC 1200 – VOIP? O ONT AC 1200 – VOIP é um dispositivo de rede de próxima geração projetado para proporcionar uma experiência de conectividade sem precedentes. Este equipamento, que é compatível tanto com GPON quanto com EPON, combina velocidade, versatilidade e qualidade em um único pacote. Velocidade e Desempenho A primeira coisa que chama a atenção no ONT AC 1200 – VOIP é a sua capacidade de fornecer conectividade de alta velocidade. Com duas antenas de 5dBi, este dispositivo é capaz de fornecer conexões de Internet de mais de 600 Mbp por WiFi e 1000 Mbp pelas portas RJ45. Isso significa que você pode transmitir vídeos em 4K, jogar jogos online e realizar várias tarefas simultaneamente, tudo com a mais alta qualidade de conexão. Dual Band: 2.4 GHz e 5 GHz A capacidade de operar em duas bandas, 2.4 GHz e 5 GHz, oferece flexibilidade na escolha da frequência mais adequada para suas necessidades. A banda de 2.4 GHz é ideal para cobertura ampla e melhor penetração de sinal, enquanto a banda de 5 GHz oferece velocidades mais altas e é perfeita para tarefas que exigem largura de banda, como streaming e jogos. Portas Gigabit e Porta PON APC O ONT AC 1200 – VOIP vem equipado com duas portas Gigabit, permitindo a conexão de dispositivos com fio de alta velocidade, como computadores, Smart TVs, e consoles de jogos. Além disso, a porta PON APC garante a compatibilidade com sistemas GPON e EPON, oferecendo uma solução versátil para uma variedade de ambientes e infraestruturas de rede. A Revolução VOIP A grande inovação que o ONT AC 1200 – VOIP traz para o mercado é a inclusão da porta VOIP. Mas o que é a VOIP e como ela pode beneficiar você e sua empresa? VOIP (Voz sobre IP) é uma tecnologia que permite a transmissão de voz e comunicações em tempo real pela Internet. Em outras palavras, o ONT AC 1200 – VOIP permite que você faça e receba chamadas telefônicas usando a sua conexão de Internet de alta velocidade, eliminando a necessidade de linhas telefônicas tradicionais. Benefícios da VOIP Economia de Custos A VOIP é conhecida por ser uma alternativa econômica em comparação com as linhas telefônicas tradicionais. As chamadas de longa distância e internacionais podem ser significativamente mais baratas, tornando-a uma excelente opção para empresas que precisam se comunicar globalmente. Mobilidade Com a VOIP, você não está mais limitado por um telefone fixo. Você pode fazer e receber chamadas de qualquer lugar com acesso à Internet. Isso é particularmente útil para empresas com equipes remotas ou em movimento. Recursos Avançados A VOIP oferece uma ampla gama de recursos avançados, como encaminhamento de chamadas, correio de voz, gravação de chamadas e videoconferência. Isso melhora a eficiência das comunicações da sua empresa. O ONT AC 1200 – VOIP é um passo à frente na revolução da conectividade. Sua capacidade de operar em múltiplas frequências, portas Gigabit, compatibilidade com GPON e EPON, juntamente com a inovação da porta VOIP, tornam-no uma escolha ideal para empresas e usuários domésticos que buscam a melhor experiência de conectividade possível. Na 2Flex Telecom, estamos comprometidos em fornecer soluções de ponta que atendam às necessidades do mercado em constante evolução. Com o ONT AC 1200 – VOIP, estamos oferecendo não apenas velocidade e desempenho, mas também uma revolução na forma como as comunicações telefônicas são feitas. Não perca a oportunidade de atualizar sua infraestrutura de rede com o ONT AC 1200 – VOIP e experimentar os benefícios da VOIP em primeira mão. Junte-se à revolução da conectividade e aproveite a próxima geração de tecnologia de comunicação. Se você tiver alguma dúvida ou precisar de mais informações sobre o ONT AC 1200 – VOIP, entre em contato com nosso suporte. Estamos aqui para ajudar você a aproveitar ao máximo essa inovação emocionante.
Qual Splitter Devo Utilizar? Balanceado ou Desbalanceado?
Por Victor Carvalho – 18/10/2023 Quando se trata de construir e otimizar redes de fibra óptica, a escolha do tipo de splitter óptico é uma decisão crucial. Splitters são dispositivos que dividem o sinal óptico em várias saídas, permitindo que um único sinal seja distribuído para múltiplos locais. No entanto, a escolha entre um splitter balanceado e desbalanceado depende das necessidades específicas da sua aplicação. Neste artigo, vamos explorar a diferença entre eles e quando é mais apropriado usar cada tipo. Splitters Balanceados Os splitters balanceados dividem o sinal óptico igualmente entre todas as saídas, independentemente da intensidade do sinal de entrada. Eles são ideais em situações em que a uniformidade da intensidade do sinal é crucial. Aqui estão algumas aplicações comuns para splitters balanceados: Redes de Acesso Residencial Em redes de fibra óptica para uso residencial, é essencial que todos os assinantes recebam um sinal de qualidade igual. Splitters balanceados, como os modelos 1×2 e 1×4, garantem que cada casa ou unidade residencial obtenha uma divisão uniforme do sinal. Redes de Escritórios e Empresas Ambientes de negócios, onde a estabilidade da rede é fundamental, podem se beneficiar dos splitters balanceados. Eles asseguram que todos os dispositivos conectados tenham acesso igual ao sinal de fibra óptica, o que é crucial para manter a eficiência operacional. Splitters Desbalanceados Os splitters desbalanceados permitem uma divisão personalizada do sinal em proporções diferentes, o que pode ser vantajoso em cenários específicos. Aqui estão algumas situações em que os splitters desbalanceados são a escolha certa: Redes de Telecomunicações Em redes de telecomunicações, frequentemente é necessário fornecer intensidades de sinal diferentes em pontos específicos da rede. Splitters desbalanceados, como os modelos 1×2, com proporções como 90/10, 80/20, ou sem conectores com proporções como 95/5, 90/10, oferecem essa flexibilidade. Redes de Monitoramento Sistemas de segurança e vigilância por vídeo podem se beneficiar dos splitters desbalanceados para ajustar a intensidade do sinal de acordo com as necessidades de cada câmera ou dispositivo. Isso permite otimizar a qualidade da imagem e economizar recursos. Padrão ABNT: Fibras Coloridas Independentemente de escolher um splitter balanceado ou desbalanceado, é essencial que as fibras ópticas utilizadas estejam em conformidade com o padrão ABNT. Isso garante a qualidade e a conformidade com as normas brasileiras em sua rede de fibra óptica. Nossa linha de splitters ópticos oferece uma ampla gama de opções, incluindo modelos balanceados (1×2, 1×4, 1×8, 1×16) com conectores APC, UPC ou sem conectores, bem como modelos desbalanceados APC (1×2) com proporções de divisão personalizadas (90/10, 80/20, 70/30) ou sem conectores (95/5, 90/10, 85/15, 80/20, 75/25, 70/30, 60/40). Essa variedade permite que você escolha o splitter mais adequado para suas necessidades específicas. Em resumo, ao escolher um splitter óptico, leve em consideração a natureza da sua aplicação e as demandas de divisão do sinal. Se tiver dúvidas adicionais ou precisar de assistência na escolha do splitter adequado, não hesite em entrar em contato conosco. Estamos aqui para ajudar você a alcançar o melhor desempenho em sua rede de fibra óptica, independentemente da sua escolha.
Compacto e Completo: O DIO que faz Sobrar Espaço no Rack
Por Victor Carvalho – 03/10/2023 Em um mundo cada vez mais conectado, a demanda por soluções de alta capacidade e eficiência para redes de fibra óptica é maior do que nunca. É nesse cenário desafiador que o nosso DIO (Distribuidor Interno Óptico) se destaca como uma escolha compacta e completa que otimiza o espaço no seu rack. Variedade de Modelos para Diversas Aplicações Nossa linha de DIOs abrange uma ampla gama de modelos, desde 12 até 144 fibras, com variações de conectores APC e UPC. Os modelos de 12 até 48 fibras ocupam apenas 1U, enquanto os de 72 para frente são de 2U. Essa variedade garante que você encontre a configuração ideal para suas necessidades específicas. CONHEÇA TODOS OS MODELOS DIO de 2U para até 144 fibras Uma das principais características do nosso DIO é sua incrível capacidade de até 144 fibras, tudo isso em um modelo de apenas 2U de altura, com a utilização de adaptados LC Duplex. Essa solução versátil atende perfeitamente às necessidades de redes de diferentes tamanhos e complexidades. Recursos que Fazem a Diferença Nosso DIO é projetado para oferecer uma experiência completa e eficiente. Além da capacidade de acomodar um grande número de fibras, ele também entrega: Pigtails Coloridos e Tubetes: Para uma organização fácil e rápida. Amplo Espaço Interno: Para acomodar e gerenciar as fibras com facilidade. 4 Entradas/Saídas: Possibilitando a conectividade versátil. Suporte para Rack: Garantindo a montagem segura no seu rack. Abraçadeiras Plásticas e Bandejas Retráteis: Auxiliando na organização e acesso. 4 Fixadores para Cabos e para Elemento de Tração: Mantendo tudo no lugar de forma confiável. Régua Completa com Números e Adaptadores: Facilitando a identificação e conexão. Adaptadores Específicos: Os modelos de 48 e 72 fibras possuem adaptadores SC Duplex, enquanto o modelo de 144 fibras conta com adaptadores LC Duplex. Os demais modelos têm adaptadores SC Simples. Pintura Eletrostática: Garantindo uma camada protetora durável e resistente. Benefícios Adicionais Além de todos esses recursos, o nosso DIO é projetado com alta qualidade e durabilidade em mente. Ele é resistente e projetado para suportar as condições mais exigentes de ambientes de telecomunicações e data centers. Em resumo, o nosso DIO compacto e completo é a escolha ideal para quem busca otimizar o espaço no rack, sem comprometer a capacidade e a eficiência da sua rede de fibra óptica. Com uma ampla variedade de modelos e recursos, estamos prontos para atender às suas necessidades específicas, garantindo um desempenho confiável e duradouro. Se você está em busca de um DIO de alta qualidade e versatilidade, entre em contato conosco hoje mesmo e descubra como podemos ajudar a impulsionar a sua rede de fibra óptica para o futuro. Compacto, completo e pronto para o desafio!
Fibras Monomodo e Multimodo: Entenda as Diferenças para uma Comunicação Eficiente
09/08/2023 – Por Victor Carvalho, 2Flex Telecom. As fibras monomodo e multimodo são dois tipos distintos de fibras ópticas amplamente utilizadas em redes de telecomunicações de todo o mundo. Cada uma possui características únicas que determinam sua eficiência em diferentes cenários e aplicações. Vamos aprofundar as principais características de ambas para uma compreensão mais abrangente: FIBRAS MONOMODO Características: As fibras monomodo têm um núcleo muito fino, com diâmetro tipicamente entre 9 a 10 micrômetros, cercado por um revestimento que garante a propagação adequada do sinal óptico. Propagação de Modo Único: Como o próprio nome indica, as fibras monomodo permitem a propagação de um único modo de luz em linha reta. Esse fator reduz significativamente a dispersão modal, resultando em menos atenuação do sinal e, por consequência, menor perda de potência. Velocidade e Largura de Banda: Devido à sua capacidade de transmitir em modo único, as fibras monomodo oferecem maior largura de banda e, portanto, suportam taxas de dados mais elevadas em comparação com as fibras multimodo. Alcance: São especialmente adequadas para transmissões de longa distância, podendo alcançar centenas de quilômetros com desempenho confiável. Aplicações: São amplamente utilizadas em sistemas de longa distância, como interligação de cidades, backbones de internet, redes de telefonia e aplicações de alta capacidade. FIBRAS MULTIMODO Características: As fibras multimodo possuem um núcleo mais espesso, com diâmetro geralmente entre 50 a 62,5 micrômetros, também envolvido por um revestimento adequado. Propagação de Modos Múltiplos: Ao contrário das fibras monomodo, as fibras multimodo permitem a propagação de vários modos de luz em ângulos diferentes. Essa propagação resulta em maior dispersão modal e, consequentemente, maior atenuação do sinal. Velocidade e Largura de Banda: Devido à maior dispersão do sinal, as fibras multimodo oferecem menor largura de banda em comparação com as fibras monomodo, o que resulta em velocidades de dados mais modestas. Alcance: São mais adequadas para distâncias curtas, geralmente atingindo algumas centenas de metros. No entanto, com a utilização de equipamentos de alta qualidade, podem atingir distâncias mais longas em aplicações específicas. Aplicações: São amplamente utilizadas em redes locais (LANs), data centers, sistemas de monitoramento e aplicações de curta distância. COMPARAÇÃO Escolha do Tipo de Fibra: A escolha entre fibras monomodo e multimodo dependerá das necessidades específicas de cada projeto de telecomunicação. Se alta velocidade e longas distâncias são essenciais, as fibras monomodo são a escolha mais adequada. Para aplicações de curta distância, as fibras multimodo são uma opção econômica e funcional. Custo: As fibras multimodo costumam ser mais acessíveis em termos de custo, o que as torna uma opção popular para redes locais e aplicações de curta distância. As fibras monomodo tendem a ser mais caras, mas proporcionam um desempenho excepcional em longas distâncias. Em conclusão, compreender as diferenças entre as fibras monomodo e multimodo é fundamental para tomar decisões informadas ao projetar e implementar redes de telecomunicações eficientes. Cada tipo de fibra oferece vantagens específicas e se adequa melhor a diferentes cenários, sendo essencial avaliar cuidadosamente as necessidades e requisitos de cada projeto antes de escolher o tipo de fibra mais adequado. Independentemente da escolha, as fibras ópticas continuam sendo a base para uma comunicação rápida, confiável e de alto desempenho em um mundo cada vez mais interconectado.
Estudo SCM x SVA: Levantamento de informações
O Ministério das Comunicações, está realizando um estudo de modelagem de custos dos provedores regionais de Internet que vai subsidiar as decisões do governo relativas à apuração da base de cálculo de tributos incidentes sobre a receita dos provedores regionais, bem como subsidiar evidências de diferenciação do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) e da conexão à internet como um Serviço de Valor Adicionado (SVA), compondo assim a oferta de banda larga. O estudo vai identificar quais são os percentuais apurados correspondentes da receita que pode ser atribuída a cada uma dessas atividades, SCM e SVA. Para o levantamento e tratamento dessas informações, a ABRINT contratou o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) que vai atuar como assistente técnico, interagindo tanto com os associados, quanto com o Ministério das Comunicações e a consultoria por esse contratada para a realização do trabalho. O IBPT irá acompanhar junto ao Ministério das Comunicações as informações prestadas e contextualizará formalmente os critérios de metodologia sobre apuração do custo das empresas. Ainda no escopo desse trabalho, serão identificadas oportunidades de pleitos tributários nos âmbitos federal e estadual, inclusive por conta do recente reconhecimento de atividade essencial. Informações necessárias O trabalho a ser realizado pelo IBPT depende necessariamente da coleta de um conjunto suficientemente amplo de dados relacionados à receita, despesas, custos e investimentos dos provedores regionais. A ABRINT esclarece que, independente do regime tributário, práticas fiscais ou, da estrutura societária adotada pelo provedor de diferenciação da prestação dos serviços, ou seja, se em empresas distintas ou não, ou mesmo em empresas com objetos sociais compartimentados de acordo com a mão de obra específica alocada, o objetivo principal da coleta de dados é a análise das informações que corroborem o volume de recursos (insumos) financeiros apresentados para a garantia dos serviços necessários à prestação do SCM e do SVA. Assim, nesse momento, gostaríamos de contar com a sua colaboração para prestar as seguintes informações ao IBPT: 1) Envio de Livro Diário1 dos últimos 5 anos, em Excel ou conversível para Excel, ou ainda, arquivo texto (não em PDF), contendo os seguintes dados e, se possível com essas colunas (não necessariamente na mesma ordem). Se for em partida Simples (apenas 1 débito ou 1 crédito em cada linha), conforme exemplo apresentado no Anexo 1, será preferível: A – Número do ID do lançamento contábil – Esse campo evidencia número sequencial do registro no sistema. Essa informação é importante porque, mesmo que a empresa apresenta mais de um registro com o mesmo valor, na mesma data, o ID (sequencial) será sempre diferente. Portanto, garante a consistência e confiabilidade nas análises; B – Data – Necessário apenas a data do registro no lançamento no livro diário. C – Descrição do lote (se houver) – O lote identifica características do registro, como por exemplo: (a) encerramento e abertura do exercício; (b) folha de pagamento; (c) financeiro; (d) estoques; etc; D – Código Conta – Código completo da conta, de acordo o plano de contas do exercício; E – Descrição da Conta – Descrição da conta, de acordo o plano de contas do exercício; F – Histórico do lançamento; G – Valor do lançamento a débito; H – Valor do lançamento a crédito. Para mais informações entre em contato com o Helton Posseti, Gerente de comunicação e relacionamento institucional da ABRINT, helton.posseti@abrint.com.br Fonte: Abrint
Fim do IPv4: LACNIC solicita aos provedores que acelerem migração para o IPv6
A LACNIC pede para que os provedores de Internet acelerem a implementação do IPv6 em suas redes, pois está próximo o Fim do IPV4. Desde 2005 a comunidade trabalha para a capacitar os provedores ao novo protocolo IPv6, e a partir de 2019, vem discutindo políticas públicas para favorecer a implementação e aproximar as entidades. Recentemente, a RIPE-NCC anunciou que seus espaços de endereços IPv4 já foram totalmente designados e faz agora uma chamada para acelerar a implementação do IPv6. De acordo com a LACNIC, na América Latina e Caribe a implementação do IPv6 é de 20%, percentual inferior ao nível de implementação global que hoje atinge 30%. Por isso a LACNIC alerta a importância de acelerar a implementação do IPv6 com mais urgência. Em fevereiro de 2017, as informações sobre o comportamento das redes foram analisadas e previsto o fim do IPv4(dos blocos) para metade de 2020. Portanto, corresponde aos vários atores envolvidos tomarem medidas efetivas para a implementação do IPv6. Mesmo que os operadores de redes e os que prestam serviços de acesso à Internet (ISP) desempenham um papel fundamental na implementação, outros atores, como as redes acadêmicas, escritórios governamentais e empresas em geral, também participam ativamente. LACNIC em 2017, 2018 e 2019 dedicou esforços para transmitir a relevância estratégica da implementação do IPv6, aproximando-se dos tomadores de decisões em operadores, reguladores, universidades e entidades governamentais responsáveis por políticas públicas do setor para favorecer o entendimento dessa implementação, e estamos convencidos de que será essencial manter esse diálogo com atores não técnicos nos próximos anos. Fonte: LACNIC
O que é U(Unidade de medida para rack)?
O que é U? Como funciona? Onde é usada? Neste post vamos abordar sobre esta unidade de medida nos rack para Servidor . O que é U? “U” ou “RU” nada mais é que uma unidade de medição aplicada aos racks de equipamentos, servidores DIOs, switches e outros dispositivos montados em racks de 19 polegadas(482,60mm). Onde cada rack unit equivale a 1,75 polegadas (44,45mm). Os DIOS, OLTs e outros hardwares são projetados para serem montados em rack 19 polegadas. São fabricados em múltiplos de 1,75 polegadas e especificados em múltiplos de unidades de rack, geralmente 1U, 2U, 3U ou 4U. Unidade Dimensão (L x A x P) 1U 19″ x 1.75″ x 17.7″ 19″ x 1.75″ x 19.7″ 19″ x 1.75″ x 21.5″ 2U 19″ x 3.5″ x 17.7″ 19″ x 3.5″ x 20.9″ 19″ x 3.5″ x 24″ 3U 17.1″ x 5.1″ x 25.5″ 4U 19″ x 7″ x 17.8″ 19″ x 7″ x 26.4″ 5U 19″ x 8.34″ x 19.67″ 19.1″ x 8.75″ x 26.4″ 6U 19″ x 10.5″ x 19.5″ 7U 17″ x 12.2″ x 19.8″ Racks são projetados para conter equipamentos desses tamanhos. Os orifícios nas flanges de montagem de racks são organizados em grupos de três, e esse agrupamento de três buracos também é chamado de unidade de rack. A unidade de rack(U) é considerada dimensão máxima em equipamentos em Telecomunicações . Os dispositivos são muitas vezes feitos ligeiramente menores do que o valor U especificado para permitir um pouco de espaço. Um dispositivo 2U na realidade mede 3,44 polegadas de altura, em vez do múltiplo de 3,5 polegadas de 1,75. O tamanho da unidade de rack está baseado na especificação padrão para os rack definida em EIA-310.
Você sabe o que é o PTT?
PTT significa Ponto de Troca de Tráfego. O ponto de troca de tráfego (PTTs) é um conceito importante para a qualidade e eficiência da Internet em qualquer país ou região. E para o sucesso dos negócios dos provedores regionais de Internet. Apesar de ser uma “estrutura interna” da Internet, ele afeta a todos os usuários. Em geral a Internet é organizada hierarquicamente: Na primeira camada, existem os provedores internacionais chamados Tier1, que trocam dados entre si e têm acesso a toda rede mundial sem pagar; Na segunda camada, há os grandes provedores nacionais que têm acesso limitado a Internet e devem se tornar clientes daqueles provedores da primeira camada; Por fim, há os provedores regionais e finalmente os usuários locais. Sem os pontos de troca de tráfego, os provedores regionais dependeriam de se conectar diretamente aos provedores da primeira camada, para todas as trocas de dados, provavelmente a um custo muito maior, com um serviço pior e de maior latência. Graças aos PTTs, eles podem trocar tráfego aqui mesmo, com custos menores, redução do valor pago aos provedores estrangeiros e diminuição da latência. Em um país continental como o Brasil, a importância dos PTTs é ainda maior, sendo necessário ainda mais PTTs para que os provedores regionais possam distribuir o tráfego e levar conexão para cidades fora dos centros metropolitanos.
Padrão IEEE 802.3af
O padrão IEEE 802.3af descreve a tecnologia Power over Ethernet – PoE que permite transmissão de energia elétrica juntamente com os dados para um dispositivo remoto, através do cabo de par trançado padrão em uma rede Ethernet. Esta tecnologia é útil para fornecer energia a telefones IP, ponto de acesso de redes sem fio, câmeras de rede, switches, dispositivos embarcados, bem como a outros equipamentos para os quais pode ser inconveniente, caro, ou até mesmo impraticável fornecer energia em separado. A tecnologia é, de certo modo, semelhante aos telefones comuns, que também recebem uma corrente com tensão de 48v (usada para alimentar o aparelho) e o sinal de voz (ainda que analógicos) através do mesmo cabo. O recurso Power over Ethernet (PoE) ou padrão IEEE 802.3af serve para o fornecimento de energia entre dispositivos conectados pelas portas Ethernet sem necessitar de nenhuma modificação no cabeamento. Existem outras implementações do PoE, incluindo técnicas ad-hoc, porém é fortemente recomendado que se utilize o padrão IEEE 802.3af. Conhece o Switch PoE Reverso Fast Utilização Esta tecnologia tem como objetivo a comunicação full-duplex (onde se dobra a taxa de transmissão, pois ocorre comunicação simultânea nos dois sentidos, recepção e transmissão simultaneamente). No modo full-duplex os canais de transmissão e recepção estão separados fisicamente no cabo da rede (dois pares) e a alimentação de 48Vcc em outros dois pares. Normalmente, não se utiliza tensão de 48Vcc na automação, sendo mais comum o uso de tensões de 24Vcc ou 12Vcc. Assim, é necessário o uso de um conversor DC/DC para transformar o sinal de 48Vcc para outro qualquer. A grande desvantagem dessa configuração é a necessidade de polaridade nos terminais de alimentação, a fim de diferenciar os sinais, em modulação em amplitude,positivos e negativos. A configuração em modo half-duplex (comunicação em dois sentidos, recepção e transmissão, mas não simultaneamente). Nesse modo, o cabo é comum tanto para a alimentação quanto para a comunicação, não necessitando de uma polaridade específica nos terminais. É necessária uma modulação em amplitude sobre a alimentação para não interferir no sinal de comunicação trafegado no cabo. O sinal de comunicação trafega apenas em um sentido, devido o mesmo meio transmitir e receber o sinal. O grande problema dessa configuração é garantir o isolamento mínimo requerido entre a alimentação e a comunicação, que pela IEEE 802.3af é de 1500Vac. Atualmente, já há a comercialização de equipamentos PSE (Power Sourcing Equipments) que são responsáveis pela geração da tensão e da corrente de alimentação para os dispositivos de campo PD(Powered Device)responsáveis pela conversão da tensão principal em outro nível desejado (conversor DC/DC). Que pode ser encontrado no mercado.